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Política MT

Júlio Campos nega desistência de candidatura e critica demora do DEM em definir sobre disputa ao Senado

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Ex-governador quer pressa do DEM em definir se terá candidato próprio ou fará coligação [Foto – Mídia News]

O ex-senador Júlio José de Campos (DEM), pré-candidato do partido para a eleição suplementar do Senado marcada para novembro próximo, afirmou ao Portal O Documento que não existe qualquer possibilidade de jogar a toalha na sua decisão de disputa, ao contrário do que foi especulado pela mídia nos últimos dias.

“Não existe essa história de jogar a toalha. Primeiro, o partido ainda não se reuniu ainda para definir qual a forma de disputa que vamos ter em novembro próximo na eleição do Senado, coincidindo com a de prefeitos e vereadores”, disse. Segundo Júlio Campos, o seu nome continua no páreo. “O meu nome continua à disposição do partido. Estou preparado para disputar, seja eleição virtual, como praticamente vai ser essa eleição, ou uma disputa normal, de corpo a corpo, estou preparado, agora, vai depender do meu partido”, disse.

Sobre a possibilidade de disputa interna, para escolha do candidato, se cederia para outro postulante, o ex-senador e ex-governador foi taxativo: “depende, por isso existe a votação do partido. A executiva existe para isso. Quem tiver mais café no bule em termos de convencionais, abre mão para o outro, não há problema nenhum”, afirmou.

Conforme o senador, “é ao presidente Fábio Garcia a quem hierarquicamente cabe convocar a Executiva do partido para definir como, se vamos com candidatura própria ou se vamos coligar. Então temos que reunir o partido e decidir em conjunto se vamos disputar com candidatura própria, com Júlio Campos ou se tem outro companheiro do Democratas que tem a pretensão de disputar. Nosso partido é bastante aberto, bastante democrata”, disse.

Segundo ele, é preciso a união de todos. “Não adianta Júlio Campos querer ser candidato se o partido quer mudar de candidato ou não tem unanimidade em torno do seu nome. Eu estou à disposição, já vamos conversar com o governador Mauro Mendes, que é um grande líder do partido, estamos conversando com o senador Jaime Campos, com os deputados estaduais, que são Eduardo Botelho e Dilmar Dal Bosco, que são grandes companheiros, para saber qual caminho que vamos seguir na eleição de novembro próximo. Agora, disposição e saúde, estou neste momento preparado para isso”, garantiu.

Para Júlio Campos, o seu partido está demorando para decidir sobre a disputa do Senado. “Acho que essa conversa está demorando muito, mas como a gente vai fazer, só o presidente pode convocar a Executiva do partido para reunir.  Caso até semana que entra o presidente Fábio Garcia continue em silêncio, nós vamos ter que chamar a bancada estadual e exigir a convocação do diretório para decidir, porque muitas vezes esse atraso pode ser vital para o sucesso de uma candidatura”. Quanto a informação de que o ex-senador Cidinho Santos teria interesse na disputa, Júlio Campos disse que está pronto para o debate. “Vamos discutir, sem nenhuma mágoa ou ressentimento”.

 

 

 

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Política MT

Deputado apresenta indicações para construção de obras na região de Juscimeira

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado Elizeu Nascimento (DC) protocolou na quarta-feira (12), indicação ao governador do estado, com cópia ao superintendente regional do DNIT em Mato Grosso, Orlando Fanaia Machado, requerendo a construção de uma rotatória no distrito de “Placa Santo Antônio”, e de um viaduto rodoviário no cruzamento da MT-373 com a BR-364, ambos no município de Juscimeira (163 km de Cuiabá). Para o pedido de construção do viaduto rodoviário também foi enviado uma cópia do requerimento ao secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira e Silva.

As obras, com pedido de urgência, foram solicitadas a Elizeu Nascimento pelo morador da cidade de Juscimeira,  Braz da Silva Oliveira (conhecido como professor Braz).

Quando esteve no gabinete do parlamentar, Braz contou que a ausência de uma rotatória no local tem provocado diversos acidentes no lugar e também relatou que na MT, ligando a zona urbana do município com a zona rural, os condutores de veículos e os moradores da cidade, que trafegam pelo local, são obrigados a percorrer mais de 6 km, até o retorno para a MT – 373.

“Fizemos a solicitação e agora conto com a sensibilidade do Poder Executivo para a execução dessas obras, que após ser implementadas,  irá beneficiar e facilitar a vida das mais de mil famílias que residem na região”,  disse Nascimento.

Fonte: ALMT

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Júlio rebate Vargas e acusa empresário de sonegação: “vive escondendo coisas da Receita Federal, do Estado e de VG”

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Ex-governador saiu em defesa da família após criticas de Flávio Vargas e fez sérias críticas ao empresário

O ex-senador Júlio Campos (DEM), uma das maiores lideranças do partido em Mato Grosso, rebateu veementemente a fala do empresário Flávio Vargas (PSB), pré-candidato à sucessão da prefeita Lucimar Campos (DEM), de que vê a família Campos usar Várzea Grande como um balcão de negócios. “Toda eleição que disputei foi pelo voto direto, se a população entendeu que nós temos trabalho prestado, essa fala é mentirosa, cretina e irresponsável”, disse o democrata.

Para o ex-senador e ex-governador de Mato Grosso, “ele é que tem de esclarecer fatos estranhos, como muitas propriedades em nome de terceiros e impostos atrasados. Vive escondendo coisas da Receita Federal, do Estado e de Várzea Grande. Vai ter é que dar muita satisfação, vai ser chamado à responsabilidade, como tem que ser. Vai ter que falar porque não recolhe para a União, estado e município”, disse taxativamente.

Conforme o senador, quem pretende se aventurar na vida pública tem que estar preparado para tudo. “Tem que estar preparado para os ataques que vão surgir, e olha que a documentação é farta. Seria bom ele pensar direito se quer mesmo ir para a vida pública”, declarou.

Segundo Júlio Campos, “falar bem ou ruim dos Campos, muitos falam. Já tiveram várias operações, para todos os lados, mas nunca a família Campos foi envolvida. Tenho 40 anos de mandato, comecei a vida pública em 1972. Meu irmão, o senador Jaime Campos tem mais de 30 anos de mandato. Apesar do petrolão, do mensalão, todos os escândalos, nunca fomos, sequer, envolvidos, quanto mais investigados. Estamos de cabeça erguida, na certeza do dever cumprido. Disputei oito eleições, ganhei seis e perdi duas. Disputei contra tudo e contra todos”, completou.

 

 

 

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