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Opinião

JOSÉ DE PAIVA NETTO – Boa ação voluntária

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Quando há Amor Fraterno, incontrastável empenho e consagrada competência, que se desenvolve com labor e zelo — desde a fixação de um simples prego na madeira (creia no seu valor próprio!) —, não existem limites para o alicerce de um mundo melhor.

Medeiros e Albuquerque (1867-1934), jornalista, professor, político e abolicionista pernambucano, acertadamente reconheceu:

— O que faz a superioridade do homem sobre os outros animais é que ele compreendeu como na luta pela vida uma das armas mais eficazes é a bondade, é a assistência recíproca, é a caridade.

Realizar o Bem voluntariamente e uma das mais belas páginas de Amor que o ser humano, ou seja, o Cidadão do Espírito, pode escrever. O Profeta Muhammad — “Que a Paz e as Bênçãos de Deus estejam sobre ele!” — ensina:

— Toda boa ação é caridade. Uma boa ação é aquela que faz aparecer um sorriso no rosto do outro.

O fundador do Islamismo honra a memória de Jesus — e de Sua Santíssima Mãe, Maria, no Alcorão Sagrado — e O referencia como um dos grandes Profetas do Islã. Numa palestra intitulada “Jesus e o ideal do Alcorão”, o presidente do Grupo de Pesquisa Muçulmano-Cristão, dr. Hmida Ennaifer (Ph.D., Universidade Zitouna/Tunísia e Sorbonne/França), vem ao encontro da nossa afirmativa ao comentar que

— dos 6.236 versículos que formam o Alcorão, o Cristo é citado 33 vezes, às vezes por Seu nome em árabe, às vezes por Seu nome composto, às vezes, enfim, por Sua qualificação de Messias. (…) De fato, quando estudamos mais atentamente o que o Alcorão diz sobre Jesus, percebemos que nenhuma outra figura foi dotada de um poder taumatúrgico tão extraordinário quanto o Seu. (…) Ele é o profeta, o servidor de Deus e a criança lavada de toda a impureza, mas é também o sinal, o exemplo, o Verbo, o Espírito vindo de Deus, a ciência do Agora, aquele que é sustentado pelo Espírito Santo, o caminho reto.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. [email protected] — www.boavontade.com

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MANOEL DE BARROS – Redes Sociais, como elas podem te influenciar

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Redes sociais são produtos do nosso tempo, se antes o conteúdo era produzido por grandes estúdios e canais de TV, agora todos podem ser “criadores de conteúdo”, e claro, essa nova mídia passa a nos influenciar.

A televisão e o rádio sempre ditaram, em algum grau, costumes e pensamentos. Com horários definidos, esperávamos ansiosos por aquele programa no aparelho da sala. Agora a sala ficou obsoleta, e a grade de programação dura muito mais que 24 horas. Deixamos de ser guiados pela televisão e nos tornamos teleguiados pelos celulares, conforme a tela diminuiu, a influência só aumentou.

Sim, ganhamos artistas brilhantes, mantemos contato com amigos de infância, conseguimos compartilhar viagens e momentos especiais, revoluções e mudanças políticas emergiram desse novo mundo.

Isso é transformador, mas como tudo na vida, tem um custo. No momento em que combinar um almoço de família e o encontro de amigos deu lugar a criar um grupo de WhatsApp, provavelmente perdemos muito do que nos conectava.

De alguma forma nossa saúde emocional começa a ser pressionada pelas redes sociais.

Surgem os problemas de Internalização que dizem respeito a sintomas ansiosos, angústia e sofrimento alimentados por um feed de vidas supostamente perfeitas, as melhores viagens e corpos esculturais – isso gera, principalmente entre jovens, um medo de estar perdendo experiências, de fracasso e insuficiência.

Ninguém compartilha noites de estudo, filas no cartório ou idas ao hospital com os filhos – aqueles momentos da vida que não curtimos tanto. Com essa visão distorcida, a pessoa sofre sozinha em uma multidão de amigos virtuais.

As mudanças de Externalização são o padrão que o usuário atua – a sensação de anonimato e a falta de contato visual libera o comportamento agressivo, o bullying e nos faz esquecer qualquer regra de boa vizinhança. O tio que só quer discutir política, a divulgação de fotos íntimas e hostilidade aos que pensam diferente são formas de como isso aparece.

Então de um lado temos mais ansiedade e depressão e de outro, mais agressividade e intolerância, isso não descreve só a rede social, descreve o mundo real.

E você, como está sendo influenciado?

Manoel Vicente de Barros é Médico Psiquiatra em Cuiabá e atua no tratamento de Depressão e Ansiedade, CRM 8273, RQE 4866. 

 

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Opinião

LÍCIO MALHEIROS – Na contramão da história

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O poder Legislativo Municipal, mais precisamente a nossa Egressa Casa de Leis, conhecida também, como “Casa dos Horrores”, coloquei no plural, pois a mesma, através de sucessivas lambanças protagonizadas por alguns vereadores, que ao longo deste mandato. Vem causando, verdadeiras atrocidades contra seus pares, e principalmente, contra a população ordeira e trabalhadora da Capital.
Obviamente, este apelido pouco ortodoxo, não é extensivo a todos os vereadores desta legislatura, porém  grande parte dos eleitos, não disseram para que vieram.
Se os mesmos foram eleitos, para legislar para o povo mais humilde os expropriados do capital, ou para legislar para seus pares e apaniguados, obedecendo sistematicamente todos os pedidos do senhor prefeito da capital Emanuel Pinheiro (MDB).
Não conheço o vereador Abílio Junior (PSC), e nem tão pouco, tenho aval ou pedido, para defendê-lo, trata-se de uma questão de justiça, pois um parlamentar é eleito vereador, para: cobrar, legislar, e principalmente fiscalizar o Executivo Municipal, e até mesmo, postura, ética  e conduta de seus pares.
O vereador Abílio Junior (PSC), foi levado a Comissão de Ética, por quebra de decoro parlamentar,  tendo como relator dessa comissão o vereador Ricardo Saad (PSDB),  como presidente Toninho de Souza (PSD), além de um Membro da Comissão, Vinicius Hugueney (PP), obviamente o placar não poderia se diferente, 3 a 0 pela cassação.
Essa votação, mais pareceu a Santa Inquisição, que começou na França no século XII, para combater o sectarismo religioso. Neste caso específico, para tirar de cena, alguém que vem combatendo com veemência: abusos políticos, econômicos e sociais em nossa Capital.
Estão usando para afastar o vereador Abílio Junior (PSC), o decoro parlamentar. Porém, a delimitação legal do conceito de decoro parlamentar é incompleta, gerando dúvidas na sua aplicação.
A Constituição Federal (artigo 55,  incisos I, II e VI  da CF) prevê como falta de decoro o abuso das prerrogativas pelo parlamentar, percepção de vantagens indevidas e atos definidos como tal nos regimentos internos. E os regimentos internos não vão muito além da redação do texto constitucional.
Decoro parlamentar é a conduta individual exemplar que se espera que seja adotada pelos políticos, representantes eleitos de uma sociedade.
O vereador Abílio usou de suas prerrogativas legais ao fiscalizar; onde está o abuso de poder. Ele não recebeu nenhuma vantagem indevida para fiscalizar. Ele não cometeu nenhuma prática de ato irregular grave quando no desempenho de suas funções. Ele apenas fiscalizou o Poder Executivo, usando apenas sua prerrogativa constitucional de vereador, eleito pelo voto direto.
Outro depoimento contundente e explicitado foi redigido, por um  colega de parlamento no facebook, vereador Dilemário Alencar (PROS).
Ele diz “A proposta do vereador Sargento Joelson e do vereador Toninho de Souza em propor sessões secretas para ouvir as testemunhas que vão depor na CPI do Paletó não pode prosperar. Isso é um atentado contra o princípio constitucional da transparência. É um absurdo querer proibir o acompanhamento dos depoimentos pela imprensa e por qualquer cidadão. Eu sou contra sessão secreta. A CPI do Paletó que investiga o prefeito de Cuiabá, acusado de receber propina para não fiscalizar a qualidade das obras da copa, deve continuar com sessões abertas para quem quiser acompanhar, como sempre ocorreu”; infelizmente, em nosso país o rabo ainda abana o cachorro.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

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