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Internacional

Líbia: manifestantes invadem parlamento em ato contra crise econômica

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Manifestantes invadem o parlamento da Líbia
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Manifestantes invadem o parlamento da Líbia


Um grupo de manifestantes invadiu nesta sexta-feira (1º) o Parlamento da Líbia , na cidade de Tobruk, para protestar contra a crise econômica, a deterioração das condições de vida e o impasse político no país.

Segundo as emissoras locais de TV, os manifestantes entraram no prédio e realizaram saques, além de colocarem fogo em documentos. As imagens mostram grossas colunas de fumaça subindo do perímetro da estrutura. Testemunhas informaram que os militantes queimaram pneus e fizeram uma fogueira na frente do edifício.

Manifestações foram organizadas nas cidades de Misrata e Tobruk, coincidindo com uma marcha semelhante em Trípoli, para denunciar a degradação das condições de vida, protestar contra as forças políticas que paralisam o país e convocar eleições o mais rápido possível.

A multidão denuncia particularmente a crise de falta de energia que se agravou recentemente sem que os sucessivos governos conseguissem encontrar uma solução.

Entenda a crise – A mais nova crise na política da Líbia começou no fim do ano passado, quando o governo informou que as eleições presidenciais, que deveriam ocorrer em 24 de dezembro, seriam canceladas para 2022. Dividida em dois Parlamentos, unificados após uma derrota militar do marechal Khalifa Haftar em 2019, a Líbia tem uma sede política em Tobruk e outra em Trípoli. Essa última é reconhecida pela comunidade internacional.

Em março do ano passado, em acordo dos dois lados, Abdel Hamid Dbeibah foi escolhido como premiê com a principal função de realizar eleições após 10 anos. No entanto, em novembro, a parte de Tobruk aprovou uma moção para remover o premiê por conta de seu fracasso já visível, mas o Conselho de Estado de Trípoli vetou o pedido.

No entanto, no início de fevereiro, os dois lados chegaram a um acordo para fazer uma votação e eleger um novo nome para a chefia do governo, novamente, com a missão de realizar eleições livres no país.


Uma comissão parlamentar determinou que ela deverá ocorrer 14 meses depois do Parlamento aprovar modificações na Declaração Constitucional, que ainda não tem prazo de votação. Ou seja, o pleito não acontecerá neste ano.

Após uma eleição conturbada, Fathi Bashagha foi anunciado como vencedor por “aclamação”, mas o resultado foi contestado por Dbeibah e por milícias que o apoiam.

Um grupo delas, inclusive, emitiu uma nota em que condena “o governo paralelo líbio” e pede ao presidente do país, Mohamed Yunis al-Menfi, que dissolva o Parlamento e realize eleições parlamentares.

Os grupos ainda dizem que essa manobra para por Bashagha no cargo fará com que o marechal Haftar tome o poder dando um golpe político após ter sido derrotado militarmente.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

FBI executa mandado de busca na residência de Trump, na Flórida

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Donald Trump, ex-presidente dos EUA
Reprodução Documentário ‘Unprecedented’

Donald Trump, ex-presidente dos EUA

O FBI desempenhou um mandado de busca nesta segunda-feira (08) no resort Mar-a-Lago de Donald Trump em Palm Beach, na Flórida. A informação foi confirmada pelo ex-presidente à CNN Internacional. 

“Minha linda casa, Mar-A-Lago, em Palm Beach, Flórida, está atualmente sitiada, invadida e ocupada por um grande grupo de agentes do FBI”, disse o ex-mandatário em comunicado.

Trump não disse a razão dos agentes do FBI estarem em Mar-a-Lago, mas o ex-presidente relatou que a operação não foi anunciada e “eles até arrombaram meu cofre”.

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Internacional

Livro revela que Trump jogava documentos na privada da Casa Branca

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Donald Trump
Reprodução/Twitter

Donald Trump

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump tinha o costume de jogar documentos na privada, e a Casa Branca acionou encanadores para desentupi-la em pelo menos duas ocasiões. É o que revelam fotografias recém-divulgadas de “Confidence man”, o próximo livro de Maggie Haberman, repórter do New York Times e colaboradora da CNN.

Nas imagens publicadas nesta segunda-feira, não está claro o conteúdo dos documentos nem quem os escreveu, mas Haberman e a imprensa americana afirmam que a caligrafia é idêntica à de Trump, que teria usado uma caneta Sharpie, sua preferida. Os rascunhos incluem o nome da deputada republicana Elise Stefanik, uma defensora de Trump.

Segundo Haberman, uma foto é de um banheiro da Casa Branca e a outra é de uma viagem ao exterior, ambas fornecidas por uma fonte da jornalista no governo do ex-presidente. Essa mesma fonte teria dito a Haberman que era muito comum Trump jogar documentos nas privadas e que os encanadores costumavam ser chamados para desentupi-las.

“Que Trump estava descartando documentos dessa maneira não era amplamente conhecido na Ala Oeste [onde fica o escritório da Presidência], mas alguns assessores estavam cientes do hábito, no qual ele se envolveu repetidamente”, disse Haberman ao site Axios, que publicou as imagens em primeira-mão. “Foi uma extensão do hábito de Trump de rasgar documentos que deveriam ser preservados sob a Lei de Registros Presidenciais.”

Em fevereiro, a CNN relatou que Trump costumava rasgar documentos, rascunhos e memorandos depois de lê-los, o que contraria as leis presidenciais de manutenção de registros. Segundo a emissora, quando viajava, o ex-presidente levava até rascunhos de tuítes não lidos a bordo do avião presidencial para revisá-los antes de descartá-los.

Em uma ocasião, Trump também perguntou se alguém da sua equipe gostaria de colocar à venda no eBay uma cópia de um discurso que ele acabara de fazer, de acordo com a CNN.

Trump negou todas as alegações e, em uma declaração dada ao Axios nesta segunda, seu porta-voz disse que a reportagem foi inventada.

“Você precisa estar muito desesperada para vender livros se fotos de papel em um vaso sanitário fizerem parte de sua campanha de marketing”, afirmou Taylor Budowich. “Nós sabemos [que] há pessoas suficientes dispostas a inventar histórias como essa para impressionar a mídia, que está disposta a publicar qualquer coisa, desde que seja anti-Trump.”

Investigações

Em maio, promotores federais dos EUA deram início a uma investigação sobre denúncias de que Donald Trump teria usado de forma indevida documentos confidenciais do governo americano, que foram levados para a residência do ex-presidente no estado da Flórida, já depois de ter deixado a Presidência.

Pelas regras, os itens deveriam ter sido enviados para a administração dos Arquivos Nacionais dos EUA, e, quando os pesquisadores os analisaram, encontraram diversos documentos marcados como confidenciais, contendo informações relacionadas à segurança nacional.

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Fonte: IG Mundo

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