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Política MT

Lei de desvinculação do Corpo de Bombeiros da PM em Mato Grosso completa 26 anos

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Lei Complementar de Romoaldo Júnior, garantiu autonomia administrativa e financeira ao órgão, hoje é subordinado ao Governador do Estado e vinculado a Sejusp

No dia 28 de outubro de 1994, há exatos 26 anos, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, desvinculava-se da Polícia Militar, por meio de Lei Complementar nº 32, de 10 de outubro de 1994 (D.O. 10.10.94), de autoria do deputado estadual Romoaldo Júnior (MDB). A separação garantiu autonomia administrativa e financeira ao órgão que hoje é subordinado hierarquicamente ao Governador do Estado e vinculado à Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

Em visita ao gabinete do parlamentar, o tenente-coronel, Dércio Santos da Silva, coordenador geral do Comitê Temporário Integrado Multiagências de Coordenação Operacional de Mato Grosso (Ciman) e diretor adjunto operacional do Corpo de Bombeiros – disse que a lei garantiu amparo e legitimidade à corporação, permitindo até mesmo, concurso exclusivo na área.

Aprovado na primeira turma de bombeiros de Mato Grosso, chamada de ‘Turma Pioneira’ do CBMMT, o tenente-coronel disse que o concurso foi uma grande oportunidade que se abriu para vários tenentes temporários do Exército Brasileiro, inclusive para ele.

“O deputado Romoaldo é um político visionário, graças à propositura dele, foi realizado o concurso que ocorreu dois meses após a promulgação da lei“, reconheceu Dércio que está à frente da batalha contra os incêndios florestais em Mato Grosso e, em destaque, na Operação Transpantaneira II de combate ao fogo em todo o Pantanal mato-grossense, considerado um dos maiores da história.

 

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Abílio voltar a falar sobre o “caso paletó” e conclama eleitores para reta final da campanha

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Abilio e o vice Felipe Wellaton, que subiram o tom contra Emanuel Pinheiro na TV [Foto Assessoria]

Candidato do Podemos a prefeito de Cuiabá, Abílio Júnior, e o seu vice, vereador Felipe Wellaton (Cidadania), vieram com um discurso duro contra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), candidato à reeleição, no horário eleitoral desta quarta-feira (25). Abílio e Wellaton argumentam que venceram a primeira batalha, e que agora precisam do apoio para vencer a guerra contra a corrupção.

“Estamos lutando para tirar o paletó há três anos”, diz Wellaton. “Nós já batemos uma parte da meta, você já tirou onze paus mandados. Agora falta o chefe do bando, que já virou réu na Justiça Eleitoral”, completa Wellaton.

“Neste domingo, o juiz é você, e vamos tirar o paletó de lá”, conclama o candidato Abílio Júnior. “Vamos mandar embora o governo vergonha nacional”, completa o candidato a vice-prefeito no vídeo exibido no horário eleitoral.

O programa eleitoral de Abílio Júnior mostrou imagens da delação do ex-governador Silval Barbosa, e do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), recebendo maços de dinheiro das mãos do ex-chefe de gabinete de Silval, Sílvio Corrêa. O trecho usado faz parte de reportagem do Jornal Nacional divulgada quando ocorreu o escândalo de propina a deputados de Mato Grosso.

Mostrou também trechos de depoimentos de Sílvio Corrêa na Câmara de Cuiabá, quando interrogado por Abílio e pelo o vereador Marcelo Bussiki (DEM), sobre o caso, afirmando que era propina o valor entregue ao prefeito cuiabano.

 

 

 

 

 

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Prefeito diz que licitação já havia sido anulada e que foi alvo de ação “truculenta e desnecessária” da Polícia Civil

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Zé do Pátio foi alvo de operação esta manhã por suposta fraude na compra de material de combate à Covid

O prefeito de Rondonópolis José Carlos do Pátio concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira (25) junto com o procurador geral do Município, Anderson Flávio de Godoi sobre a Operação Stop Loss do Ministério Público do Estado (MPE) que cumpriu mandados de busca e apreensão na Prefeitura de Rondonópolis.

O prefeito afirmou que foi surpreendido com a operação, que foi truculenta e sem necessidade, já que havia encaminhado ao Tribunal de Justiça e à Delegacia Especializada de Combate à Corrupção uma petição na qual se colocava inteiramente à disposição das autoridades para prestar todas as informações necessárias em relação ao inquérito da Operação Stop Loss, fornecendo inclusive qualquer documento que fosse solicitado.

“Apesar da colaboração efetiva da prefeitura na apuração dos fatos não recebemos os documentos e informações sobre as investigações, mesmo com inúmeras solicitações dos nossos advogados e procuradores, o que viola o nosso direito de defesa e compromete a prestação de esclarecimentos à sociedade”, complementou o prefeito e acrescentou que é de seu interesse que as investigações transcorram de modo adequado, legal e transparente e que sejam concluídas o mais rapidamente possível.

O procurador geral do município ressaltou também que a administração já havia tomado todas as providências necessárias, antes mesmo de iniciada qualquer investigação, com a anulação dos procedimentos de licitação e não aquisição dos materiais referentes aos processos de licitações 037, 038 e 039/2020. “A administração em nenhum momento criou qualquer embaraço para prestar informações e sempre tivemos à disposição da Justiça e do Ministério Público”.

Anderson Godoi destacou ainda que o entendimento da administração municipal é de que é desnecessário este tipo de operação, já que em nenhum momento foram solicitadas informações acerca do inquérito, além de estar claro que não houve a compra de nenhum dos produtos destas licitações, ou seja, não houve gastos e portanto nenhum dano ao erário.

Sobre medidas que devem ser adotadas pela administração municipal o procurador geral afirmou que: “A Procuradoria do Município agirá na medida do necessário dentro do inquérito em defesa do interesse público”.

 

 

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