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Jubileu de Platina: rainha deu 42 voltas ao mundo; veja mais recordes

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filho caçula do príncipe William e de Catherine, duquesa de Cambridge, durante o Jubileu de Platina da rainha Elizabeth
REPRODUÇÃO/RECORD NEWS

filho caçula do príncipe William e de Catherine, duquesa de Cambridge, durante o Jubileu de Platina da rainha Elizabeth


A rainha Elizabeth II, cujo  jubileu de platina é celebrado a partir desta quarta-feira, está acostumada a bater recordes. Basta dizer que, em sete décadas de reinado, a monarca de 96 anos deu a volta ao mundo 42 vezes. Mas não para por aí. Confira outras marcas conquistadas pela rainha.

Longevidade recorde Elizabeth II reina há 70 anos e quase quatro meses, um recorde na história britânica. O recorde anterior pertencia à sua tataravó, a rainha Victoria, que reinou durante 63 anos, sete meses e dois dias (de 20 de junho de 1837 até sua morte, em 22 de janeiro de 1901).

Aos 96 anos, a rainha Elizabeth é também a monarca reinante mais velha do mundo.

Apenas dois reis reinaram mais tempo que ela, o rei francês Louis XIV (mais de 72 anos, entre 1643 e 1715) e o rei Bhumibol Adulyadej, da Tailândia (70 anos e quatro meses, de 9 de junho de 1946 a 13 de outubro de 2016).

Viajante incansável Como rainha, Elizabeth II visitou mais de 100 países — outro recorde para um monarca britânico — e realizou mais de 150 visitas a países da Commonwealth. Esteve 22 vezes no Canadá, mais que em qualquer outro país, e 13 vezes na França, mais que em qualquer outro país europeu.

O Daily Telegraph calculou que ela percorreu o equivalente a 42 voltas ao mundo antes de parar de viajar ao exterior, em novembro de 2015, aos 89 anos.

Sua viagem mais longa pelo exterior durou 168 dias (de novembro de 1953 a maio de 1954), durante a qual visitou 13 países.

Muito ocupada “Declaro a vocês que toda a minha vida, longa ou curta, será dedicada a servi-los”, prometeu Elizabeth, ainda princesa, em seu aniversário de 21 anos.

Durante seu reinado, ela participou de cerca de 21 mil atos oficiais, aprovou por “consentimento real” cerca de quatro mil projetos de lei e recebeu inúmeros dignitários em 112 visitas de Estado. Entre eles, o imperador Haile Selassie (Etiópia, 1954), o imperador Hirohito, do Japão (1971), o presidente polonês Lech Walesa (1991) e o presidente americano Barack Obama (2011).

O Palácio de Buckingham já recebeu mais de 180 festas no jardim, com a presença total de mais de 1,5 milhão de pessoas.

14 primeiros-ministros Conheceu 14 primeiros-ministros britânicos, de Winston Churchill (1952-1955) a Boris Johnson (de 2019 até hoje). Eles sempre a mantiveram informada dos principais acontecimentos do mundo, em audiências semanais.

Também se reuniu com 13 dos 14 presidentes americanos eleitos durante seu reinado, de Harry Truman (1945-1953) a Joe Biden (desde 2021). Lyndon Johnson (1963-1969) é o único que não consta em sua lista.

Chefe da Igreja Anglicana, a rainha é muito religiosa e praticante. Ela também se reuniu com quatro papas em visitas oficiais: João XXIII (1961), João Paulo II (1980, 1982 e 2000), Bento XVI (2010) e Francisco (2014).

Um milhão de cartões de felicitações Elizabeth II enviou cerca de 300 mil cartões para pessoas que comemoram 100 anos de idade e mais de 900 mil para casais que comemoram bodas de diamante (60 anos). Ela mesma foi casada por mais de 73 anos com o príncipe Philip, que morreu em abril de 2021 — outro recorde para um monarca britânico.

Mais de 200 retratos A rainha posou para mais de 200 retratos, o primeiro deles quando tinha 7 anos.

Às vezes pioneira Em 1996, a rainha Elizabeth foi a primeira monarca britânica a visitar a China. E também foi a primeira monarca britânica a discursar na Câmara dos Representantes em Washington, em 16 de maio de 1991.


Enviou seu primeiro e-mail em 26 de março de 1976, durante uma visita a um centro de pesquisas do Ministério da Defesa.

Em 1997, lançou o primeiro site oficial do Palácio de Buckingham. Em 2014, enviou seu primeiro tuíte e, em 2019, sua primeira publicação no Instagram.

Vídeo com James Bond Ela é a única monarca que (quase) saltou de paraquedas com James Bond: em um vídeo feito para a abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, ela é vista recebendo o ator Daniel Craig no Palácio de Buckingham antes de ambos simularem embarcar em um helicóptero, sobrevoar Londres e paraquedas sobre o Estádio Olímpico, onde a chegada (real) da rainha foi ovacionada.

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Fonte: IG Mundo

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Líbia: migrantes sofrem violência sexual em troca de comida, diz ONU

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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia
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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia


Os migrantes detidos na Líbia enfrentam diversos abusos, e as mulheres são especialmente vulneráveis à violência sexual e geralmente são estupradas em troca de comida e água, denunciaram funcionários da ONU nesta quarta-feira.

A missão da ONU que investiga a situação na Líbia afirmou que os migrantes denunciam ter sofrido “violências sexuais por parte dos traficantes, muitas vezes com o objetivo de extorquir dinheiro de suas famílias”.

“A missão tem motivos razoáveis para acreditar que foram cometidos crimes contra a humanidade contra os migrantes na Líbia”, destacou a missão, reiterando denúncias anteriores desse grupo de investigação.

Milhares de migrantes são detidos em centros administrados pelo Departamento da Luta contra a Migração Ilegal, cujas instalações estão controladas por grupos armados não estatais ou são retidos pelos traficantes.

Os migrantes são detidos “arbitraria e sistematicamente” e são vítimas de “assassinatos, desaparecimentos forçados, tortura, escravidão, violência sexual”, entre outros abusos.


O risco de sofrer violência sexual é tanto que “algumas mulheres e meninas colocam um implante anticoncepcional para evitar uma gravidez não desejada”, afirmaram os autores do relatório.

Uma migrante que foi detida em Ajdabiya relatou que seus captores exigiram manter relações sexuais com ela em troca da água que precisava para seu filho de seis meses que estava doente.

Em outubro, a missão da ONU denunciou que o país sofreu crimes de guerra e contra a humanidade desde 2016.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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‘Ambições imperiais’: Putin critica ações da Otan na guerra da Ucrânia

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Putin acusa Otan de usar guerra na Ucrânia com
Reprodução/Kremlin – 09.05.2022

Putin acusa Otan de usar guerra na Ucrânia com “ambições imperiais”

O presidente da Rússia, Vladimir Putin , acusou a Otan, a principal aliança militar do Ocidente, de usar a guerra na Ucrânia para “confirmar suas ambições imperiais” e sua “hegemonia” no cenário regional e global. 

As declarações foram feitas durante uma visita ao Turcomenistão, e no momento em que a aliança realiza uma reunião de cúpula, em Madri, marcada pelo convite a Finlândia e Suécia para que sejam seus novos membros.

Para Putin, o apoio dado pela aliança à Ucrânia, especialmente militar, além do que chama de “apelo para abandonar as negociações”, seriam uma prova de que a Otan não quer ver um fim rápido ao conflito, mas sim de usar a guerra para benefício próprio.

“Com as mãos dos ucranianos, os membros da Otan e os principais países da Otan simplesmente querem afirmar seu papel no mundo, e confirmar não apenas sua liderança, mas sim suas ambições imperiais”, declarou Putin, segundo a RIA Novosti. 

“A Ucrânia e o bem-estar do povo ucraniano não são o objetivo do Ocidente, nem da Otan, mas um meio para defender seus próprios interesses.”

O líder russo afirmou que o conflito no país vizinho é parte do que vê como um plano mais amplo para conter a Rússia, algo que, segundo ele, vem sendo planejado desde 2014. 

No começo daquele ano, a revolução popular surgida na Ucrânia contra o governo pró-Moscou de Viktor Yanukovich atingiu seus estágios mais violentos, com mortais confrontos nas ruas e, eventualmente, com a queda do presidente, que fugiu para a Rússia.

Ao mesmo tempo, Moscou atuou para anexar a Crimeia, uma península no Mar Negro, e apoiou separatistas no Leste do país, área onde, hoje, se concentram os principais combates da guerra.

Putin declarou que, desde então, a Otan faz planos para atacar os russos em diversas frentes e cenários, além de aplicar sanções contra empresas russas e integrantes do governo e elite econômica.

“Devemos tratar isso como um fato. O fato de estarem se preparando para algum tipo de ação ativa contra nós desde 2014 não é novidade. É exatamente isso que explica nossas ações decisivas para proteger nossos próprios interesses”, declarou.

Para ele, o principal país da aliança, os EUA, declararam que a Rússia é uma nação inimiga, acusando Washington de formular um pretexto para unir seus aliados em torno de uma suposta ameaça.

“O Irã não era muito adequado para isso, a Rússia é mais adequada”, acusou Putin. “Isso mais uma vez confirma o que temos falado, que a Otan traz vestígios de eras passadas, da Guerra Fria. Sempre dizem que a Otan mudou, que é uma união política, mas todos procuravam uma razão e oportunidade para um novo impulso como organização militar. Bem, agora estão fazendo isso.”

‘Completamente diferente’ Nas declarações, Putin repetiu que não vê a nova expansão da aliança, com a provável inclusão de Suécia e Finlândia, como uma ameaça, dizendo que a situação dos dois países é “completamente diferente” da questão da Ucrânia. Contudo, alertou que qualquer reforço militar perto de suas fronteiras terá resposta.

“Não temos problemas com Suécia e Finlândia, mas infelizmente temos com a Ucrânia”, afirmou, segundo a RIA. “Só precisamos imaginar que não havia ameaça antes. Mas no caso do destacamento de contingentes militares e de infraestrutura, teremos que responder de forma igual e criar as mesmas ameaças aos territórios de onde nos ameaçam.”


Em maio, quando os governos dos dois países apresentaram seus planos para quebrar uma histórica neutralidade militar e se juntar à Otan, a Chancelaria russa declarou que, no caso específico da Finlândia, o movimento “causaria sérios danos” às relações bilaterais, e que seria forçada a “tomar medidas de aspecto técnico-militar” em resposta.

Ao fim das declarações, Putin comentou as “brincadeiras” feitas por líderes do G7, em reunião de cúpula no fim de semana, na Alemanha: ali, alguns deles zombaram de fotos em que o líder russo aparece sem camisa, e chegaram a sugerir que fizessem o mesmo ao final do encontro.

“Não sei como eles queriam se despir: até a cintura, abaixo da cintura, mas acho que seria uma visão nojenta”, afirmou o presidente, antes de dar “dicas” sobre como ter um corpo mais saudável, recomendando o consumo moderado de álcool e a prática de exercícios físicos.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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