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Tribunal de Justiça MT

Juiz aposentado Élder de Souza conta parte de sua história no programa Memórias do Poder Judiciário

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“As sentenças e os despachos eram todos datilografados e quando errava era necessário ficar raspando a folha e corrigir com papel carbono. Comparando com hoje, é totalmente diferente.” A reflexão foi feita pelo juiz aposentado Élder Ivan de Souza durante entrevista no programa Memórias do Poder Judiciário de Mato Grosso. O programa foi ao ar na manhã desta sexta-feira (27 de maio) e pode ser assistido na íntegra no canal oficial do Poder Judiciário no YouTube ou no site da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (esmagis.tjmt.jus.br).
 
Também foram ressaltadas questões como as adversidades enfrentadas há quase 20 anos. “Com toda a sinceridade, as dificuldades existem e vão continuar existindo, mas quando a gente é vocacionado e recebe como um chamado não sente. É impressionante isso, é até difícil de encontrar as palavras certas, mas a gente não sentia a dificuldade como um obstáculo, como um empecilho.”
 
Elder ressaltou ainda que comparando o antes com o hoje, existem muitas diferenças, principalmente, referente às buscas de informações que, às vezes, demorava para chegar ao interior de Mato Grosso. Segundo ele, hoje as revistas de jurisprudência e os diários estão na internet, o que deixa a pesquisa muito mais acessível.
 
“Naquela época não tínhamos internet, nem computador. Eu tinha mais de 2 mil livros porque eu considerava que, ao meu redor, eu tinha que ter um rol de mestres e à medida que eu precisasse recorrer a eles, ele estava a meu dispor. Se eu estava sentenciando e precisava de ajuda, ia até a biblioteca e pegava Washington de Barros ou Silvio Rodrigues, por exemplo.”
 
Cuiabano, Éldes Ivan de Souza tem 72 anos e é formado pela Universidade Federal de Mato Grosso. Foi professor, agente fiscal de tributos da Prefeitura de Cuiabá e procurador do Município. Também militou na advocacia por vários anos. Em 1986, foi aprovado no concurso para juiz, jurisdicionando as comarcas de Cáceres, Tangará da Serra, Rondonópolis e Cuiabá. Possui pós-graduação em Código do Processo Civil e Direito Civil. Aposentou-se em 2003.
 
Depois de aposentado, investiu na carreira de saúde e hoje é graduado e pós-graduado em Acupuntura e também possui cursos em Biomagnetismo e Magnoterapia, que trata as pessoas com o uso de imãs.
 
O programa Memórias do Poder Judiciário resgata fatos que retratam a história do Poder Judiciário de Mato Grosso por meio dos magistrados que criam, transformam e aperfeiçoam o sistema de Justiça estadual. Neste link você assiste aos programas anteriores.
 
 
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Imagem 1 – Fotografia colorida. Estão sentados os participantes da entrevista em cadeiras marrons. Ao fundo, parede marrom com televisão e a palavra ESMAGIS escrita em branco. Foto 2 – Peça publicitária. Na lateral esquerda, o brasão do Poder Judiciário de Mato Grosso. À direita, o ícone de play acompanhado do texto: /tjmtoficial. Na parte central, o logotipo do Programa Memórias do Poder Judiciário, a foto do juiz Éldes Ivan de Souza acompanhados do texto: Confira na íntegra. Assina a peça o logotipo do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Leia matérias anteriores:
 
 
 
 
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

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Poder Judiciário apoia o 1º Arraiá do Serviço do Acolhimento de Alto Taquari

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As crianças e adolescentes que se encontram no Serviço do Acolhimento de Alto Taquari (a 479 km ao sul de Cuiabá) terão um dia pra lá de especial com direito a brincadeiras, quadrilha, comidas típicas e muita animação no 1º Arraiá do Serviço do Acolhimento de Alto Taquari. O Poder Judiciário é um dos apoiadores da festa, que acontece neste sábado (25.06), às 16h, no bairro Gabriela, e irá reunir aproximadamente 100 pessoas entre crianças, adolescentes, colaboradores do Serviço de Acolhimento, Fórum da cidade, Assistência Social e seus familiares.
 
Segundo a Juíza da Vara Única de Alto Taquari, Marina Dantas Pereira, a ideia da festa junina partiu de uma assessora dela como uma oportunidade de confraternização com as oito crianças e adolescentes que estão no Serviço de Acolhimento.
 
“A Grazi trouxe a ideia de fazer a festa junina e todo mundo adorou, principalmente as crianças e adolescentes. Inicialmente era para ser algo mais simples, mas a gente foi conseguindo doações, parcerias e agora vamos fechar a rua em frente ao Lar para realizar o arraiá”, conta.
 
A supervisora do Serviço de Acolhimento a Criança e Adolescente, Lesley Any Batista Ferreira, detalha que uma parte da comida virá da Prefeitura Municipal, outra dos participantes, além de algumas doações. “A comunidade em geral está envolvida, comerciantes, advogados, Ministério Público, doaram dinheiro, brinquedos, comida para que seja um dia especial. A tenda, mesas e cadeiras virão do Grupo Conviver e o som um servidor do Fórum levará”.
 
No cardápio do Arraiá muitas comidas típicas como cachorro quente, cri cri, canjica, pipoca, caldo de costela, bolo de milho, algodão doce e refrigerantes. Além de brincadeiras como pescaria gratuita, dinâmicas, quadrilha e música. “Essa a primeira vez que vamos realizar uma festa desse tamanho, as crianças e adolescentes estão bastante empolgadas. Elas estão ajudando a fazer a decoração e ainda poderão convidar dois amigos para participar. Muitos não veem a hora de começar. Será uma festa familiar, sem bebida alcoólica, mas com muita diversão”, ressalta.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: arte colorida retratando o convite, com símbolos juninos como milho, balão de São João, fogueira e bandeirinhas.
 
 
Larissa Klein
Assessoria de Imprensa CGJ
 
 

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Processo Judicial Eletrônico supera em junho a marca de 3 milhões de movimentos processuais

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O Poder Judiciário de Mato Grosso caminha para encerrar o mês de junho superando a marca de 3 milhões de movimentos no Processo Judicial Eletrônico (PJe)s. Faltando uma semana para o encerramento do mês, foram registrados 25.103 casos novos enquanto foram baixados 35.578, mantendo a tendência de redução dos casos pendentes, que totaliza 837,8 mil casos.
 
Com esse resultado, a Justiça estadual anota no primeiro semestre de 2022, de janeiro a junho, 219.286 recebidos e, em contrapartida, baixou 238.167 peças. A redução do número de casos pendentes é o sinal do caminho percorrido pelo Judiciário mato-grossense na busca pela maior eficiência com uso da tecnologia, da melhoria das rotinas e da capacidade dos colaboradores. Independente da situação, e até diante de dificuldades, como as provocadas pela pandemia, o Judiciário mato-grossense continua produzindo.
 
Para suportar essa carga de feitos, a Alta Administração da Justiça, sob o comandado da desembargadora Maria Helena Póvoas, tem investido na capacidade tecnológica da plataforma digital do PJe que está preparada, com a mais recente atualização, para dar efetividade à Justiça 4.0. Essa modernização permitiu ao sistema atuar de forma mais leve, mais rápido e também, de acordo com a Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), do Tribunal de Justiça, com a automatização de diversos serviços que têm, como propósito, facilitar a vida dos usuários, especialmente dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras.
 
A direção do Judiciário tem claro que os investimentos no PJe tem possibilitado a cada dia atingir mais agilidade na tramitação dos processos. Além da celeridade, o PJe representa transparência, facilidades para advogados e partes, economicidade e compromisso com a sustentabilidade. “É um trabalho fenomenal, nos bastidores ou na frente do serviço, que necessita diariamente de cuidado e determinação de todos os atores envolvidos direta e indiretamente nesse serviço”, frisou o coordenador de TI, Thomás Augusto Caetano.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência TJMT
 
 

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