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Economia

Leve alta da Petrobras e ansiedade pela Previdência fazem Bolsa subir

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roberto castello branco
José Cruz/Agência Brasil

Na última sexta , as ações da Petrobras, do presidente Roberto Castello Branco, fecharam o dia em queda de mais de 8%

Depois de um pregão traumático, marcado por um tombo de mais de 8% nas ações da Petrobras , o mercado começou a se recuperar neste início de semana. O Ibovespa, principal indicador de desempenho da Bolsa de Valores brasileira (B3), fechou a segunda-feira (15) com variação positiva de 0,22%, a 93.082 pontos. A cotação do dólar, depois de duas altas consecutivas, caiu 0,52% e foi a R$ 3,8690.

Apesar do dia positivo para a Petrobras, que subiu 0,39%, os principais papéis que compõem a carteira do Ibovespa  encerraram o pregão em ligeira queda. As ações da Vale e do Bradesco, por exemplo, registraram variações negativas de 0,29% e 0,23%, respectivamente. Os papéis do Itaú ficaram praticamente estáveis, caindo 0,06%.



O sentimento é de cautela. O mercado financeiro não ficou feliz com a confirmação, por parte do próprio Jair Bolsonaro (PSL), de que  o governo foi o responsável por pedir a Petrobras que segurasse um reajuste de 5,7% no preço do diesel . Agora, os investidores aguardam o resultado das reuniões previstas entre membros do governo para discutir a intervenção.

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Além disso, o mercado espera por novidades com relação à tramitação da nova Previdência. Ontem, o governo sofreu sua primeira derrota na CCJ (Comissão de Constituição de Justiça) da Câmara dos Deputados, que aprovou, com 50 votos favoráveis e cinco contrários, um requerimento de inversão de pauta. Com isso, a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) do orçamento impositivo passa à frente e será discutida antes da reforma.

Entenda os pontos do Ibovespa


ibovespa
Getty Images

A lista de empresas que integram o Ibovespa pode ser consultada a qualquer momento no site da B3

De forma resumida, os pontos divulgados no noticiário representam o preço das ações que compõem o  Ibovespa  multiplicado pela quantidade teórica de ações, que é divulgada diariamente pela B3. Anunciar que o Ibovespa encerrou o dia em 94.491 pontos, como aconteceu ontem, é como dizer que um investidor hipotético que queira comprar os mesmos papéis pertencentes ao índice deve desembolsar exatamente R$ 94.491,00.

Essa carteira hipotética de ações é reformulada pela  B3  a cada quatro meses, mas a  metodologia do sistema de pontos é a mesma desde a criação do Ibovespa, tendo passado apenas por algumas readequações para facilitar sua divulgação. A última foi em 1997, quando o total de pontos foi dividido por 10. A lista de empresas que integram o índice pode ser consultada a qualquer momento no site oficial da B3.

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Fonte: IG Economia
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Aeroporto de Guarulhos movimentou 142 t de mercadorias no semestre

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O Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de São Paulo, administrado pela GRU Airport Cargo, em Guarulhos, atingiu 44% da quota de mercado de importação, em junho de 2019, e 42% no primeiro semestre do ano. Segundo a concessionária que administra o terminal, o total de cargas movimentadas no período foi de 142.024 toneladas (t), sendo 73.696 t de importação e 68.327 t de exportação.

Segundos os dados, divulgados hoje (23), no primeiro trimestre de 2019 o volume transportado de 23.263 t foi 1% maior que nos três primeiros meses de 2018. No ano passado, o terminal de cargas do aeroporto internacional encerrou as operações com um recorde geral de movimentação com 161.366 t de cargas importadas, o que representa 9% a mais que em 2017. Foram exportadas 144.538 t de mercadorias, 7% a mais do que no ano retrasado.

“Importante para esse crescimento foi a conquista de novas frequências de voos cargueiros regulares procedentes da Europa, Estados Unidos e Ásia, operados pelas companhias Qatar, Latam Cargo, Lufthansa, Turkish Airlines e Ethiopian Cargo. Com isso, importadores e exportadores contam com maior capacidade para embarques que requerem aeronaves puramente cargueiras”, disse a GRU Airport por meio de nota.

 
Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC
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Economia

Arrecadação chega a R$ 119,9 bilhões, a maior para junho desde 2014

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A arrecadação das receitas federais somou R$ 119,946 bilhões, em junho de 2019, informou hoje (23) a Secretaria da Receita Federal do Ministério da Economia. O crescimento real (descontada a inflação) comparado ao mesmo mês de 2018 chegou a 4,68%. É o maior resultado para o mês desde junho de 2014 (R$ 120,384 bilhões).

No primeiro semestre, a arrecadação chegou R$ 757,595 bilhões, com aumento real de 1,8%. O valor corrigido pela inflação chegou a R$ 763,321 bilhões, o maior volume arrecadado no período também desde 2014, quando chegou a R$ 773,496 bilhões, em valores corrigidos pela inflação.

As receitas administradas pela Receita Federal (como impostos e contribuições) chegaram a R$ 116,729 bilhões, em junho, com aumento real de 4,43%, e acumularam R$ 726,647 bilhões nos seis meses do ano, alta de 1,17%.

As receitas administradas por outros órgãos (principalmente royalties do petróleo) totalizaram R$ 3,217 bilhões, no mês passado, e R$ 30,948 bilhões, no primeiro semestre, com crescimento de 14,3% e 19%, respectivamente, em comparação com iguais períodos de 2018.

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Impactos na arrecadação

O chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias, afirmou que o aumento da arrecadação em junho comparado ao mesmo mês de 2018 foi influenciado pela greve dos caminhoneiros no passado. Segundo a Receita, “a paralisação impactou, negativamente, a base de alguns tributos, notadamente, de tributos que incidem sobre a produção e comercialização de bens e serviços deprimindo a base de arrecadação de 2018”.

Malaquias lembrou que, em junho do ano passado, houve “bloqueio da saída de todas as indústrias”, o que levou a menor arrecadação. “Em junho de 2018 foram contabilizados todos os efeitos da greve dos caminheiros. A base de comparação estava muito baixa”, afirmou.

Já o resultado acumulado no ano foi impactado pelo aumento da arrecadação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Esses tributos tiveram crescimento real de 12,27% no recolhimento. “Esse resultado decorre da melhora no resultado das empresas [no ano passado, com recolhimento neste ano], especialmente das empresas não financeiras, e das arrecadações atípicas, no mês de fevereiro de 2019, no montante de aproximadamente R$ 4,5 bilhões”, diz a Receita, em seu relatório.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC
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