conecte-se conosco


Justiça

Justiça do Rio condena Paty Bumbum e sócia a sete anos de prisão

Publicado

A Justiça do Rio condenou a massoterapeuta Patrícia Silva dos Santos, conhecida como Paty Bumbum, e sua sócia Valéria dos Santos Reis a cinco anos de reclusão em regime inicialmente semiaberto pelo crime de lesão corporal grave, mais dois anos de detenção pelo exercício ilegal da profissão. Elas poderão recorrer da sentença em liberdade. As penas somadas chegam a sete anos de prisão. 

A decisão foi tomada no dia 19 de dezembro de 2019, mas a notícia foi divulgada nesta segunda-feira (13) no site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

O caso das massoterapeutas teve repercussão em julho de 2018, quando as duas foram acusadas de envolvimento na morte da modelo brasileira Mayara da Silva dos Santos, 24 anos, que veio da Dinamarca para fazer preenchimento nos glúteos e acabou morrendo horas depois, devido à aplicação de silicone industrial.

As duas apresentavam-se como biomédicas e realizavam procedimentos estéticos invasivos com a aplicação de silicone industrial, o que é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), chegando a causar deformidades incuráveis em algumas pacientes. Os procedimentos eram realizados em uma casa no bairro de Curicica, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio.

Leia Também:  Governo quadruplica banco nacional de perfis genéticos

Outro acusado de participação nos procedimentos estéticos, Josman da Silva que, de acordo com a denúncia, trabalhava como ajudante da dupla e apresentava-se como enfermeiro, foi absolvido das acusações por não ter sido comprovada a participação dele nos crimes.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Justiça
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Justiça

MP pede na Justiça que Cedae apresente laudos de qualidade da água

Publicado

O Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro ingressou hoje (17) com uma petição na Justiça para determinar que a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Estado (Cedae) dê publicidade a mais de 70 laudos comprobatórios da qualidade da água disponibilizada à população do estado do Rio para atendimento integral à Portaria Consolidadora nº 05/2017, do Ministério da Saúde. Na quarta-feira (15), a companhia disponibilizou em seu portal laudos comprobatórios da qualidade da água, mas que não cumprem recomendação expedida pelo Ministério Público.

De acordo com o MPRJ, a medida é necessária para comprovar o adequado monitoramento e avaliação da potabilidade da água distribuída aos consumidores. Por isso, requer que a empresa apresente o resultado de todas as medições e análises laboratoriais realizadas em amostras de água tratada na saída da Estação de Tratamento de Água (ETA) do Rio Guandu e em todos os pontos de coleta ao longo da rede de distribuição nos últimos quatro anos.

Leia Também:  Saidão de Natal beneficiará 1,5 mil presos no Distrito Federal

A Cedae também deve apresentar um plano de ação de monitoramento e avaliação da potabilidade da água a ser fornecida aos consumidores, bem como de verificação da rede de distribuição, incluindo práticas de gestão e comunicação das informações aos órgãos ambientais e de saúde pública.

A distribuidora deve adotar as medidas necessárias para sanar toda e qualquer inconformidade encontrada nas amostras de água que comprometam a qualidade para consumo humano e doméstico em atendimento aos parâmetros técnicos fixados pelo Ministério da Saúde.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Justiça
Continue lendo

Justiça

Ministério Público denuncia prefeito de Duque de Caxias por corrupção

Publicado

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, e mais duas pessoas, por corrupção. Eles são suspeitos de fazerem pagamento em dinheiro para a elaboração de escrituras imobiliárias fraudulentas, com o objetivo de obter a transferência e registro imobiliários de lotes rurais pertencentes a outras pessoas.

Segundo a denúncia, “Washington Reis e Elói de Oliveira Pinto, cientes da impossibilidade de elaboração de escrituras válidas de compra e venda de lotes, prometeram pagamento de R$ 500 mil ao denunciado Josemar Francisco, Tabelião do 5º Ofício de Notas de Nova Iguaçu para a elaboração de diversas escrituras imobiliárias fraudulentas, tendo o tabelião concordado com a prática criminosa e recebido, no dia 30/06/2014, cerca de R$ 150 mil para dar início ao serviço criminoso acordado”.

“É importante narrar que os denunciados não eram legítimos proprietários ou possuidores dos lotes levados ao 5º ofício de notas. Esses imóveis pertenciam a pessoas humildes que foram enganadas pelos denunciados, ou simplesmente tiveram suas terras tomadas pela ação de grileiros, contando com o suporte político e intimidatório do denunciado Washington Reis, ex- deputado federal e atual prefeito do município de Duque de Caxias”, diz o Ministério Público.

Leia Também:  Índios afetados por lama da Vale elegerão entidade para assessorá-los

A denúncia foi recebida pelo juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Duque de Caxias. A medida pede também o bloqueio de bens de Josemar Francisco no valor de R$ 150 mil.

Defesa

O prefeito de Duque de Caxias esclareceu que, além de político, é empresário do setor imobiliário. E que sua empresa, a WR Participações Ltda, é idônea e respeitada no mercado. “O prefeito repudia as notícias veiculadas na imprensa e se encontra à disposição da justiça para esclarecer os fatos. Desde já, Washington Reis ressalta que não compactua com nenhum tipo de atuação criminosa e que jamais cometeria algum ato de covardia ou injustiça com qualquer cidadão”, disse em nota.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Justiça
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana