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Turismo

Jurassic Park brasileiro: conheça o Vale dos Dinossauros, em Olímpia

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A cidade de Olímpia tem um projeto ambicioso de se tornar a “Orlando Brasileira” daqui alguns anos. E dentre as atrações que estão abertas ao público no momento, o Vale dos Dinossauros é uma das mais novas.

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Leonardo Rodrigues Cavalcante

Um dos dinossauros expostos para fotos com os visitantes

Inaugurado em agosto deste ano, o Vale dos Dinossauros é uma réplica em tamanho reduzido do parque fictício da franquia cinematográfica Jurassic Park. O complexo é composto de uma lojinha e várias réplicas de animais que viveram na Era Cretáceo (entre 145 milhões e 66 milhões de anos atrás).

Logo de cara o visitante já sente o clima da produção de Hollywood, já que o portão é muito parecido com o dos filmes dos anos 1990, inclusive com os fios de alta tensão que “impedem” os dinossauros de invadirem a estrada. Um caminhão militar e um grande Braquiossauro recebem os turistas para algumas fotos.

A lojinha inicia o passeio e fecha ele também. Por lá está a bilheteria e um pequeno cinema onde todos os visitantes assistem a um curto vídeo explicativo sobre a Era dos Dinossauros , as principais espécies em exposição no Vale e com as regras do que pode e do que não pode fazer durante o percurso.

Ao sair é só seguir para as catracas e adentrar na “floresta de Olímpia “. Os sons de pássaros cantando e os rugidos dos Dinossauros te levam a outro mundo, nem parece que você está no interior de São Paulo. Fotógrafos ficam estrategicamente posicionados nas réplicas para clicar as melhores posses dos visitantes.

Cada dinossauro tem uma plaquinha com o nome da espécie, o tempo que ele viveu e uma breve descrição sobre a vida dos animais. Ao decorrer da trilha um riozinho acompanha os turistas e, no fim, uma banda de mini-dinossauros agita as crianças.

O Vale dos Dinossauros também tem espaços interativos. Além de um parquinho para o público infantil “feito de osso”, duas caixas de areia escondem um esqueleto que pode ser descoberto pelos visitantes, como se eles fossem os paleontólogos.

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No fim, você tem acesso novamente à lojinha e às fotos que tirou no percurso e pode comprá-las. Brinquedos, camisetas, canecas e outros adereços enlouquecem os visitantes no espaço de compras.

Vem mais atrações por aí!

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Divulgação

O Vale dos Dinossauros será ampliado nos próximos meses

O Vale dos Dinossauros abriu há pouco mais de quatro meses e ainda tem atrações para serem inauguradas. O porta-voz do Grupo Dreams, Juliano Athayde, explicou ao iG Turismo os projetos de ampliação do parque.

“Numa área de dois mil m² está sendo construída uma pista de corrida para ‘dino motos’, que são semelhantes àqueles bichos de pelúcia motorizadas de shopping que a própria criança conduz. Além disso, estamos construindo uma área temática para a realização de festas e eventos”.

O parque de Olímpia não é o único no Brasil. Existem outros dois do mesmo segmento – um em Canela (RS) e outro em Foz do Iguaçu (PR). E a ideia de levar o empreendimento para o interior de São Paulo faz parte de transformar a cidade na ” Orlando Brasileira “.

“Olímpia vem se estabelecendo como um destino para famílias e a média hoje de permanência na cidade é de quase 4 dias. Apesar de ser conhecida pelos parques aquáticos, o turista precisa de mais opções. Além do Vale dos Dinossauros, o Grupo Dreams está construindo um Museu de Cera e Bar de Gelo que deverão ser entregues no primeiro semestre de 2020”, comentou.

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Para quem ainda vai a Olímpia no mês das férias, durante todo o mês de dezembro, o Vale dos Dinossauros funcionará em horários estendidos a partir do dia 10. Confira horários, preços e endereço para a visitação:

  • Horário até 9/12: de domingo a 5ª – das 09h às 19h; sexta e sábado – das 09h às 21h.
  • Horário a partir de 10/12: todos os dias das 09h às 22h.
  • Preços até fim de janeiro: R$ 60 inteira e R$ 30 meia (para crianças de 4 a 11 anos, adultos acima de 60 e professores); crianças até 3 anos não pagam.
  • Endereço: Av. Dr. Adhemar Pereira de Barros, nº 1.702

*repórter visitou o Vale dos Dinossauros a convite do Enjoy Olímpia Park Resort

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Turismo

5 coisas sobre a Rússia que você só descobre viajando para lá

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Em maio de 2019, a publicitária Marcella Balbieri, 25 anos, passou 6 dias viajando pela Rússia sozinha — três dias em Moscou e três em São Petersburgo. Apesar do país não estar na lista dos destinos mais visitados por brasileiros , Marcella garante que a viagem vale a pena, principalmente se você é fã de história. 

mulher na rússia
Arquivo pessoal

Marcella Barbieri passou seis dias viajando pela Rússia sozinha

Inclusive, foi por isso que ela escolheu ir para lá. “A parte histórica sempre me interessou bastante, principalmente a Revolução Russa”, fala. Marcella conta que a história foi algo presente em toda a viagem. “Você passa por construções tão imponentes e fica na dúvida se é um ponto turístico, um marco histórico ou ‘só’ mais um prédio. Tudo muito bem cuidado e com reflexo da imponência soviética”, conta sobre Moscou, capital russa.

Marcella compartilhou os detalhes da viagem em sua conta no Instagram (@aondevaimarcella) e conta ao iG Turismo o que mais surpreendeu seus seguidores e os fatos que só descobriu indo até lá. Veja:

1. As estações de metrô são verdadeiros museus

As estações de metrô de Moscou são conhecidas como “Palácio do Povo” por serem verdadeiros museus. “Em Moscou, especificamente, tem um dos metrôs mais antigos do mundo, construídos por Stálin. São lustres imensos, esculturas, vitrais, mosaicos… É surpreendente ver tudo isso dentro de ambientes urbanos e integrados à rotina das pessoas”, comenta. Veja fotos:

Ver essa foto no Instagram

As estações de metrô de Moscou são quase museus, olhem só. Não é à toa que são conhecidas como Palácio do Povo. Fazer um tour pelas estações mais bonitas é um passeio barato (com um ticket você visita tudo – 55 rublos, menos de 1 euro) e que vale a pena. Dica: para não se perder, anote sempre a cor da linha e o seu respectivo número. Aqui todas as estações que visitei: 1 – Arbatskaja 2 – Elektrozavodskaja 3 – Ploscad Revoljucii 4 – Kievskaja 5 – Belorruskaja 6 – Novoslobodskaja 7 – Komsomolskaja 8 – Mayakovskaya 9 – Teatralnaya . . . . . . #RussiaTem #turisteinomundo #vidademochileiro #vidamochileira #viajarsozinha #mulheresviajantes #viagemestadao #bemvindosabordo #mosmetro

Uma publicação compartilhada por Marcella Barbieri ▪︎ Viagens ✈ (@aondevaimarcella) em 7 de Mai, 2019 às 2:07 PDT

2. É um país seguro para turistas

O que mais surpreendeu a publicitária em toda a viagem foi a segurança da Rússia. “Viajei sozinha e, sendo mulher, a segurança é uma questão constante. Mas me senti segura para passear à noite, andar de transporte público tranquilamente, sair para beber sozinha e dividir quarto em hostel”, conta. 

Porém, é preciso lembrar que a Rússia pode ser considerada um país inseguro para pessoas LGBTQIA+. Em 2013, foi aprovada uma lei “contra a propaganda homossexual” e, desde então, os crimes contra a comunidade LGBTQIA+ aumentaram .

Marcella conta que nos seis dias de viagem só viu dois casais homoafetivos. “O fato de ter visto só esse número acho, por si só, preocupante. Acredito que, possivelmente, é um lugar arriscado, mas não vivenciei/presenciei nenhum episódio de homofobia”. 

3. As redes de fast food são realmente boas

Redes de fast food costumam ser opção nas viagem por conta da praticidade, mas nem sempre o sabor é dos melhores. Na Rússia, porém, essas comidas vão te surpreender. Marcella indica duas redes:

  • Teremok (Теремок)

“É uma rede com comida típica russa. É uma boa opção porque no cardápio tem foto dos pratos e tem a versão em inglês. Além disso, o preço é bem em conta”.

  • Mumu

“É como se fosse um bandejão. Serve café da manhã, almoço e janta. A vantagem é que você não precisa se comunicar para conseguir montar o seu prato e, vendo os alimentos, também não passa perrengue com o cardápio. O preço também é acessível”.

4. O estrogonofe de lá é bem diferente do brasileiro

O estrogonofe é um prato clássico da Rússia, mas bem diferente do que comemos aqui no Brasil. “Não vai ketchup ou molho de tomate. É bem clarinho e com coalhada. O que eu provei tinha picles e veio acompanhado com purê, sem arroz. Só tem a versão de carne e sem batata palha, claro”. 

strogonoff
Arquivo pessoal

Strogonoff da Rússia

5. Ninguém vai falar em inglês com você

Este é um fato importante de saber antes de viajar para lá. Ao contrário de muitos países, em que você consegue se virar bem com o inglês, o idioma é praticamente inútil na Rússia. “Falar em inglês lá é o mesmo que nada”, conta Marcella. Porém, um bom planejamento vai te salvar dos perrengues. “Não falo nada de russo e não estudei o alfabeto antes (o que costuma ser uma recomendação, mas não tive paciência). Planejei 100% cada passo e me virei super bem”, diz.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Comissária viraliza no TikTok dando dicas de limpeza e segurança em hotéis

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A comissária de bordo americana Kat Kamalani viralizou no TikTok ao dar uma série de dicas aos turistas que forem fazer check-in em um hotel. Ela revelou o que não costuma ser limpo, ensinou alguns truques e deixou claro o que os viajantes não devem fazer por higiene.

Kat Kamalani
Reprodução/TikTok

Kat Kamalani está fazendo sucesso no TikTok


O vídeo que a comissária de bordo postou na rede social que é uma febre no mundo já soma mais de 4 milhões de visualizações. Ela começa entrando em um hotel e logo começa a explicar os cuidados que devem ser tomados para garantir uma estadia mais agradável.

Kat começa dizendo: “A primeira coisa a fazer é nunca dizer o número do seu quarto em voz alta – para o caso de haver alguém por perto. Você não vai quer que estranhos saibam onde você está hospedado”.


Ela ainda ressalta que é sempre bom se certificar de que não há ninguém te observando enquanto você entrar no quarto. Também vale a pena dar uma conferida se não há ninguém atrás das cortinas ou debaixo da cama (vai que, né?). A comissária diz ainda que super importante trancar as portas – mesmo se estiver dentro do quarto.

Depois disso, é hora de verificar se não há percevejos no ambiente, para isso, verifique os cantinhos das paredes e do colchão. “A próxima coisa que você deve fazer é tirar os travesseiros decorativos ou edredons que ficam por cima da cama, pois eles nunca são lavados”, garantiu Kat.

@katkamalani

HOTEL HACKS from a flight attendant! ##hotelhack ##flightattendantlife ##hoteltips ##travelhack ##fyp ##traveltips

♬ original sound – katkamalani


Outra dica é nunca colocar a bolsa ou mala em cima da cama: “Ela já passou pelo aeroporto e é nojento”. Se não tiver frigobar no quarto, a dica é colocar a comida em um balde de gelo.

As dicas da comissária agradaram os viajantes. “Todas as dicas são ótimas! Obrigado”, escreveu um seguidor. “Minha mãe também é comissária de bordo e me contou todas essas dicas”, comentou outro. “Ninguém me escuta quando digo para não colocar a mala na cama, então obrigado por dizer isso”, acrescentou mais um.

Fonte: IG Turismo

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