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Opinião

LICIO MALHEIRO – O choro é livre

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É, inconcebível, inaceitável, imoral, vergonhoso, patético, sem noção, sem pudor, sem vergonha nenhuma na cara, e mais alguns adjetivos que talvez eu possa ter esquecido, para descrever uma atriz global, mais precisamente, Maria Flor, que, em um dia de fúria;  pelo fato, de terem tirado dela a teta em que mamara durante longos anos de sua vida como atriz, dos quais, a fez viver nababescamente em berço de ouro.

O choro é livre, agora, quando essa menina mimada, vai as redes sociais, e vomita tantos besteiróis, verdadeiros impropérios, usando termos chulos e vergonhosos, tanto, que em sua fala, foram necessários muitos ‘piiiiis’ par cortar os palavrões pesados ditos por ela, como se a mesma estivesse em sua casa.

O motivo do choro, tem como vertente, o corte das verbas públicas, por parte desse tirano e genocida Jair Messias Bolsonaro presidente do Brasil, que cortou da coitadinha Maria Flor sócia da empresa ‘Fina Flor Produtora de Filmes’, que desde 2013 recebia verbas do Ministério da Cultura por meio da Lei 8.685/93, que fornece recursos federais para “fomento à atividade audiovisual”, que até 2018 haviam recebido a bagatela de R$ de 10 milhões.

Coitadinha da atriz global Maria Flor, desde que, esse senhor Jair Messias Bolsonaro, assumiu a presidência do Brasil, cortou essa teta tão gostosa e saborosa dessa menina mimada, que até lambia os lábios, devido à grande quantidade de leite, que jorrava da teta da Lei de incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.

Assim que tiraram o pirulito da boca dessa menina mimada Maria Flor, a mesma, teve um “xilique”, movida pelo ódio, pelo pavor de não ter mais coitadinha, o seu caviar, ostras de Coffin Bay, lagostas, sushi entre tantas outras iguarias.

O que Bolsonaro fez, foi um verdadeiro acinte, contra essa coitadinha que só queria manter sua sobrevivência, com um mínimo de dinheiro necessário.

Diante dessa tortura, psicológica, financeira, estrutural cometida por esse tirano Bolsonaro, ao cortar essas benesses dessa coitadinha, a mesma como forma de vingança, foi às redes sociais e desabafou contra esse presidente genocida, que quase tirou sua vida cortando as tetas provenientes da Lei Rouanet.

Coitada, com toda razão ela teria que esbravejar, cortaram milhões de reais  dela, inconformada, ela desabafa dizendo “O que eu não consigo entender por que a Dilma, sofreu impeachment, pedaladas fiscais,  o que, no meu c…., na minha b……, são pedaladas fiscais, o Bolsonaro, está no poder há 2 anos, 1 ano e pouco, 18 meses, 17 meses, não sabendo, matemática cadê você, ……………………………., o Rodrigo Maia, não sabe se vai pedir o impeachment,………….. …………………, estamos com militares  em pleno século XXI, cheio de militares homens velhos, brancos escrotos, que não vê o outro, que deixa gente morrer, isso aqui é a zona do c……….., que o Bolsonaro faz com o nosso país……………………”, na verdade, a fala dessa atriz, consiste em um verdadeiro discurso de ódio, o mesmo é publicado, sem sofrer nenhuma represália ou punição, por parte dos poderes constituídos.

Quem ouviu na integra, esse vídeo macabro, percebeu nessa menina não apenas descontrole emocional, como intelectual, moral e por aí vai. Pelas palavras chulas proferidas por ela, denota claramente se tratar de uma atriz, com viés mais voltado à pornochanchada, por esta fala em um veículo de mídia conceituado como o Instagram, é lamentável que esses veículos de comunicação aceitem e publiquem, tantos besteiróis ditos por essa atriz inconformada.

Pare o mundo, quero descer!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

 

 

 

 

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Opinião

ÉDER MORAES DIAS – MT tem superávit bilionário, aplica mal e pressão recai sobre aposentados, servidores e contribuintes

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O Governo do Estado de Mato Grosso publicou, no Diário Oficial do dia 25 de fevereiro de 2021, o Balanço Orçamentário de 2020, onde constam as previsões de gastos, investimentos e suas consequentes realizações efetivas.

Chama atenção sobremaneira as mentiras pregadas ao longo dessa gestão e fica claro o escárnio praticado sobre os servidores públicos, pensionistas e aposentados, além da desfaçatez de como se avilta e “rapela” o contribuinte, inúmeras vezes asfixiado pela alta carga tributária. Aliás, carga tributária acachapante para uns e branda, quase inexistentes, para outros, os “amigos do rei”, que vivem sob as hostes palacianas e comungam de suas benesses.

Como exemplo de política tributária estrábica, caolha e desastrosa para a economia do Estado, cito a saída do “boi em pé ou gado vivo”. A porteira das divisas de Mato Grosso estão escancaradas para os pecuaristas e setores do agronegócio, que de forma nociva enviam o gado daqui para serem abatidos em outros estados, gerando uma renúncia de receitas e, consequentemente, prejuízos na ordem de R$ 380 milhões ao ano.

Vale destacar aqui o escárnio praticado sobre nossos pensionistas e aposentados, com retenção de 14% da sua renda, um crime contra quem deu a vida produzindo por nosso Estado. A baixa industrialização é consequência da falta de interesse do governo em agir e mobilizar sua base no Congresso Nacional e Assembleia Legislativa de MT. Isso fica claro quando incentivam de forma criminosa a desindustrialização, fechando, por exemplo, plantas frigoríficas. Seriam muitos os pontos para demonstrar o quanto estamos sendo governados por neófitos e pedantes.

Pois bem, em breve o secretário de Fazenda vai à ALMT “enrolar e encher sacos de vento”, apresentando o “balanço patrimonial do estado”, quase sempre sem questionamentos, dado o despreparo de quem comanda a audiência pública quadrimestral e deputados de várias comissões que deveriam questionar com firmeza e conhecimento, porém muitas vezes fazem vistas grossas, porque o que interessa são os quase R$ 600 milhões de duodécimo anual e emendas parlamentares.

Neste balanço podemos extrair que: está sobrando dinheiro no caixa. Fecharam o ano de 2020 com a bagatela de R$ 2,4 bilhões em caixa e R$ 3,9 bilhões de superávit, obtiveram R$ 777 milhões de excesso de receitas (diga-se de passagem, todos os poderes têm que receber parte desse bolo). Estamos falando de dois VLTs por ano, pasmem os senhores!

Essa gestão visa lucro financeiro cumulativo e não distribuição de renda, geração de emprego e trabalho. No chamado superávit financeiro, sobrou R$ 1 bilhão que se somou a outro R$ 1,4 bilhão de 2019. Caras de pau! Quanta usura em detrimento dos mais humildes.

O Estado virou empresa de exploração de mão de obra barata, com muito dinheiro em caixa, baixa produtividade em educação, saúde e infraestrutura. Perdeu o foco!

Tem dinheiro sobrando para comprar 100 milhões de doses da vacina contra COVID-19. Se somarmos o caixa total do Executivo e poderes, acumulam R$ 6 bilhões de dinheiro ocioso! Só no Executivo, se incluir todas as fontes, inclusive as vinculadas, são R$ 4 bilhões disponíveis. Há, ainda, R$ 9 bilhões sem qualquer cobrança efetiva na dívida ativa, passíveis de recuperação sem correção e o Estado deve R$ 6,5 bilhões para instituições financeiras. Portanto, o discurso do endividamento é só para inglês ver!

Enquanto isso a principal Instituição Financeira Oficial do Estado – DESENVOLVE MT morre a míngua de recursos para os pequenos empreendedores .
Chama a atenção o gasto da SECOM, por exemplo: R$ 107 milhões!
Estão gastando 4,5% da receita com serviços da divida , muito pouco se comparado a governos anteriores o que em tese deveria ser revertido para população a nossa calejada população . Estão estocando dinheiro as custas de sangue, suor e lágrimas do povo .
Quando fui secretário de Fazenda, peguei o Estado devendo cerca de 22% da sua receita com dívidas e arrumamos a casa sem aumentar impostos.

É intrigante ver que, até o fechamento desse balanço, não haviam aplicado os 25% para a educação, nem os 12% na saúde em plena PANDEMIA!!! Na educação haviam aplicado 24,17% e na saúde 10,43%, mas obviamente vão incrementar sem nenhuma qualidade e eficácia ou eficiência esses gastos, para atingirem o percentual constitucional.

VERGONHA NACIONAL essa política que retira dinheiro dos velhinhos aposentados, que avilta o servidor público e a todo momento se fala em “Mato Grosso mais”.
Sim, Mato Grosso mais rico e o povo mais pobre. Concentração de renda, exploração desavergonhada dos servidores públicos, recursos direcionados para obras, que merecem um inquérito cada uma, como fazia o promotor do Ministério Público, Clóvis Almeida, com a SECOPA. Porque estão silentes?! E os servidores, sabendo agora que foram enganados o tempo todo, reagirão???

Eder Moraes Dias é ex-secretário de Fazenda; ex-secretário chefe da Casa Civil, Ex-secretário da Copa do Mundo Fifa 2014; ex-secretário chefe de Articulação em Brasília – DF; ex-secretário de Fazenda de VG; ex-secretário de Educação de VG: ex-secretário de Governo de VG; ex-presidente da MT FOMENTO. Bacharel em Direito -Agronegócios – Gestão Comercial – Processos Gerenciais – Formando em Economia. Pós-graduado em: Direito Constitucional/filosofia do Direito/Direito Penal/Processo Penal/Criminal/MBA contabilidade, economia e administração.

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CAIUBI KUHN – O Pantanal, a seca e a ciência

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Manoel de Barros escreveu em seu poema Carreta Pantaneira “Dez anos de seca tivemos. Só trator navegando, de estadão, pelos campos. Encostou-se a carreta de bois debaixo de um pé de pau. Cordas, brochas, tiradeiras com as chuvas, melaram”. O trecho descrito, retrata a seca que afetou o pantanal na década de 60 e início da década de 70.  Alguns ciclos hidrológicos possuem a dimensão anual, como é o caso das estações do ano, outros ocorrem com um intervalo maior, de alguns anos, como El nino e La nina, outros em décadas, séculos ou milênios.

Os estudos científicos são fundamentais para entender esses ciclos que ocorrem no nosso planeta. São ainda mais importantes para discernirmos o que é e o que não é um impacto das ações humanas e sabermos como dar a reposta correta para fatos que impactem a vida e o meio ambiente.

A seca no Pantanal vem sendo discutida de forma intensiva desde o ano passado, quando queimadas afetaram mais de 23% do bioma. Nos últimos meses a seca na Baia de Chacororé marcou o debate político e ambiental no estado de Mato Grosso. Nem mesmo as chuvas de verão, conseguiram fazer a situação voltar à normalidade, acendendo o sinal amarelo em relação a estação de seca de 2021. Porém, qual o real motivo para a crise hídrica que vivemos? Será resultado da ação humana, ou uma repetição de um ciclo hidrológico de estiagem, similar ao que ocorreu na década de 60? Talvez pode ser o efeito de ambos. Mas só poderemos ter uma resposta concreta com estudos adequados.

O desenvolvimento de pesquisas científicas é fundamental para encontrar respostas para questões como a apresentada no parágrafo anterior, ou sobre outros temas relevantes para sociedade. Porém a realização de pesquisas precisa ser amparada por políticas de fomento, que em geral no mundo, são incentivadas pelos governos por meio de disponibilização de editais e convênios. A Fundação de Amparo a Pesquisa de Mato Grosso (FAPEMAT) foi criada com esse propósito, mas infelizmente não tem feito seu papel. Presidida por alguém sem nenhum histórico como pesquisador, e com poucos editais e linhas de ações disponibilizadas, a instituição deixa desejar. E para piorar, no cenário nacional a redução dos recursos para pesquisa realizada no Governo Bolsonaro joga uma pequena pá de cal na pesquisa e desenvolvimento no país.

A seca é apenas um dos problemas existentes no estado de Mato Grosso. Queimadas, alagamentos, inundações, erosões e outros processos de dinâmica superficial afetam a vida dos mato-grossenses anualmente, e causam dados ambientais, sociais, econômicos e até mesmo óbitos. Os impactos destes processos poderiam ser minimizados ou evitados, caso o estado adotasse uma política de gestão de informação e desenvolvimento de pesquisa científica, como é existe em outras partes do país e do mundo.

Investir em informação significa economizar recursos públicos em obras e serviços, assim como ampliar a qualidade de vida das pessoas. Porém parece que conhecimento não é prioridade para o governo estadual ou federal. É preciso mudar essa lógica, ciência deve ser feita a todo tempo, pois somente ela é capaz de garantir o desenvolvimento do país e das pessoas que nele vivem. Caso contrário o Brasil vai continuar sem conhecer direito seu próprio território, e dependerá cada vez mais de tecnologias produzidas em outras partes do mundo. E essa conta não sairá barata.

É preciso conhecer as causas desta estiagem no Pantanal, precisamos saber a melhor forma de lidar com esse problema, que pode durar alguns anos. Se existe preocupação por parte da sociedade e de gestores públicos com esse tema, a primeira resposta a se obter é sobre os reais motivos para a crise hídrica que afeta o este importante bioma. Somente estudos podem fornecer as respostas que precisamos. A partir deles saberemos como tomar as medidas mais assertivas.

Caiubi KuhnGeólogo, especialista em Gestão Pública e mestre em Geociências pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT); Docente da Faculdade de Engenharia UFMT-VG;

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