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Lava Jato denuncia ex-diretores da Dersa por lavagem de R$ 60 milhões em propina

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Ex-diretores da Dersa são denunciados por lavagem de dinheiro pelo MPF
Antonio Cruz/ABr

Ex-diretores da Dersa são denunciados por lavagem de dinheiro pelo MPF

A força-tarefa da Lava Jato em São Paulo denunciou, nesta terça-feira (29), os ex-diretores da Dersa, Paulo Vieira de Souza e Mario Rodrigues Junior, e outras três pessoas pela lavagem de mais de R$ 60,7 milhões.

As propinas, segundo a denúncia, foram recebidas no âmbito de obras viárias realizadas nas gestões dos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra, que foram governadores do estado de São Paulo. Os ex-governadores paulistas não são alvos desta denúncia.

Além dos ex-diretores da Dersa, José Rubens Goulart Pereira, sócio da Galvão Engenharia e ex-diretor da Andrade Gutierrez, também foi denunciado pelo MPF.

O ex-diretor da Galvão Engenharia contou com a colaboração de seu irmão, Cristiano Goulart Pereira, que também denunciado. Segundo as investigações, ele atuava como representante dos ex-diretores da Dersa na movimentação de contas na Suiça  e facilitava as transações ilícitas.

Esta denúncia dá sequência às ações por lavagem de dinheiro já instauradas pelo MPF contra os integrantes do grupo que fraudou licitações do Rodoanel Sul e do Sistema Viário Estratégico Metropolitano de São Paulo.

Segundo os procuradores, os denunciados usaram contas mantidas na Suíça e abertas em nome de ‘offshores’, servindo para receber pagamentos ilegais vinculados ao Grupo Galvão Engenharia entre os anos de 2005 e 2009.

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PF faz operação contra grupo que pede intervenção e prisão de ministros do STF

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Agência Brasil

PF faz operação contra grupo que pede intervenção militar e prisão de ministros do STF

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (27), uma operação para investigar um grupo que fazia propaganda em redes sociais para pedir a intervenção militar e a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal  (STF).

Um dos alvos do operação é  Renan Silva Sena,  ex-funcionário do Ministério dos Direitos Humanos, que foi demitido após divulgar vídeo com ofensas a autoridades do Supremo. A operação Estabilidade cumpre três mandados de busca e apreensão em Brasília (DF), Uberlândia (MG) e Taboão da Serra (SP).

Segundo a PF, a força-tarefa teve início após a publicação de um vídeo realizado na frente do prédio do STF, por dois dos investigados. “Com o aprofundamento das análises, foi possível constatar a participação deles em diversos atos do tipo, inclusive com a arrecadação de fundos para financiar o movimento”, disse a PF.

Os envolvidos são investigados por crimes que envolvemquestão de Segurança Nacional, por fazerem propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social. As penas para esse tipo de crime variam de 1 a 4 anos de detenção ou reclusão.

Já conhecido das autoridades

Renan Sena é apoiador do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em junho deste ano, ele foi detido pela Polícia Civil por crimes de calúnia e injúria, após divulgar vídeo com ofensas contra autoridades e o governador do DF,  Ibaneis Rocha  (MDB). Mas, foi liberado após assinar um termo de comparecimento em juízo.

Além disso, Sena também é suspeito de “narrar o vídeo” em que manifestantes lançam fogos de artifício contra o Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 13 de junho.

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Flordelis vai à 2° audiência no qual é ré pela morte do pastor Anderson

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Flordelis e o marido, pastor Anderson

A deputada federal Flordelis dos Santos de Souza chegou ao fórum de Niterói, na Região Metropolitana do Rio , às 9h desta sexta-feira, dia 26, para a segunda audiência do processo no qual é ré pela morte do marido. Ela estava acompanhada do seu advogado, Anderson Rollemberg.

A parlamentar é acusada de ser mandante do assassinato do pastor Anderson do Carmo em junho de 2019. Na sessão, marcada para começar às 9h, serão ouvidas testemunhas de acusação. Flordelis é ré no processo junto com outros sete filhos e um neto, além de um policial militar e sua esposa.

Flordelis foi a primeira a chegar no plenário. Cerca de dez minutos depois, os outros réus, que estão presos, foram conduzidos à sala de audiência. A juíza advertiu todos de que eles são proibidos de se comunicar e ameaçou tomar outras medidas caso não fosse atendida.

Na primeira audiência, no dia 13 de novembro, foram ouvidas cinco testemunhas de acusação, entre elas os dois delegados que conduziram as investigações, Bárbara Lomba e Allan Duarte.

Flordelis é a única dos 11 réus que não está presa. Em razão de sua imunidade parlamentar, ela só poderia ser presa em flagrante delito por crime inafiançável. Há pouco mais de um mês, a deputada está sendo monitorada por tornozeleira eletrônica.

Foram decretadas ainda outras medidas cautelares, como proibição de contato com outros réus no processo e também com quatro pessoas que ainda são investigadas por suspeita de participação no crime.

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