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Jovem é resgatada após ser mantida em cárcere privado pelo namorado por 14 dias

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Divulgação/PMMS

Homem, de 31 anos, manteve a adolescente presa em sua casa por 14 dias

Um homem de 31 anos foi preso em Coxim (MS) nesta terça-feira (3) após manter sua namorada, de 17 anos, em cárcere privado dentro de um quarto trancado. A jovem foi encontrada nua, com lesões pelo corpo e em estado de choque. Levado para a Delegacia da Mulher, ele foi autuado por sequestro e cárcere privado, lesão corporal dolosa, ameaça, injúria e estupro, de acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul.

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Consta no boletim de ocorrência que os pais da vítima acionaram a Polícia Militar, afirmando que fazia 14 dias que não viam a filha. Uma guarnição foi até a residência do suspeito e chegando ao local, ele negou que houvesse alguém em sua casa. Os militares, contudo, entraram e se dirigiram a um quarto que estava trancado, onde encontraram a adolescente sem roupas atrás de um armário, constatando o cárcere privado.

Ainda de acordo com a corporação, a jovem estava em estado de choque. No cômodo, a roupa que usava no dia em que desapareceu estava rasgada, com os pedaços de tecido espalhados. Ela relatou à polícia que ficou bastante tempo sem se alimentar. Os PMs constataram ainda que a água da casa havia sido cortada.

No último dia 21, a jovem saiu de casa apenas com a roupa do corpo e não foi mais vista até o dia do resgate. A mãe da vítima chegou a ir à casa do namorado da filha durante o período do desaparecimento, mas ele dizia não saber de nada. O Conselho Tutelar também foi acionado.

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No dia 26, uma mensagem foi enviada aos pais da adolescente por meio do celular de uma amiga dela, dizendo que ela estava bem e que tinha saído para se divertir. Eles, no entanto, continuaram estranhando e não desistiram de procurar pela filha.

Segundo a corporação, o casal se conheceu há aproximadamente um ano e meio e começou a ter um relacionamento amoroso.

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Nacional

TJPR absolve juíza acusada de racismo por condenar um negro com base na sua raça

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racismo
reprodução / Twitter

Sentença com teor racista foi dada pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba


O processo disciplinar contra a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba,  acusada de racismo por utilizar a raça de um réu negro para embasar a sua condenção a 14 e 2 meses de prisão por furto, foi arquivada pelo Órgão Especial (OE) do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).


Os desembargadores da OE não viram má conduta ou crime de racismo na sentença da magistrada contra o réu Nathan Vieira da Silva, na qual ela dizia que ele era ” seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça “.

“Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça , agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente”, dizia um trecho da decisão.

Segundo os desembargadores, Inês não seria racista porque condenou todos os integrantes da quadrilha à mesma pena de Nathan, mesmo ele sendo o único negro do grupo. Os responsáveis pela decisão argumentam que a frase foi tirada de contexto  pela imprensa para incriminar a juíza.

“O Código Civil diz que toda vez que formos analisar, não temos que analisar a literalidade do texto, mas sim a intenção apresentada . Na condição dele [Natan], ele teria que ser discreto para não chamar a atenção”, defendeu o desembargador Luiz Osório Moraes Panza ao ser questionado se a juíza possui um histórico de casos de racismo.

A tese defendida pela OE é a de que o a frase “em razão da sua raça” estaria subordinada à oração que dava sequência ao parágrafo – “agia de forma extremamente discreta” – e não à anterior – “seguramente integrante do grupo criminoso”.

“Nós temos que interpretar a sentença com boa fé. Não se trata de uma sentença de três linhas”, disse o desembargador Clayton Maranhã. “Parece que as pessoas têm preguiça de ler, mas não têm preguiça de sair atacando nas redes sociais”, completou.

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Nacional

Incêndio atinge área de proteção ambiental do Palácio do Jaburu

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Jaburu
Divulgação/Corpo de Bombeiros do DF

Segundo o Corpo de Bombeiros, chamas estão sob controle.

Um incêndio atingiu a área de proteção ambiental do Palácio do Jaburu, em Brasília. A instalação é a residência oficial do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. As chamas atingiram o local nesta segunda-feira (28).

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o fogo está sob controle no momento. Mais de cinco equipes da corporação estão trabalhando no combate às chamas.

A assessoria do a corporação disse ainda que a área atingida pelas chamas é extensa. Entretanto, ainda não foi possível fazer uma avaliação dos estragos. Ainda não se sabe quais foram as causas do incêndio.

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