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Justiça bloqueia R$ 83 mil de Margarida Bonetti por não pagar multa

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Margarida Bonetti
Reprodução/Instagram/@luisamell

Margarida Bonetti

O Tribunal de Justiça de São Paulo bloqueou cerca de R$ 83 mil de duas contas bancárias de Margarida Maria Vicente de Azevedo Bonetti, conhecida como  a “mulher da casa abandonada”. Segundo a justiça, o motivo é uma dívida com um condomínio localizado na avenida Angélica, no bairro de Higienópolis, uma das áreas mais nobres da capital paulista.

Em 2015, uma parente de Margarida, que residia no edifício, foi flagrada por uma vizinha riscando a parede do hall do apartamento que fica do lado da casa abandonada. Com a falta de pagamento da multa, o condomínio recorreu contra a proprietária do imóvel.

Em 25 de abril deste ano, os representantes do edifício pediram R$ 7.800,30, valor que inclui a multa e o ressarcimento pelas despesas com a pintura do hall, além dos juros, honorários advocatícios e custas do processo.

Por conta da falta de pagamento, a Justiça determinou o bloqueio das contas bancárias da idosa. Do total das duas contas será retirado o valor exigido pelo condomínio, e o restante será devolvido para Margarida.

Mandado na casa abandonada

A Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão no imóvel de Margarida Bonetti no final da tarde desta quarta-feira (20). Segundo as autoridades, a senhora não autorizou a entrada e a polícia precisou quebrar a janela da casa. A ação faz parte de inquérito aberto para investigar se ela sofre de distúrbio psiquiátrico e se foi vítima de abandono de incapaz.

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Os investigadores estiveram no local com peritos para apurar a constatação do crime. O inquérito leva em consideração condições de higiene, edificação e saneamento básico.

A Polícia Civil pede para que a família de Margarida a retire do local, pois considera que a casa não tem condições de abrigar uma idosa.

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Fonte: IG Nacional

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Morre ex-prefeito que disse “morra quem morrer” durante a pandemia

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Fernando Gomes Oliveira morreu aos 83 anos
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Fernando Gomes Oliveira morreu aos 83 anos

Fernando Gomes Oliveira, ex-prefeito de Itabuna (BA), faleceu neste domingo (24), em Salvador, aos 83 anos. Ele ficou conhecido nacionalmente em 2020, quando anunciou que reabriria os comércios da cidade durante a pandemia de Covid-19 “morra quem morrer” . Na ocasião, ele disse que foi mal interpretado.

A morte do político foi confirmada pelo atual prefeito de Itabuna, Augusto Castro, através de um comunicado nas redes sociais. Segundo ele, o ex-prefeito “encontrava-se internado com uma enfermidade”.

“Decretei luto oficial por três dias em memória do ex-prefeito Fernando Gomes Oliveira, cuja trajetória política e administrativa é por todos reconhecida. Que descanse em paz”, afirmou Castro.

O governador da Bahia, Rui Costa, também lamentou a morte do colega político nas redes sociais e decretou luto em todo o estado. “Quero manifestar meu pesar pela morte do ex-prefeito de Itabuna e ex-deputado federal, Fernando Gomes. Que Deus conforte seus familiares, amigos e itabunenses. Está decretado luto oficial na Bahia por 3 dias”, afirmou.

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Ex-crítico do Centrão, General Heleno não comparece à convenção do PL

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General Heleno, crítico do Centrão em 2018, falta à convenção de Bolsonaro, tomada por políticos do bloco
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General Heleno, crítico do Centrão em 2018, falta à convenção de Bolsonaro, tomada por políticos do bloco

Um dos destaques da campanha política de Bolsonaro em 2018, o general Augusto Heleno não foi visto na convenção do PL , que confirmou a candidatura do presidente à reeleição, no Maracanãzinho, neste domingo (24). Há quatro anos, o general ficou famoso por fazer uma crítica aos políticos de Centro: “se gritar pega o Centrão, não fica um, meu irmão”, também durante convenção que oficializou Bolsonaro como candidato. Desta vez, o presidente trocou o aliado militar pelos políticos do bloco.

Após substituir “ladrão” por “centrão” na letra original da música “Reunião de bacana (Se gritar pega ladrão”, o general já tinha, no ano passado, se referido ao episódio como uma “brincadeira”. O ministro do gabinete de Segurança Institucional afirmou ainda que mudou de opinião sobre o grupo.

O governo de Bolsonaro, atualmente, tem grande participação de políticos de Centro. O discurso escrito para o candidato à reeleição na convenção deste domingo, aliás, teve exaltações ao presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL).

Ao contrário das recomendações do Centrão, no entanto, Bolsonaro não conteve ataques ao Supremo Tribunal Federal. E conclamou os presentes a um ato, no dia 7 de setembro, chamando os ministros do STF de “surdos de capa preta”.

Fonte: IG Nacional

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