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Policial

Laudo confirma que agente levou 3 tiros nas costas disparados por vereador

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Silvana Ribas – A Gazeta – Laudo de necropsia confirma que o agente socioeducativo Alexandre Miyagawa de Barros, 41, foi alvejado por 3 disparos pelas costas. Documento foi encaminhado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) juntamente com o laudo de local de crime na quarta-feira (13) à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação.

Conforme a Politec, ainda não há previsão para entrega do laudo de balística das armas da vítima e do vereador por Cuiabá, Marcos Paccola. Outro laudo importante aguardado para a conclusão do inquérito é o de extração dos dados dos dois aparelhos celulares de Paccola, apreendidos na quarta-feira (13). O material será analisado e subsidiará o inquérito policial.

A expectativa é que o inquérito seja finalizado ainda na próxima semana e encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPE). Alexandre foi morto por Paccola na noite do dia 1º de julho, em via pública e diante de diversas testemunhas, na área do entorno da Praça 8 de abril.

As investigações, desde o início, são acompanhadas por 4 membros do MPE que atuam no Núcleo de Defesa da Vida, que na segunda-feira (11) representaram pela prisão do vereador e a apreensão dos celulares dele para extração de informações. Pedido de prisão foi negado pelo judiciário que autorizou apenas a busca e apreensão dos aparelhos, cumprida na quarta-feira (13), na residência de Paccola.

Logo após desferir 3 disparos contra o agente que estava de costas, Paccola se apresentou na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), alegando que matou Alexandre em legítima defesa, por acreditar que ele iria atirar contra a companheira dele que caminhava logo a sua frente.

Imagens de uma câmera de segurança registraram a movimentação anterior ao homicídio e o momento dos disparos são parte do inquérito policial e já foram analisadas. Mostram quando a namorada da vítima, Janaína Sá, entra em conflito com frequentadores de uma distribuidora. Alexandre tenta, por diversas vezes, afastar a namorada do local, até que retira a arma da cintura e a segura acima da cabeça. Depois abaixa, sai caminhando, momento que é alvejado e cai.

 

 

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Policial

Maconha é apreendida na BR 364 em Rondonópolis

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Na tarde de ontem (09), a Polícia Rodoviária Federal apreendeu cerca de 30 kg de maconha em um ônibus.

A ocorrência aconteceu na BR 364, município de Rondonópolis, quando um ônibus foi parado para fiscalização.

Durante a verificação dos passageiros, uma mulher apresentou bastante inquietação e nervosismo e a todo momento entrava em contradição a respeito da viagem, o que gerou suspeita por parte da equipe policial.

Indagada se possuía bagagens, informou que não possuía, porém estava em posse de tickets de bagagem despachada. Com isso, foi realizada uma busca com o cão de faro no compartimento externo, o qual indicou presença de ilícitos ao farejar duas malas.

Ao verificar a identificação das bagagens, constatou-se que a numeração dos tickets eram iguais às da passageira que tinha sido fiscalizada inicialmente.

Em virtude disso, os policiais abriram as malas pertencentes à passageira e encontraram a quantidade de 38 tabletes de droga, pesando um total de 30 kg de maconha.

Perguntada sobre o ilícito, a mulher afirmou ter pego em Foz do Iguaçu e entregaria na cidade de Rio branco/AC.

Diante dos fatos, a passageira foi detida, a princípio, pelo crime de tráfico e foi encaminhada à Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Rondonópolis

Fonte: PRF MT

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Policial

Após denúncia, Polícia Federal resgata homens de trabalho escravo em fazenda de MT

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Guiratinga/MT. A Polícia Federal participou, nesta terça-feira (9), de ação de fiscalização do Ministério Público do Trabalho e Ministério do Trabalho e Emprego em uma fazenda na área rural de Guiratinga.

A ação foi motivada por uma denúncia sobre a possível prática de redução de condição análoga à escravidão nessa localidade. O proprietário do imóvel já havia sido autuado anteriormente, pelo mesmo motivo, em 2016.

Após a auditoria, observou-se que parte da notícia anônima procedia. Por isso, foi realizada a autuação administrativa do proprietário e a libertação de 3 trabalhadores.

O provável crime de redução a condição análoga à de escravidão será investigado pela Polícia Federal.

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