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Economia

Juros a 3,5%: está na hora de financiar um imóvel?

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BC subiu a taxa de juros de 2,75% para 3,5%
Redação 1Bilhão Educação Financeira

BC subiu a taxa de juros de 2,75% para 3,5%

A taxa básica de juros do Brasil , a Selic, que serve de referência para operações de crédito e investimentos, acabou de subir pela segunda vez, agora para 3,5% ao ano . Depois de um ciclo de cortes de seis anos, que reduziu também o custo dos empréstimos no Brasil , a onda de aumento da taxa ascende um sinal de alerta em quem tem intenção de fazer financiamento .

No caso da compra de imóvel financiado, mesmo uma diferença pequena na taxa pode representar um volume maior de dinheiro ao fim do longo prazo do empréstimo, que pode chegar a 35 anos . Quando a Selic aumenta, crescem também os custos de captação de recursos dos bancos, que tendem a repassá-los ao tomador de crédito.

A maior parte dos recursos usados para financiar imóveis vêm da poupança, que custa 70% da Selic para os bancos, por volta de 2,45% ao ano. Quanto maior a taxa, mais os bancos precisam pagar pelos recursos que vão emprestar a quem quer comprar imóveis.

Mesmo assim, vale destacar que o spread bancário (diferença entre o custo da captação e o que o banco ganha quando empresta) ainda é significativo, visto que a média do crédito imobiliário gira em torno de 7% ao ano. Portanto, segundo especialistas, é improvável que as taxas aumentem no mesmo ritmo da Selic. Mesmo com a alta da taxa de juros, os bancos ainda não ficariam no prejuízo.

Leia a reportagem na íntegra. 

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Economia

Ministério da Economia suspende concurso com mais de 300 vagas

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Ministério da Economia
Geraldo Magela/Agência Senado

Ministério da Economia

O Ministério da Economia suspendeu temporariamente o processo seletivo simplificado com 300 vagas temporárias, além de 1.830 oportunidades para formação de cadastro de reserva. A remuneração seria de R$ 1.700 a R$ 6.130 para uma carga horária semanal de 40 horas. O prazo dos contratos seria de até um ano, prorrogável por até cinco anos. O anúncio foi feito no site do Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (Idib), responsável pelas partes técnica e operacional da seleção.

Em comunicado, a entidade esclareceu que o processo seletivo “encontra-se suspenso temporariamente por ordem do Ministério da Economia por motivo de interesse público. Os candidatos devem continuar acompanhando as informações inerentes ao certame através da publicação de Aditivos e/ou Editais por meio do site do IDIB – www.idib.org.br”

As inscrições começaram dia 10 e iriam até as 23h59 do dia 14 de fevereiro, pelo site. Agora, aparecem no site como encerradas.

Os valores das taxas estavam fixados em R$ 64 (para formação superior) e R$ 54 (para ensino médio). Os cargos oferecidos eram de analista de negócios, analista técnico de demandas previdenciárias, judiciais e de controle e técnico em atividades previdenciárias e de apoio. As provas objetivas seriam realizadas em Brasília/DF, no dia 3 de abril de 2022.

Distribuição de vagas

Do total de 300 vagas temporárias, 224 seriam para ampla concorrência, 60 para negros e 16 para pessoas com deficiência (PcDs). Das 1.830 de formação de cadastro de reserva, 1.371 seriam para ampla concorrência, 366 para negros e 93 para PcDs.

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A validade da seleção para convocação seria de dois anos, contados a partir da data de assinatura do primeiro contrato, prorrogável uma única vez por igual período.

A seleção teria prova objetiva para todas as funções, bem como provas de títulos para as classificadas como atividades técnicas de complexidade intelectual.

As provas teriam 15 questões de Língua Portuguesa, 5 de Ética na Administração Pública e Legislação, 10 de noções de Informática e 30 de conhecimentos específicos.

O candidato poderia se inscrever para mais de uma função, desde que houvesse compatibilidade de dia e horário do cronograma previsto para a aplicação das provas. Mas, se passasse, deveria escolher apenas uma função.

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Economia

Mais de um quarto do  Auxílio Brasil é para pagar dívidas, diz CNC

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Auxílio Brasil
Divulgação/Ministério da Cidadania

Auxílio Brasil

O nível de endividamento médio das famílias brasileiras em 2021 foi o maior em 11 anos . Segundo um estudo produzido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), coordenado pelo economista Fábio Bentes, isso faz com que 26% do valor pago pelo Auxílio Brasil esteja comprometido com dívidas contraídas anteriormente.

No total, as famílias brasileiras precisam de R$ 21,6 bilhões do benefício para quitar os débitos. O governo federal prevê R$ 84 bilhões em repasses do programa social para cerca de 17,5 milhões de pessoas em 2022.

Além disso, o levantamento mostra que 43% do Auxílio Brasil será para consumo imediato dos brasileiros, o equivalente a R$ 59,1 bilhões. Serviços e Varejo ficam com R$ 31,1 bilhões e R$ 28 bilhões, respectivamente.

Para poupança vai apenas 3,8% do total: R$ 3,2 bilhões.

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De acordo com o levantamento, o último ano apresentou recorde do total de endividados, registrando uma média de 70,9% das famílias brasileiras, enquanto dezembro alcançou o patamar máximo histórico com 76,3% do total de famílias. Segundo a CNC, as famílias recorreram mais ao crédito para sustentar o consumo.

A Caixa Econômica Federal paga,  nesta quarta-feira (19), a terceira parcela do Auxílio Brasil às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com o Número de Identificação Social (NIS) final 2.

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