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Saúde

Laboratório produz pele humana para substituir testes em animais

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A lei que estabelece novas regras para o uso de animais em testes estipulou o prazo de cinco anos para que os pesquisadores se adaptassem e utilizassem formas alternativas. O prazo de cinco anos termina no dia 24 de setembro deste ano.

A resolução normativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações reconhece o uso de métodos alternativos válidos que possam reduzir ou substituir o uso de animais em atividades de pesquisa. De acordo com a resolução, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) reconhece 17 métodos alternativos. Um desses métodos permite teste da epiderme humana reconstituída.

Laboratório Episkin

Laboratório Episkin – Samuel Allard / Laboratório Episkin

Neste mês, o Laboratório Episkin, que é uma subsidiária da L´Oreal, foi inaugurado no Brasil. O laboratório fica no Centro de Pesquisa & Inovação da L’Oréal, na Cidade Universitária, no Rio de Janeiro.

Pioneiro mundial em reconstrução de pele, o laboratório de bioengenharia de tecidos vai disponibilizar pele reconstruída para testes em produtos. O material produzido pela unidade será utilizado em substituição ao uso de animais como cobaias em testes de produtos. O processo começa com a doação de restos de cirurgias plásticas para o laboratório. Daí se extraem os chamados queratinócitos. Essas células são cultivadas em placas de cultura e, depois de 17 dias em contato com o ar, se proliferam, formando múltiplas camadas de pele.

O laboratório já produziu mais de 5 mil tecidos de pele reconstruídos que foram utilizados no treinamento de mais de 100 pesquisadores no Mercosul, o que possibilitou a implementação de métodos alternativos em diversos laboratórios interessados em reduzir ou substituir os testes em animais.

*Matéria alterada às 18h44 para correção de informação e adequação de texto. Diferentemente do informado, o laboratório não pertende à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Edição: Liliane Farias

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Saúde

Covid-19: Brasil registra mais 1.274 mortes e 52.160 casos

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A atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada hoje(11), mostra que o Brasil tem 3.109.630 casos confirmados de covid-19 acumulados desde o início da pandemia. Desse total, 103.026 evoluíram para óbito(3,3%); 2.243.124 pacientes se recuperam da doença (72,1%); e 763.480 estão em tratamento (24,6%). 

Nas últimas 24 horas, passou a fazer parte dessa estatística 52.160 novos casos confirmados e 1.274 mortes. Atualmente, 3.580 óbitos estão em investigação. 

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,3%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 49,0. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1479,7.

Desde o início da pandemia, São Paulo soma 639.562 casos acumulados de covid-19. É o estado com o maior registro da doença, seguido por Bahia (198.767), Ceará (190.550), Rio de Janeiro (182.563) e Pará (169.613). 

São Paulo também lidera o maior número de óbitos causados pela covid-19 (25.571). Em seguida, estão Rio de Janeiro (14.212), Ceará (8.011, Pernambuco (7.008) e Pará (5.901). 

 

Boletim epidemiológico covid-19Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Anvisa quer reforçar medidas contra novo coronavírus em aeroportos e aeronaves

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai abrir uma consulta pública sobre o reforço nas estratégias de combate à covid-19 em aeroportos e aeronaves. O texto com a proposta de resolução será publicado em breve no Diário Oficial da União, estabelecendo prazo de 15 dias para o envio de contribuições.

Campanha é lançada para valorizar profissionais de saúde

Em meio ao aumento de casos de profissionais de serviços essenciais afetados pelo novo coronavírus, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha lançou a campanha Valorize o Essencial. A proposta é combater o estigma e fomentar o respeito e o apoio aos que estão na linha de frente no combate à pandemia.

A entidade ressaltou que, desde o registro das primeiras infecções, os profissionais estão expostos a alto risco de contaminação. Dados do Ministério da Saúde mostram que 23,3 mil profissionais de saúde foram diagnosticados com o novo coronavírus. Desses, 196 morreram oficialmente por covid-19, sendo que mais óbitos estão sendo investigados.

 

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Laboratório russo não procurou Anvisa para realização de testes de vacina

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vacina Rússia
Ministério da Saúde da Rússia

Vacina foi testada em humanos em menos de dois meses antes de receber aprovação


O Instituto Gamaleia de Moscou, responsável pela Sputnik V, nova vacina anunciada pela Rússia , não procurou a a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para realização de testes ou de registro no Brasil.


O país anunciou que teve aprovação do Ministério da Saúde para regularizar a vacina, que foi testada apenas ao longo de dois meses em humanos. Segundo a Rússia, existem países latino-americanos fechando propostas para começar a produzir a vacina em novembro.

Uma dessas localidades é o estado do Paraná, que anunciou ter feito acordo com o país para produzir a Sputnik V. O governador João Doria (PSDB), de São Paulo, já afirmou que o estado não deve participar da parceria, caso seja mostrado interesse pelo laboratório russo.

“A análise da Anvisa começa a partir da solicitação do laboratório farmacêutico.​ Desta forma, não é possível para a Agência fazer qualquer avaliação ou pronunciamento em relação a segurança e eficácia deste produto antes que tenha acesso a dados oficiais apresentados pelo laboratório”, afirmou a Anvisa em nota.

Os estágios apontados pela Anvisa para pesquisa de medicamentos ou de vacinas para a imunização ou tratamento de qualquer doença se deve pelas seguintes etapas:

Desenvolvimento exploratório,
Pesquisa pré-clínica,
Pesquisa clínica, que é a aplicação em humanos
Registro.

A Anvisa afirma que, caso o laboratório queira testar no País, deve fazer solicitação ao órgão, que deve liberar ou barrar a avaliação em prazo de 72 horas.

Fonte: IG SAÚDE

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