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Internacional

Jornalista russa que exibiu cartaz na TV contra guerra é presa

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Jornalista Marina Ovsyannikova sendo presa
Reprodução/Instagram @ovsiannikova6219 17.07.2022

Jornalista Marina Ovsyannikova sendo presa

A jornalista russa Marina Ovsiannikova, conhecida por interromper a transmissão ao vivo de uma emissora de televisão e exibir um cartaz criticando a invasão russa na Ucrânia, foi detida neste domingo em Moscou, informaram pessoas próximas a ela e seu advogado.

“Marina foi detida. Não há nenhuma informação sobre o local onde se encontra”, diz uma mensagem publicada na conta da jornalista no Telegram. A mensagem foi acompanhada de três fotos nas quais pode-se ver Ovsiannikova, de 44 anos, sendo conduzida por dois policiais até uma van branca, após ter sido detida enquanto andava de bicicleta.

Seu advogado, Dmitri Zajvatov, confirmou a detenção à agência notícias Ria-Novosti e explicou que não sabe aonde sua cliente foi levada. “Suspeito que isto esteja relacionado de uma forma ou de outra a seu ato de protesto”, acrescentou.

Nenhuma declaração oficial foi feita sobre os motivos da detenção, mas esta ocorre dias depois de Ovsiannikova se manifestar sozinha em frente ao Kremlin com um cartaz, evocando a morte de crianças ucranianas durante a intervenção militar na Ucrânia e qualificando o presidente russo, Vladimir Putin, de “assassino”.

Esta manifestação pode ser punida por uma lei contra a publicação de “informação falsa” e “injúrias” contra o Exército, acusações que podem resultar em penas de prisão.

Ovsiannikova ficou famosa quando, em meados de março, interrompeu o telejornal da noite da emissora de TV ligada ao Kremlin em que trabalhava, exibindo um cartaz no qual criticava a ofensiva na Ucrânia e a “propaganda” da mídia controlada pelo poder. Detida logo depois, foi libertada após pagar uma multa.


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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Vídeo: Explosão deixa 17 desaparecidos e 67 feridos em Cuba

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Explosão causou grande desastre em Cuba
Reprodução/Twitter

Explosão causou grande desastre em Cuba

Um incêndio em dois tanques de petróleo deixou 17 desaparecidos e 67 feridos em uma área industrial da cidade de Matanzas, na região oeste de Cuba. Segundo o Hospital Faustino Pérez, dos 67 feridos atendidos até agora pelo incêndio, cerca de 18 estão em estado grave. Autoridades do país informaram que os desaparecidos seriam bombeiros que estavam na área mais próxima ao fogo.

O fogo começou na tarde de sexta-feira depois que um raio atingiu um dos tanques do depósito localizado nos arredores de Matanzas, cerca de 90 quilômetros a leste de Havana. Às 5h deste sábado, o fogo atingiu um segundo tonel. Segundo o jornal oficial Granma, o primeiro tanque “continha cerca de 26.000 metros cúbicos de petróleo bruto nacional, cerca de 50% da sua capacidade máxima, quando o raio atingiu a cúpula da instalação”.

Mario Sabines Lorenzo, governador de Matanzas, informou que há cerca de 800 pessoas removidas da área. O incêndio ocorre em meio a dificuldades enfrentadas desde maio na ilha para atender ao aumento da demanda por energia devido ao calor do verão.

A obsolescência de suas oito usinas termelétricas, danos, manutenções programadas e falta de combustível dificultam a geração de energia. Desde maio, as autoridades programam apagões de até 12 horas por dia em algumas regiões do país. Desde então, já houve 20 protestos em cidades do interior da ilha.

Veja o vídeo:


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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Secretário-geral da ONU condena ameaças de guerra nuclear

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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres,  disse neste sábado (6), durante um evento em Hiroshima para marcar os 77 anos do lançamento da bomba atômica sobre a cidade japonesa, considera inaceitável que os países com armas nucleares admitam a possibilidade de uma guerra com o uso deste tipo de armamento e avisa que a humanidade está brincando com uma arma carregada.

“Temos de manter os horrores de Hiroshima sempre presentes, reconhecendo que existe apenas uma solução para a ameça nuclear, não haver armas nucleares”, disse Guterres. “Quase 13 mil armas nucleares são mantidas em arsenais em todo o mundo e crises fortemente sublinhadas pelo nuclear disseminam-se depressa, do Oriente Média à península coreana e na invasão russa da Ucrânia.”

Durante o evento, Guterres pediu aos países que trabalhem para eliminar as armas nucleares. “Os países que têm armas nucleares têm que se empenhar na não utilização dessas armas e também têm que garantir aos estados que não possuem armas nucleares, que não usarão e nem ameaçarão usar essas armas contra eles.”

Mais de 140 mil pessoas morreram em Hiroshima em consequência do ataque norte-americano usando uma bomba nuclear no dia 6 de agosto de 1945. Foi a primeira vez que este tipo de armamento foi utilizado. Três dias depois, os EUA soltaram uma segunda bomba atômica na cidade japonesa de Nagasaki.

* Com informações da RTP

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Internacional

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