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Lada Niva renasce com o sobrenome Bronto na Rússia

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Lada Niva Bronto mantém a silhueta tradicional originada de 1977. No Brasil, modelo foi vendido nos anos 90
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Lada Niva Bronto mantém a silhueta tradicional originada de 1977. No Brasil, modelo foi vendido nos anos 90

Desde 1977 no mercado, o Lada Niva se mantém desde então com a mesma construção básica atualizando muito pouco e para 2021 não seria diferente. A atualização mais marcante e até provocativa, digamos, veio do nome Bronto , e não Bronco como o consagrado jipe da Ford dos anos 60 e que ganhou uma releitura em 2021.

Mas vamos às novidades. O Lada Niva Bronto 2021 já está à venda na Rússia e não será lançado nos mercados globais. Baseia-se no topo de gama Niva Legend de três portas e pode ser encomendado nos níveis de acabamentos Luxe e Prestige.

Luxe, por exemplo, conta com rodas de 15 polegadas calçadas em pneus para terrenos de lama, extensões de arco de roda, para-choques de aço e trilhos de teto. Já o  Prestige traz de diferente para-choques maiores em plástico, grade do radiador exclusiva, proteção para as soleiras laterais e para as cavas das rodas e faróis de nevoeiro dianteiros.

Ambos os modelos podem ser adquiridos com um acabamento em pintura de camuflagem e luzes de trilha montadas no teto por um custo adicional. Vale lembrar que o Lada Niva chegou a ser vendido no Brasil no início do anos 90 e conquistou uma legião de fãs com toda robustez e valentia do sistema de tração 4×4 com reduzida.

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Interior do Lada Niva Bronto inclui painel mais moderno que o original, mas sem perder a  o estilo rústico
Divulgação

Interior do Lada Niva Bronto inclui painel mais moderno que o original, mas sem perder a o estilo rústico

Apesar de não ter divulgado nenhuma foto do interior até o momento, a montadora russa afirma que o novo Niva Bronto 2021 virá com novos sistema de controle de temperatura, bancos dianteiros mais confortáveis, amortecimento sonoro extra e console central modificado, além de o que eles chamam de “várias outras melhorias estilísticas e técnicas”.

Os bancos dianteiros e espelhos laterais aquecidos e o ar condicionado já eram itens de série na versão Legend.  O sistema de tração nas quatro rodas, completo com diferenciais de travamento dianteiro e traseiro (além do travamento central instalado como padrão em toda a linha), bem como suspensão reforçada e eixo traseiro, estão incluídos.

Traseira  também  se manteve próximo da versão original do final dos anos 70. Para choque envolvente é uma das mudanças
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Traseira também se manteve próximo da versão original do final dos anos 70. Para choque envolvente é uma das mudanças

A potência, por outro lado, é fornecida pelo mesmo motor a gasolina de 1,7 litro de aspiração natural, que desenvolve 82 cv e 13,15 kgfm de torque. A troca de marchas é feita manualmente por meio do câmbio manual, de cinco marchas. No Niva Legend , a aceleração de 0 a 100 km/h em 17 segundos e a velocidade máxima é de 142 km/h .

Fonte: IG CARROS

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Veja 5 carros nacionais que são réplicas de modelos europeus

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Esportivos clássicos europeus são caros até mesmo para os brasileiros mais abastados. Some isso à proibição das importações até a década de 90 e teremos um cenário repleto de cópias para aqueles que querem se diferenciar no trânsito.

Partindo disso, a reportagem do iG Carros relembra 5 esportivos brasileiros que na verdade são cópias de modelos europeus. Acompanhe a lista.

1 – Chamonix 550 Spyder

Chamonix 550 Spyder era réplica do Porsche 550; tinha motor 2.0 da Volkswagen
Garagem do Bellote

Chamonix 550 Spyder era réplica do Porsche 550; tinha motor 2.0 da Volkswagen

A Chamonix foi criada em 1987 para produzir réplicas de modelos clássicos da Porsche . Diferentemente do que muitos pensam, a empresa era autorizada pela matriz alemã a produzir réplicas para abastecer não apenas o mercado brasileiro, como também países vizinhos. O mais lembrado é o Chamonix 550 Spyder , réplica do Porsche 550 .

O modelo traz carroceria de fibra de vidro, chassi tubular e motor Volkswagen da família AP, capaz de desenvolver aproximadamente 120 cv de potência. Já o Porsche 550 foi produzido até 1956 e tinha motor 1.5 de 110 cv de potência. Para sua época, era um foguetinho.

2 – MP Lafer

Antes de produzir móveis, a Lafer teve uma réplica do MG TD no Brasil
Garagem do Bellote

Antes de produzir móveis, a Lafer teve uma réplica do MG TD no Brasil

Em 1974, a Lafer decidiu começar a produzir réplicas do modelo inglês MG TD para o mercado brasileiro. Assim como vários carros ‘fora de série’ de sua época, era repleto de componentes de modelos da Volkswagen . O próprio motor 1.600 era utilizado no Fusca e na Variant .

Estima-se que cerca de 4,3 mil unidades do MP Lafer foram produzidas entre 1974 e 1990. Desde seu último ano de produção, a empresa passou a focar na produção de móveis para residências e escritórios, atividade em que segue atuando até os dias de hoje. 

3 – Fera XK

Fera XK era o Jaguar XK 120 que o brasileiro podia comprar; tinha motor de Chevrolet Silverado
Garagem do Bellote

Fera XK era o Jaguar XK 120 que o brasileiro podia comprar; tinha motor de Chevrolet Silverado

Quem procura um carro super-exclusivo pode se dar bem com o Fera XK , réplica fiel do Jaguar XK 120 . Ele era produzido com motor seis cilindros da Chevrolet Silverado (desenvolvendo 138 cv de potência), suspensão de Opala e câmbio de cinco marchas do Omega.

O modelo é extremamente raro no mercado de carros clássicos, onde uma unidade em bom estado pode passar de R$ 130 mil.

4 – Phoenix

A restauradora Phoenix chegou a produzir réplicas do Mercedes 280 SL Pagoda em meados de 1970. Ele tinha motor de seis cilindros do Opala, câmbio manual de quatro marchas e espaço para dois ocupantes.

Atualmente, o Phoenix Studio foca apenas na restauração de modelos clássicos, como os poucos Cadillac antigos que rodam no Brasil. 

5 – L’AutoCraft

L'Autocraft era réplica do Alfa Romeo P3 da década de 1930
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L’Autocraft era réplica do Alfa Romeo P3 da década de 1930

Outro modelo que chamou atenção no Brasil dos anos 80 foi o L’autocraft , produzido na Barra do Piraí (RJ). Além de réplicas de Alfa Romeo , Dimo, Ford 1929 e Bugatti, a marca se destacou no segmento dos buggys.

Assim como várias outras pequenas produtoras de modelos fora de série, a L’AutoCraft não resistiu à abertura das importações em 1990. Encerrou suas atividades em 1997.

Fonte: IG CARROS

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Anulados mais de 126 mil processos com mais de 20 pontos na CNH

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Os motoristas que ainda não receberam o aviso de cancelamento podem acompanhar por meio dos canais digitais
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Os motoristas que ainda não receberam o aviso de cancelamento podem acompanhar por meio dos canais digitais

O Departamento de Trânsito do Estado de São Paulo (Detran.SP) anula 126.957 mil processos de suspensão do direito de dirigir de motoristas que tinham 20 pontos ou mais na CNH que estavam aguardando julgamento e que não se enquadravam na determinação do novo Código Brasileiro de Trânsito (CTB).


Em vigor desde o dia 12 de abril deste ano, o novo CTB estabelece novas regras que passaram para 20 pontos no período de 12 meses, com duas ou mais infrações gravíssimas; 30 pontos com uma infração gravíssima e 40 pontos sem nenhuma infração gravíssima ou se o condutor exercer atividade remunerada.

Vale lembrar que antes da medida, até março de 2021, o limite da pontuação para infrações de trânsito que geravam a suspensão da CNH era de 20 pontos.

De acordo com Raul Vicentini, Diretor de Habilitação do Detran.SP, a pessoa não precisa ir a uma unidade do Poupatempo ou Detran solicitar o cancelamento porque isso já foi feito automaticamente pelo sistema, e que não caia em golpes de profissionais que estão oferecendo auxílio para efetuar a suspensão junto ao Departamento.

O condutor será comunicado via Correio sobre a decisão. Os motoristas que ainda não receberam a carta encaminhada pelo Detran.SP podem consultar o andamento por meio dos canais digitais –  www.detran.sp.gov.br.

Vale reforçar que os novos limites de pontos na CNH já estão sendo aplicados pelo Detran , conforme determina o novo Código Brasileiro de Trânsito (CTB).

Fonte: IG CARROS

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