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Lei no Rio propõe multa ‘dura’ e final da fila de vacina em caso de aglomeração

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Quadra de escola de samba no Rio recebe evento religioso e gera aglomeração
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Quadra de escola de samba no Rio recebe evento religioso e gera aglomeração

Um projeto de lei protocolado nesta quinta-feira (4) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) prevê que quem fizer festa clandestina ou promover aglomerações durante a pandemia deverá ser excluído de qualquer prioritário da vacinação contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2), além de pagar uma multa de aproximadamente R$18.500.

Na capital, um decreto com medidas mais restritivas de combate à pandemia foi publicado nesta quinta-feira (4), proibindo eventos como festas, shows e rodas de samba.

De acordo com o projeto 3778/2021, de autoria do deputado Pedro Ricardo (PSL), a pessoa que for enquadrada na lei poderá ser vacinada só quando houver distriuição de vacina em massa.

Atualmente, a vacinação nas cidades do Rio se encontra na primeira fase do Plano Nacional de Imunização ( PNI ), em que são vacinados trabalhadores da saúde (como médicos e enfermeiros), categorias de apoio (como recepcionistas e seguranças) e pessoas com mais de 60 anos.

O Rio de Janeiro já vacinou 575.332 pessoas, ou 3,31% de sua população, segundo o último boletim do consórcio de veículos da imprensa.

Lei do ‘Fura-fila’

Na última terça-feira (2), a Alerj aprovou, por unanimidade, um projeto de lei que pune quem desrespeitar a ordem de prioridade dos grupos de vacinação no estado com multa de cerca de R$37.000.

O projeto 3504/2021 também acarreta outras sanções, como a instauração de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) se a infração for cometida por servidor público estadual, seja ele efetivo ou comissionado, e imediato desligamento do colaborador contratado em regime celetista, inclusive mediante terceirização de mão de obra, tanto para os beneficiários quanto para beneficiados. O texto segue para sanção do governador em exercício Claudio Castro.

Na última quinta (4), o Brasil bateu, pelo sexto dia consecutivo, o recorde de média móvel de mortes: 1.361. O cálculo é 30% maior do que o registrado duas semanas atrás. Nas últimas 24h, o país contabilizou 1.786, elevando para 261.188 o total de vidas perdidas para o coronavírus .

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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida

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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida
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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida

Priscila Guilherme Sena, advogada do babá do menino Henry, Thayná de Oliveira Ferreira , revelou ao portal Uol que a cuidadora está triste, abalada mentalmente e que deseja ser esquecida durante as investigações.

“Eu só quero estar reclusa cada vez mais e ser esquecida. Estou priorizando a minha saúde mental e minha paz interior. Estou muito triste com tudo isso. Eu só rezo todos os dias para que tudo seja resolvido o mais rápido possível”, relatou a babá Thayná.

Sena informou os bastidores do depoimento dado pela sua cliente no dia 12 de abril. Segundo a advogada, “Thayná se emocionou bastante nos momentos em que lembrava do menino. Ficava dizendo que ele era muito carinhoso.”

Dado momentos das investigações, a babá esteve apreensiva em ser detida. “Ela [Thayná] me perguntou: ‘Doutora, eu vou ser presa ?’. Eu só falei que ela precisava contar a verdade. Aí, ela me contou exatamente o que está no depoimento, relatando os três casos de agressões, quando o menino aparecia machucado [após estar com Jairinho].”


A advogada da babá falou sobre a mudança no depoimento durante as investigações e atribuiu as diferentes versões a ‘ pressão ‘ sofrida pelo ex-advogado do Jairinho , André França Barreto.

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Funcionários de hospital no Pará dizem que parede falsa escondia respiradores

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 Funcionários de hospital no Pará dizem que parede falsa escondia respiradores
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Funcionários de hospital no Pará dizem que parede falsa escondia respiradores

Respiradores novos e sem utilização prévia foram descobertos numa espécie de “parede falsa” dentro de sala no  Hospital Regional Abelardo Santos, localizado em Icoaraci, 20 km de Belém-PA . Vistoria realizada no local descobriu 19 unidades dos ventiladores pulmonares durante a troca da gestão da Organização Social de Saúde (OSS). As informações são da CNN .

O governo do Pará confirmou a existência dos respiradores novos e guardados, porém negou que os aparelhos estivessem estocados numa ‘parede falsa’. De acordo com os governantes, uma comissão interna apurará a razão dos ventiladores não terem sido utilizados durante toda a pandemia.

Uma funcionária, que preferiu manter a sua identidade anônima, afirmou que os respiradores estavam guardados no auditório do prédio e que, para acessá-los, foi preciso quebrar uma parede do prédio.


A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará não divulgou o valor pago por cada equipamento inutilizado e nem a data da aquisição dos aparelhos. No entanto, a pasta afirmou que uma análise técnica foi realizada nos ventiladores pulmonares e que os mesmo foram disponibilizados para uso imediato. O estado do Pará registra ocupação nos leitos de UTI acima de 80%.

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