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Opinião

JOSÉ DE PAIVA NETTO – Deus, alicerce seguro para a Vida

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Em Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade — O Poder do Cristo em nós (2014), ressalto que Deus é Excelentíssimo Alicerce, sobre o qual Jesus, o Mestre dos mestres, com a Sua Autoridade, nos aconselha, no Novo Testamento (Lucas, 6:47 e 48), a construir o nosso resistente domicílio:

47 Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as põe em prática, Eu vos mostrarei a quem ele é semelhante.

48 É semelhante a um homem que edifica uma casa, à qual deu profundos alicerces e pôs o fundamento sobre a rocha; e, quando veio uma enchente de águas, deu impetuosamente a inundação sobre aquela casa, e não pôde movê-la, porque estava fundada sobre rocha.

Apenas desse modo seremos capazes de suportar os tsunamis; as inundações; os vulcões; os terremotos espirituais, morais e físicos; enfim, a tudo, com o Verdadeiro Poder do Sublime Governante da Terra.

O maior capital do ser humano é a sua Fé Realizante e o seu espírito imbatível diante das agruras que ainda atormentam as nações. A quem busca ancorar sua vida neste sublime porto seguro, afirmo com acentuada eloquência que há Homem ao leme: Jesus!

Por isso, ousemos edificar a Casa de Deus nas Almas e o Supremo Criador fará de nós firmes pilares de um futuro mais auspicioso:

12 Ao vencedor, Eu o farei coluna do Templo do meu Deus, e dali não sairá jamais; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a Nova Jerusalém que desce do Céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome.

13 Quem tem ouvidos de ouvir ouça o que o Espírito diz às igrejas do Senhor (Carta de Jesus à Igreja em Filadélfia, constante do Apocalipse, 3:12 e 13).                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor

[email protected] — www.boavontade.com 

 

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Opinião

GAUDÊNCIO TORQUATO – A nova direita

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Nasce e começa a ganhar volume no Brasil a nova direita, uma das estacas que compõem o bloco bolsonarista. O que vem a ser essa tendência, que perfis a integram e qual é a possibilidade de esse grupamento vir a se transformar em força decisiva no arco partidário nacional? Para começo de conversa, essa nova direita não escolheu o país como seu principal habitat. Designa um partido criado em 1918 em Israel, expande-se na Europa e finca raízes no seio da maior democracia ocidental, os Estados Unidos, e na América Latina, sob uma imensa teia de fenômenos, como o autoritarismo, o nacionalismo, o conservadorismo, o populismo e a xenofobia, principais eixos de sua identidade.

A nova direita, por aqui, é bem diferente da direita clássica que esteve por trás do golpe militar de 64, apesar de agregar parcela dos remanescentes daquele período. Mas não é uma direita comprometida com golpes, viradas bruscas de mesa, reimplante de ditadura militar. Pode até reunir uma ala que ainda pensa nisso, mas a nova direita elege o conservadorismo como seu obelisco, a par de traços de populismo e autoritarismo, que podem ser adotados tanto por um ex-integrante das Forças Armadas – Jair Bolsonaro – como por um civil identificado com essas tendências. Portanto, o importante é o Que, não o Quem.

Nos Estados Unidos e na Europa, certamente contribuem para consolidar o fenômeno a defesa nacionalista, incorporada ao pensamento dos produtores rurais e de outros segmentos que se sentiram prejudicados pela invasão do seu território por “alienígenas”, outras culturas, outros centros mundiais de produção barata, como a China, imigrantes que desformam culturas locais com suas novas formas de pensar e de viver. Nos EUA, encontraram alguém que incorporou o ideário, Donald Trump, eleito pelo voto conservador. Na Europa, alguns países se retraem ante o fracasso de governantes de esquerda e dos impactos da globalização, que definiram novos posicionamentos, como o Brexit no Reino Unido.

Na Hungria, Victor Orban é um bastião contra migrantes e refugiados, defendendo, inclusive, uma cerca de arame farpado para evitá-los. A islamofobia ganha corpo na esteira dos conflitos permanentes no Oriente Médio. Na Alemanha, três partidos de direita se formaram sob a lembrança da bandeira que lembra o nazifascismo. A crise econômica que se espraia pelas Nações aponta para o caminho da direita, como se este rumo fosse o mais adequado para levantar o progresso. Ao mesmo tempo, desenvolve-se o ideário da alternância de poder, que se apresenta como oxigênio para vitaminar regimes.

No Brasil, constata-se um estado geral de insatisfação que nasce no topo da pirâmide social e se desdobra até as margens. Mas essas continuam a eleger seus governantes por meio da equação custo/benefício. No meio, há contingentes que agem sob o império da mudança: “não aguentamos mais, não suportamos essa carga de impostos, serviços precários, corrupção deslavada, dinheiro para alguns, escassez para outros”.

Os micros e pequenos produtores correm para a nova direita; comércio e prestadores de serviços, também. Oprimidos por tributos e burocracia, a eles se juntam. Representantes da velha direita, saudosos dos tempos do autoritarismo, represados até então em sua expressão, encontram no capitão uma janela para vocalizar anseios. Poucos defendem um regime militar. Mas a maior fatia desse núcleo se volta para a defesa da ordem, da disciplina, do direito de propriedade, contra a baderna e a devastação.

Por aí se estende o território da nova direita. No fundo, um posicionamento contra o “status quo”. Terá sucesso? A depender das circunstâncias, que colocam na vanguarda das preocupações a alavancagem da economia, a melhoria dos serviços públicos – saúde e educação – e a atenuação da violência na sociedade. Oportuno dizer que a índole brasileira tende a se afastar dos extremos e se guiar pela bússola da conciliação, da harmonia, da paz social. Por conseguinte, a vontade de fazer uma jornada em direção ao meio se apresenta como a melhor solução. Não somos um país com tanta beligerância como temos visto ultimamente. In médium virtus, a virtude está no meio.

Portanto, o amanhã será aberto com um sol brilhante ou sob nuvens plúmbeas. A escuridão abrigará a continuidade da polarização e dos extremos do arco ideológico. A claridade revitalizará nossa democracia e trará os ventos do bom senso. Para fechar, a angústia trazida pela pandemia precisa ser aliviada. Isso vai ter efeito nas urnas de 15 de novembro.

Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação [email protected]

 

 

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Opinião

DIRCEU CARDOSO – Tantos partidos e nenhuma vida partidária

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Com o adiamento das eleições municipais de 4 de outubro para 15 de novembro (em razão das restrições impostas pela Covid 19), só agora começam a acontecer os principais eventos do calendários eleitoral para a escolha de prefeitos e vereadores. De 31/08 a 16/09 serão realizadas as convenções partidárias onde se decidirão as candidaturas. Em 27/09 começará a propaganda eleitoral e em 15 de novembro o eleitorado votará. Nas localidades com mais de 200 mil eleitores, ocorrerá, em 29/11, nova votação para prefeito – o segundo turno – com a participação dos dois mais votados no turno inicial. Só não haverá segundo turno se o mais votado tiver conquistado mais de 50% dos votos válidos. A principal novidade desse ano será a campanha no ambiente de restrição sanitária, onde as pessoas têm de usar máscara e não podem se aproximar, abraçar e muito menos aglomerar.

Essa deveria ser a maior festa cívica, pois é o dia em que o eleitor escolhe aquele que governará a sua cidade e os vereadores encarregados da legislação e fiscalização dos atos de governo. Mas, a prática conduz ao desinteresse e, muitas vezes, até ao descrédito. O principal motivo é a falta de vida orgânica e participativa nos partidos políticos que, no caso brasileiro, constituem uma verdadeira obra de ficção ou, para ser mais preciso, um simples cartório para o registro de candidaturas, porque a legislação não permite candidaturas sem partido.

Numa genuína democracia, os partidos funcionam como defensoras de uma ideologia e teses locais, fazendo tudo para que suas posições influenciem nas eleições. Mas no caso brasileiro, são apenas siglas sem qualquer vida orgânica, apesar de receberem polpudas verbas públicas. Há, inclusive, a nefasta figura dos caciques ou “donos” dos partidos que, na opinião geral, fazem deles um meio de vida. Por conta disso, o processo político não ocorre e as candidaturas não têm militância e nem representatividade. Com raras exceções, os candidatos são os escolhidos pelos caciques, não por sua vida partidária ou algo que possa empolgar a militância, hoje inexistente.

Embora a chamada redemocratização tenha ocorrido há mais de três décadas, consolidada na Constituição de 88, ainda não fomos capazes de estruturar partidos que funcionem para sustentar uma efetiva democracia. Temos 33 registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e outros 78 em formação. É muita divisão para um mesmo bolo. O ideal seria haver ao redor de uma dezena e que numa só agremiação se acomodassem diferentes tendências de uma mesma ideologia. Isso manteria acesa a chama da disputa, fazendo com que na aproximação dos períodos eleitorais, a prática interna já tivesse determinado quem são os candidatos, através de prévias, primárias ou outros mecanismos de avaliação. Se um dia conseguirmos montar verdadeiros partidos, a democracia finalmente se consolidará e o país, sem qualquer dúvida, lucrará com isso…

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves – dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) 

[email protected]                                                            

 

 

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