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Justiça recebe ação e determina bloqueio de R$ 1,9 milhão de Riva, Bosaipo e mais quatro pessoas por desvios na Assembleia

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Os valores teria sido desviados por meio de pagamento à empresas de fachada utilizado cheques da Assembleia

A Vara Especializada em Ação Cível Pública e Ação Popular de Cuiabá, determinou o bloqueio de R$ 1,9 milhão dos ex-deputados estaduais José Riva, Humberto Bosaipo e outras quatro pessoas. A decisão é do juiz Bruno D’Oliveira e foi publicada no Diário Oficial de Justiça desta sexta-feira (8). Além dos ex-parlamentares, figuram como réus na ação o ex-secretário de Finanças  da Assembleia Legislativa Guilherme da Costa Garcia, os irmãos contadores José Quirino Pereira e Joel Quirino Pereira e o ex-assessor de Riva, Geraldo Lauro. Ação contra Nivaldo de Araújo, já falecido, foi extinta.

A ação é referente ao desvio de R$ 1,9 milhão dos cofres da Assembleia Legislativa por meio de pagamento com cheques à empresa de fachada S.N. De Siqueira.

De acordo com denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), Guilherme Garcia e Geraldo Lauro, servidores da Assembleia, teriam atuado como ordenadores de despesas, por integrarem a Mesa Diretora, bem como seriam responsáveis pelos setores de finança, licitação e patrimônio. José Quirino Pereira e Joel Quirino Pereira teriam sido os responsáveis pela criação e preparação das empresas utilizadas para o desvio de recursos públicos, dentre as quais, a apontada S.N. De Siqueira.

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Os pagamentos à empresa eram fraudulentos, pois a mesma era de fachada e os serviços supostamente entregues por ela nunca foram confirmados e que a emissão de cheques da Assembleia Legislativa sempre favorecia os réus. Os cheques eram trocados em factorings de propriedade de João Arcanjo Ribeiro, principal alvo da “Arca de Noé”, deflagrada em dezembro de 2002.

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Mauro tenciona unificar folha salarial e estabelecer pagamento de salários, contratos e 13º em mesma data

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O secretário Mauro Carvalho (Casa Civil) lembrou que esse plano vem desde o primeiro dia de governo

O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, disse, durante o quarto sorteio do programa Nota MT, que o governador Mauro Mendes (DEM) trabalha desde o primeiro dia do seu governo com o foco de pagar a folha do funcionalismo público em um dia único.

_“O governo, desde o primeiro dia de mandato está trabalhando para que tenhamos uma folha de pagamento em um dia único. Porém, o governador só vai tomar essa decisão quando ele tiver a confiança de que a situação econômica do Estado esteja totalmente equilibrada”, destacou o secretário.

Mauro Carvalho disse ainda que a posição do governador vale também para o décimo terceiro salário. “Da mesma forma está o décimo terceiro. O governador não anunciou ainda o pagamento em função de uma série de coisas que depende de terceiros para a gente ver se encaixa e consiga pagar o décimo terceiro salário. Estamos falando de 560 milhões de reais fora a folha de normal de pagamento. São mais de R$ 1 bilhão de reais, então o governador só vai tomar essa decisão quando ele tiver certeza absoluta de que os recursos estejam no caixa do governo”, resumiu.

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Prefeitos em Cuiabá – O secretário fez questão de informar que o governador Mauro Mendes vai aproveitar a assembleia-geral de prefeitos organizada pela Associação Mato-grossense de Municípios (AMM), na semana que vem, dias 18 e 19, para um jantar com os chefes dos municípios mato-grossenses.

No jantar, conforme o Mauro Carvalho, o governador fará uma rápida apresentação sobre a situação do governo com as prefeituras. “O governador deve fazer uma apresentação rápida sobre a situação do governo e vai fazer esse jantar aqui no auditório Clóvis Vetoratto, no Palácio Paiaguás, acompanhado da primeira-dama”.

“É apenas uma prestação de contas e mostrar o que o governo pensa para 2020 para os 141 municípios do Estado. É uma prestação de contas desses 300 dias de governo e ao mesmo tempo, mostrar aos prefeitos o que estamos pensando para 2020”, completou.

Ainda conforme Mauro Carvalho, “na terça-feira (19), nós iremos numa reunião com a diretoria da AMM, vamos discutir uma pauta já pré-estabelecida com a Casa Civil e essa pauta vai ser discutida e o governador vai falar sobre cada um dos 13 itens apresentados pela Associação Mato-grossense dos Municípios”.

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Com sinal verde do TSE, Misael deixará PSB e ingressará no PTB, dizem asessores

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Depois da autorização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) para deixar o PSB do deputado estadual Max Russi, primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Misael Galvão, vai para o PTB do deputado federal Emanuelzinho e do ex-prefeito Francisco Galindo, com o projeto de disputar a reeleição para o Legislativo cuiabano. A infortmação, de bastiores, é de membros da assessoria do vereador.

Galvão fez uma consulta à Corte Eleitoral porque tinha receio de se desfiliar do PSB e ter o seu mandato contestado na Justiça Eleitoral. A decisão do TRE de Mato Grosso foi unânime em favor do presidente da Câmara de Vereadores. A consulta leva a chancela do advogado Rodrigo Cyrineu. Misael Galvão fez questão de argumentar que sua desfiliação do PSB não é por nenhum motivo político. Ele se diz “grato” ao partido e até faz elogios ao presidente estadual da sigla, o deputado Max Russi.

“Conversei com minha família e meu grupo político, estou bem seguro sobre minha decisão. Foi tudo muito bem estudado e hoje deixo o partido com boas e novas propostas para seguir os trabalhos”, conta Galvão. “Fizemos todos os procedimentos corretos e saio com o sentimento de dever cumprido e com muita satisfação por ter passado por esse grupo político. Agradeço a todos pela parceria e pelo trabalho”,  argumentou.

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Mizael Galvão fez questão de destacar que seu projeto é continuar presidente do Legislativo. “Meu projeto é continuar o nosso mandato de presidente da Câmara, produtivo, um mandato muito mais voltado para a sociedade. E meu projeto da reeleição, naturalmente”, completou.

O presidente da Câmara também não descarta a possibilidade de disputar como vice-prefeito.  “Ser vice é uma possibilidade”, diz, argumentando ainda que “não faz política com essa coisa de negociação”.

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