conecte-se conosco


Direitos Humanos

Juízes fazem caminhada contra o racismo e a desigualdade

Publicado


Juízes de todo o país participaram, neste sábado (20), da Caminhada Negra, para celebrar o Dia da Consciência Negra e combater o racismo e a desigualdade presentes na sociedade. 

O evento aconteceu simultaneamente em dez cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre, Piracicaba, Olinda e Ouro Preto.

Juízes fazem caminhada contra o racismo Juízes fazem caminhada contra o racismo

Juízes fazem caminhada contra o racismo – Divulgação/AMB

O evento, organizado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), é uma contribuição para o resgate da história e da cultura negra. De acordo com a presidente da AMB, Renata Gil, a intenção foi chamar a atenção para a “necessidade de políticas públicas que promovam a inclusão e contribuam para o fim da discriminação”.

A Caminhada Negra ocorreu ao ar livre, seguindo todos os protocolos de segurança, com a obrigatoriedade do uso de máscaras, e contou, ainda, com “tour virtual” para aqueles que não puderam comparecer. 

Edição: Fernando Fraga

Fonte:

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Direitos Humanos

Congresso tem sessão solene pelo fim da violência contra as mulheres

Publicado


O Congresso Nacional realizou uma sessão solene para marcar o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher lembrado hoje (25). A sessão marcou o início da campanha dos “16 Dias de Ativismo”, pelo fim da violência contra as mulheres, que é uma ação internacional que ocorre todos os anos.

A data criada em 1999, por decisão da Assembleia-Geral das Nações Unidas foi escolhida em memória do assassinato de três irmãs, Patria, Minerva e María Teresa Mirabal, em 1960, na República Dominicana. Elas lutavam contra a ditadura do general Rafael Trujillo. O crime causou indignação mundial.

A sessão foi realizada por requerimento das senadoras Leila Barros (Cidadania-DF) e Simone Tebet (MDB-MS) e das deputadas Tereza Nelma (PSDB-AL) e Celina Leão (PP-DF). Durante a sessão, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) ressaltou a importância da sessão solene para dar visibilidade ao problema.

“Muitos perguntam “por que o dia disso, por que o dia daquilo”, por que o Senado Federal paralisa por duas horas as suas atividades para falar de um tema que nós sabemos que é uma realidade. É simples: para dar visibilidade a essa situação. O racismo no Brasil é estrutural, a homofobia no Brasil é estrutural, mas poucas pessoas reconhecem que a misoginia é estrutural”, disse.

A senadora Leila Barros (Cidadania-DF) traçou um paralelo entre a luta contra a violência de gênero e contra o racismo.

“Não é por acaso que os 16 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra as mulheres no Brasil começam cinco dias depois do Dia Nacional da Consciência Negra. O racismo envenena a nossa vida social, abrevia a vida das mulheres negras brasileiras e atenta contra o direito humano, a nossa dignidade de seres humanos”, afirmou a senadora.

* Com informações da Agência Senado.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte:

Continue lendo

Direitos Humanos

Congresso comemora Dia Internacional da Violência contra a Mulher

Publicado


O Congresso Nacional realizou uma sessão solene para celebrar o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher comemorado hoje (25). A sessão marcou o início da campanha dos “16 Dias de Ativismo”, pelo fim da violência contra as mulheres, que é uma ação internacional que ocorre todos os anos.

A data criada em 1999, por decisão da Assembleia-Geral das Nações Unidas foi escolhida em memória do assassinato de três irmãs, Patria, Minerva e María Teresa Mirabal, em 1960, na República Dominicana. Elas lutavam contra a ditadura do general Rafael Trujillo. O crime causou indignação mundial.

A sessão foi realizada por requerimento das senadoras Leila Barros (Cidadania-DF) e Simone Tebet (MDB-MS) e das deputadas Tereza Nelma (PSDB-AL) e Celina Leão (PP-DF). Durante a sessão, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) ressaltou a importância da sessão solene para dar visibilidade ao problema.

“Muitos perguntam “por que o dia disso, por que o dia daquilo”, por que o Senado Federal paralisa por duas horas as suas atividades para falar de um tema que nós sabemos que é uma realidade. É simples: para dar visibilidade a essa situação. O racismo no Brasil é estrutural, a homofobia no Brasil é estrutural, mas poucas pessoas reconhecem que a misoginia é estrutural”, disse.

A senadora Leila Barros (Cidadania-DF) traçou um paralelo entre a luta contra a violência de gênero e contra o racismo.

“Não é por acaso que os 16 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra as mulheres no Brasil começam cinco dias depois do Dia Nacional da Consciência Negra. O racismo envenena a nossa vida social, abrevia a vida das mulheres negras brasileiras e atenta contra o direito humano, a nossa dignidade de seres humanos”, afirmou a senadora.

* Com informações da Agência Senado.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte:

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana