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Justiça de Alagoas condena pastor que desejou morte de Paulo Gustavo

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Paulo Gustavo morreu em maio de 2021
Giovana Mori

Paulo Gustavo morreu em maio de 2021

O Tribunal de Justiça do Alagoas condenou a dois anos e nove meses o pastor José Olímpio pelo crime de homofobia contra o humorista Paulo Gustavo. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (27) no TJ-AL, condenou o pastor por afirmar em rede social que estava orando pela morte do artista em abril de 2021. Paulo morreu de complicações da Covid-19 em maio do mesmo ano.

A 14ª Vara Criminal da Capital alagoana substituiu a prisão por penas restritivas de direito. O juiz Ygor Figueiredo condenou o pastor a prestar serviços à comunidade por tempo da pena, durante seis horas semanais e pagará 30 salários-mínimos, revertidos para grupo ou ONG em Alagoas que atue em favor da comunidade LGBTQIA+.

“O pastor ainda teve pena de multa aplicada em 96 dias-multa, cada dia no valor de 1/10 do salário-mínimo vigente à época dos fatos. José Olímpio também foi condenado a pagar as custas processuais”, explica a nota do TJ. No total, o pastor deve pagar R$ 11.635,20. Além do valor, José Olímpio deve pagar as custas processuais. 

Na decisão, o juiz também reiterou que a religião não pode ofender ou estimular a intolerância. “Pronunciamentos de índole religiosa que extrapolem os limites da livre manifestação de ideias, constituindo-se em insultos, ofensas ou em estímulo à intolerância e ao ódio público contra os integrantes da comunidade LGBT, não merecem proteção constitucional e não podem ser considerados liberdade de expressão,  configurando crime”, reforçou.

Fonte: IG GENTE

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Felipe Neto diz que foi ameaçado em estádio: ‘Não me sinto seguro’

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Felipe Neto diz ter sido ameaçado por segurança em estádio de futebol
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Felipe Neto diz ter sido ameaçado por segurança em estádio de futebol

Felipe Neto esteve presente no estádio Nilton Santos na tarde deste domingo para acompanhar o clássico entre Botafogo e Fluminense. Após a partida, o youtuber revelou que foi ameaçado por um segurança do evento. “Estava assistindo ao jogo no meu camarote. Um segurança da empresa Blindados abordou meu motorista na porta e perguntou: ‘de quem é esse camarote?”. Ao ouvir que era meu, respondeu: ‘por favor, tinha que botar uma bomba aí para explodir e não sobrar nada'”, publicou Felipe Neto no Twitter.

Após relatar o episódio, o youtuber revelou que vem sendo alvo de ameaças nos últimos quatro anos e afirmou que não se sente seguro em nenhum lugar.

“Vamos fazer representação contra esse homem, mas esse é o resumo da minha vida nos últimos 4 anos. A qualquer momento, algo pode acontecer comigo. Se isso acontecer, só peço que vocês lembrem quem foram as pessoas responsáveis por alimentar esse ódio contra mim”, escreveu Felipe Neto.

“Não sei como vou me sentir seguro de novo no estádio depois disso. Eu já não me sinto seguro em lugar nenhum fora da minha casa”, completou o youtuber.

O episódio causou espanto nos seguidores e muitos fãs fizeram questão de prestar apoio ao youtuber. Felipe Neto é conhecido por ter personalidade forte e gosta de se posicionar sobre temas polêmicos nas redes sociais.

Apesar da paixão pelo entretenimento, o youtuber nunca escondeu seu amor por futebol. Torcedor fanático do Botafogo, Felipe Neto sempre foi um frequentador assíduo do estádio Nilton Santos.

O relato da ameaça sofrida por Felipe Neto vem repercutindo nas redes sociais. Revoltados com o episódio, muitos internautas vem cobrando uma atitude das autoridades.

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Fonte: IG GENTE

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Hospital abre sindicância e apura crime cometido contra Klara Castanho

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Klara Castanho teve sua intimidade exposta pela equipe médica que a atendeu
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Klara Castanho teve sua intimidade exposta pela equipe médica que a atendeu


Após o vazamento de dados sigilosos de Klara Castanho , o hospital que atendeu a atriz para a realização do parto abriu uma sindicância interna para apurar os fatos e identificar quais funcionários se envolveram na divulgação de informações que nunca deveriam ter sido retiradas dos prontuários.


Em nota enviada a este colunista que vos fala, a Rede D’Or lamentou o vazamento dos dados e afirmou que iniciará a investigação na unidade de saúde que atendeu a atriz.

“A Rede D’Or tem como princípio preservar a privacidade de seus pacientes bem como o sigilo das informações do prontuário médico. O hospital se solidariza com a paciente e familiares e informa que abriu uma sindicância interna para a apuração desse fato”, disse a rede em nota.

A profissional de saúde que vazou as informações à imprensa, quando identificada, infringiu o artigo 154 do Código Penal, que fala sobre a revelação de informações sigilosas e que possam trazer prejuízos ou danos a outrem. Caso venha a ser julgada e culpabilizada, ela poderá ser presa e pegar até um ano de detenção.

Exposição dolorosa

Na noite de sábado (25), Klara Castanho usou suas redes sociais para informar que havia sido vítima de um estupro, que lhe resultou em uma gravidez. A criança foi entregue legalmente à adoção, porém uma enfermeira do hospital em que ela foi atendida procurou alguns veículos para vazar as informações, que estavam sob sigilo desde então.

Em seu desabafo, bastante doloroso, a atriz relata o desprezo que sentiu por parte da equipe médica que a atendeu e também das dores emocionais que a violação ao seu corpo lhe causou. Uma história triste e que merece ser tratada com respeito.

Fonte: IG GENTE

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