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Opinião

JOSÉ DE PAIVA NETTO – Proteção aos pequeninos

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O Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil é sempre lembrado em 12 de junho, data que nos remete ao que de mais belo o ser humano pode exteriorizar: o Amor.

Para mim, não se trata de simples coincidência. Na verdade, realça o anseio de todos os que lutam por também ver no campo social o mesmo cuidado, respeito, proteção, solidariedade; sentimentos próprios de casais que verdadeiramente se amam.

Durante solenidade na Câmara dos Deputados, ocorrida na quinta-feira, 9/6/2011, foi lançada a mobilização nacional para o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. O evento contou com a presença de deputados e senadores da Frente Parlamentar Mista dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente, de representantes de diversos Ministérios, do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e entidades ligadas ao tema.

No dia seguinte, a OIT divulgou relatório sobre o trabalho infantil perigoso. A Agência Brasil publicou estatísticas do documento: “Os dados mostram que há no mundo 115 milhões de crianças (7% do total de crianças e adolescentes) nesse tipo de atividade. Segundo o relatório, esse número é quase metade dos trabalhadores infantis (215 milhões). É considerado trabalho perigoso qualquer tipo de atividade que possa ser prejudicial à saúde e à integridade física e psicológica da criança”.

Flash Mob

Renata Tabach de Paiva, de São Paulo/SP, informa-me que a LBV participou, a convite de Sérgio de Oliveira, coordenador do Fórum Paulista de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FPPETI), do Flash Mob, realizado em comemoração ao Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil: “Flash Mob é uma ação que promove aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada. O Coral Ecumênico Infantojuvenil Boa Vontade abrilhantou o evento com belas composições. A Praça da República foi o local escolhido, mas, por causa do tempo chuvoso, o evento ocorreu na Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Após a feliz tarde, Sérgio de Oliveira encaminhou-nos o seguinte e-mail: ‘Parabéns pelo trabalho. A LBV sempre fazendo a diferença pela qualidade das ações e do envolvimento de sua equipe’”.

O ser humano, em especial a criança, é celeiro de realizações incessantes. É a verdadeira fortuna da civilização. Não pode permanecer cruelmente explorado, submetido à servidão e ao desprezo. Para ele devem ser criadas condições, por mínimas que sejam, de viver com dignidade, qualquer tempo que haja vivido.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. [email protected] — www.boavontade.com

 

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Opinião

LÍCIO MALHEIROS – Discurso de Ódio

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Nosso país vive hoje uma dicotomia, quando o assunto em voga trata-se de um tema muito difundido e discutido nos meios de comunicação de massa, principalmente nas redes sociais, Facebook, Instagram, quando o tema em questão diz respeito a “Discurso de Ódio”.
O termo em questão “Discurso de Ódio” (que de forma genérica, qualquer ato de comunicação que inferiorize ou incite ódio contra uma pessoa ou grupo, tendo por base características como: raça, gênero, etnia, nacionalidade, religião, orientação sexual e por ai vai).
Nos dias atuais, esse tema vem sendo bastante difundido e discutido, principalmente entre poderes constituídos, entre os quais, alguns deles vêm sobressaindo e sobrepondo outros.
Conforme, vem se posicionando atualmente o Supremo Tribunal Federal (STF), que é a mais alta instância do poder judiciário brasileiro e acumula tanto competências típicas de uma suprema corte, ou seja, um tribunal de última instância, como de um tribunal constitucional, ou seja, tem que estar pautado no que preconiza a Constituição de 1988.
Partindo dessa premissa, vamos restabelecer os fatos, a Suprema Corte (STF), através de ações monocráticas, proferidas por alguns ministros, como, mandando prender, a ativista bolsonarista declarada Sara Winter.
Não satisfeitos, mandaram prender o blogueiro Osvaldo Eustáquio; por volta das 6 horas da manhã, o mesmo teve sua casa visitada pela Polícia Federa (PF) e preso, a pedido também da Suprema Corte (STF), no âmbito do inquérito dos atos antidemocráticos, sem falar nas outras pessoas que também foram presas, por expressarem seus sentimentos e pensamentos, pautados naquilo que preconiza a Constituição Federal em seu Art. 5º.
Construí essa narrativa para chegar a um ponto que a meu ver, na condição de um reles articulista, com uma formação acadêmica sofrida, pelas dificuldades enfrentadas para  estudar, porém revestido de um sentimento exacerbado de nacionalismo  e legalismo.
Não posso aceitar a fala do colunista Hélio Schwartsman, do Jornal Folha de São Paulo, ao dizer com todas as letras que deseja a morte do presidente Jair Messias Bolsonaro, grande estadista, ele diz “Torço para que o quadro se agrave e ele morra. Nada Pessoal” imagina então se fosse  pessoal.
Para justificar seu posicionamento bestial, pragmatizado por um discurso de ódio politizado; o mesmo ao explicar o seu desejo de morte a um presidente eleito de forma democrática, e que a duras penas vem trabalhando contra um sistema, esse sim antidemocrático, que alguns chegam a desejar sua morte, para que pudessem voltar  ao poder e pelo poder.
Com a palavra Suprema Corte (STF), que de forma célere e organizada, mandou prender ativistas pró-Bolsonaro, simpatizantes, apoiadores perigosos contra as instituições democráticas, e por ai vai; ou iremos continuar vivendo, em eterno estado de exceção.
Pare o mundo, quero descer!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo.

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Opinião

JOSÉ DE PAIVA NETTO – Vá sem pressa, faça uma prece!

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Sempre tenho chamado a atenção das pessoas para que tomem cuidado com o trânsito nas estradas e nas metrópoles.

Há muitos anos, num editorial do conceituado jornal brasileiro Folha de S.Paulo, encontrei este pensamento de Goethe (1749-1832), famoso vate e escritor alemão: “A morte é, de certa forma, uma impossibilidade que, de repente, se torna realidade”. Realmente, a maioria dos seres humanos não pensa que um dia terá de “passar desta para melhor ou para pior”, de acordo com o seu comportamento na Terra.

O grande equívoco da humanidade é viver como se depois da morte nada houvesse. Certamente, conforme nos revelam os Mentores Espirituais, um dos maiores dramas na Pátria da Verdade é a chegada de multidões livres das algemas da carne, mas completamente ignorantes do que seja o Mundo Invisível.

Mas voltemos ao editorial da Folha de S. Paulo sobre violência no trânsito, cujo conteúdo, infelizmente, ainda é atualíssimo: “(…) a frase do grande poeta alemão reflete com admirável precisão a maneira como muitos encaram a morte. E não resta dúvida de que essa visão é especialmente comum entre os jovens, cuja inexperiência aliada a um arrebatamento natural como que lhes confere um sentimento de onipotência e imortalidade. E esse sentimento, por ser extremamente enganoso, tem muitas vezes consequências terríveis. As mais notáveis e perversas se fazem ver no alto índice de envolvimento de jovens em acidentes de trânsito no mundo inteiro. Desastres do tráfego já são a principal causa de morte nessa faixa etária, fazendo mais vítimas do que a aids ou outras doenças incuráveis”.

Não adianta apenas dispor leis para os seres humanos. É preciso prepará-los para a Lei. O código de trânsito já existe. Todos sabem que têm de utilizar o cinto de segurança, diminuir a velocidade e respeitar sinais e faixas. No entanto, por que muitos não cumprem essas normas? Talvez porque não valorizem a própria existência.

A campanha Vá sem pressa, faça uma prece!, promovida pela Legião da Boa Vontade (LBV), visa à conscientização de motoristas e pedestres, para que venham a acatar as leis de trânsito por Amor à sua vida e à dos semelhantes.

Fica aqui, portanto, a nossa contribuição para o fim da violência no trânsito, de forma que a velocidade irresponsável ainda existente nas ruas se sublime em atos cada vez mais velozes de respeito a todos e de socorro às pessoas em situação de pobreza. Eis o nosso lema: Promover Desenvolvimento Social, Solidário e Sustentável, Educação e Cultura, Arte e Esporte, com Espiritualidade Ecumênica, para que haja Consciência Socioambiental, Alimentação, Segurança, Saúde e Trabalho para todos, no despertar do Cidadão Planetário.

Vá sem pressa, faça uma prece!

LBV — trânsito livre para a Vida

Educação e trânsito

Lamentavelmente, poucos refletem no fato de que, no Brasil, o trânsito tem feito um número maior de vítimas do que muitas guerras. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), em média 130 pessoas morrem por dia nesses acidentes no Brasil. Boa parte desses casos não ocorreria se motoristas e pedestres fossem mais prudentes e observassem dicas simples ao conduzir um veículo ou ao atravessar uma rua. Atitudes iguais a essas evitariam o sofrimento de milhares de famílias e o prejuízo que, todos os anos, é superior a R$ 56 bilhões, segundo estimativas do Denatran, em consequência dos acidentes de trânsito nas rodovias e vias urbanas.

Por isso, é fundamental:

— não dirigir cansado, sob a influência de emoções ou sob efeito de bebidas alcoólicas e/ou de qualquer substância entorpecente;

— não trafegar acima dos limites de velocidade;

— usar obrigatoriamente o cinto de segurança;

— conhecer bem o veículo que se dirige e mantê-lo em boas condições de funcionamento;

— desenvolver uma direção defensiva, prevenindo, dessa maneira, acidentes; e

— levar as crianças até 10 anos de idade no banco traseiro do carro.

A conscientização é o primeiro passo para o fim da “guerra” nas estradas e ruas brasileiras. Para isso, é muito importante, acima de tudo, que a Boa Vontade esteja presente entre motoristas e pedestres.

Vivamos, todos nós, em paz no trânsito!

Prece do Motorista

Extraída da revista BOA VONTADE no 26, de agosto de 1958, a oração ficou famosa na interpretação de Alziro Zarur (1914-1979), saudoso fundador da LBV e proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, em seus programas radiofônicos.

“Jesus,

“quero que sejas

“a Luz dos meus olhos,

“para que eu veja sempre o caminho certo!

“O Guia dos meus braços,

“para que eu me dirija sempre para o Bem!

“A Força da minha vida,

“para que eu resista na luta diária pelo pão!

“O meu Amigo constante,

“para que eu sirva a todos com Boa Vontade!

“O Amor do meu coração,

“para que eu ame a todos como a mim mesmo!

“Que a Paz de Deus ilumine os nossos caminhos.

“E viva Jesus!”

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor. 

[email protected]  www.boavontade.com

 

 

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