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João Batista visita 24° Batalhão da PMMT e conhece projetos sociais na comunidade

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Foto: Marcos Lopes

O  presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato, deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), participou na tarde do dia 7, do projeto social “Sopão Solidário”, no bairro Jardim Liberdade. A ação social é coordenada pela moradora Edna Cézar e conta com a parceria do 24º Batalhão de Polícia Militar, do bairro São João Del Rey, na capital. Durante o encontro, o parlamentar colocou seu nome à disposição de projetos da mesma natureza, principalmente aqueles voltados para crianças e adolescentes em situação de risco.

No local, além do “Sopão Solidário”, o deputado também conheceu outros projetos que beneficiam os moradores da região, como o “PM Júnior – Só Alegria” e o “Sesc Transforma”, atendendo mais de 200 crianças, com a prática de esportes e recreação de segunda à sexta-feira no contraturno escolar.

“Agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade de poder participar do dia de hoje e conhecer pessoas como a dona Edna e o tenente-coronel Óttoni. Desde já coloco o nome do deputado ‘João Batista’ à disposição. Hoje foi um dia muito gratificante e de muito conhecimento. Grato em poder participar de ações como esta”, disse o deputado.

De acordo com o comandante do 24º Batalhão, tenente-coronel Óttoni Cezar Castro Soares, o projeto do “Sopão Solidário” atende toda a circunscrição do São João Del Rey, beneficiando cerca de dez bairros. Óttoni disse ainda da importância em se ter um “deputado estadual” como colaborador, afirmando que João Batista é uma pessoa “simples e do povo”.

 “O deputado João Batista é uma pessoa muito simples, do povo, isso sem contar que é um servidor público da Segurança e presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Fico muito feliz de que ele esteja aqui conosco, vendo de perto todas as nossas deficiências. Como presidente da Comissão de Segurança, tenho certeza de que o deputado irá nos ajudar muito dentro da Assembleia”, disse o tenente-coronel.

Fonte: ALMT

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Deputado Claudinei entrega veículo para Porto Alegre do Norte

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS / Assessoria de Gabinete

Foto: SAMANTHA DOS ANJOS / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) formalizou a entrega de um veículo Fiat Toro 4×4, diesel, no dia 21 de outubro, com o prefeito de Porto Alegre do Norte, Daniel do Lago (PDT). O benefício foi adquirido por meio de emenda parlamentar, no valor de R$ 170 mil, destinada pelo parlamentar. O deputado federal José Medeiros (Podemos), autoridades locais e comunidade também participaram da entrega.

“Esse é um momento muito importante para o nosso município. Recebemos uma emenda parlamentar do deputado Delegado Claudinei para fazer a aquisição de um carro. Está aqui o veículo para ser entregue à saúde. Muito agradecido, deputado. Que Deus te dê muita saúde e garra para continuar a trabalhar”, agradeceu o gestor municipal.

Claudinei ressalta que, no início desse ano, o prefeito realizou visita ao gabinete, na Assembleia Legislativa, e apresentou essa necessidade do município. “A gente visitou o município no final de 2020. Depois, o prefeito levou o ofício com essa demanda ao nosso gabinete, em Cuiabá. Formalizou esse pedido para atender a saúde pública. Então, novamente, estamos aqui. Ficamos felizes com a liberação dessa emenda e por somar com o município”, exalta o parlamentar.

Região – Porto Alegre do Norte está localizado na região nordeste do estado de Mato Grosso e fica a uma distância de 983 km da capital de Cuiabá. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município conta com cerca de 13 mil habitantes.

Fonte: ALMT

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“Ajuste fiscal do governador de Mato Grosso permitiu melhoria da malha rodoviária”, afirma cientista político

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Em artigo, cientista político destacou bom desempenho do Governo do Estado em ranking de competitividade [Foto – Mayke Toscano]

O cientista político Luiz Felipe D’Ávila, colunista do jornal Estadão, destacou o bom desempenho do Governo de Mato Grosso no Ranking de Competitividade dos Estados deste ano. Mato Grosso foi eleito o 7º melhor estado do país nessa classificação.

De acordo com o colunista, em artigo publicado nesta quarta-feira (27), a avaliação positiva do Estado se deve às medidas fiscais adotadas pela atual gestão, que possibilitaram fortes investimentos nas estradas.

Segundo ele, o governador Mauro Mendes é um dos gestores que  “perseguem com afinco a solidez fiscal, possibilitando a realização de investimentos na melhoria da qualidade do serviço público e na atração de investimento privado em infraestrutura”.

“No Mato Grosso, o ajuste fiscal promovido pelo governador Mauro Mendes permitiu ao Estado investir na melhoria significativa da malha rodoviária – algo fundamental para escoar safras agrícolas que são o carro-chefe da nossa exportação”, diz trecho do artigo.

Como citado por D’Ávila, o Estado tem feito grandes investimentos em Infraestrutura. Até o final de 2022, terão sido asfaltados mais de 2.500 km de estradas, outros 3.000 km recuperados e mais de 240 pontes de médio e grande porte construídas.

Além disso, há mais 3.500 km de asfalto novo em fase de projeto, 5.000 pontes de bueiro metálico e aduelas em andamento e dezenas de outros projetos estruturantes. O Estado ainda protagonizou a iniciativa inédita de autorizar a construção da 1ª Ferrovia Estadual, que vai ligar Rondonópolis a Cuiabá e Rondonópolis a Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, também se conectando com a malha ferroviária nacional.

Confira a íntegra do artigo do colunista Luiz Felipe D’Ávila: 

Há uma verdadeira revolução silenciosa acontecendo nos Estados. Governadores dos mais diversos matizes partidários e ideológicos priorizaram a eficiência do Estado e a melhoria das políticas públicas baseada em dados e evidências. Num país onde o governo federal está à deriva, há vários Estados no caminho certo.

Numa nação dilacerada pela inflação, pela recessão econômica e pela irresponsabilidade fiscal, existem governadores que perseguem com afinco a solidez fiscal, possibilitando a realização de investimentos na melhoria da qualidade do serviço público e na atração de investimento privado em infraestrutura. Se quisermos encontrar políticas públicas exemplares, é melhor olhar para os Estados do que para o governo federal.

O Ranking de Competitividade dos Estados tornou-se uma ferramenta valiosa para ajudar os governantes a promover uma mudança importante de cultura no setor público: a criação de políticas públicas baseada em dados e evidências. Concebido pelo Centro de Liderança Pública (CLP), a primeira versão do ranking, em 2012, causou constrangimento em alguns governos mal avaliados. A reação defensiva dos governadores se resumiu em criticar o ranking e contestar a credibilidade dos dados.

Mas, com o passar do tempo, perceberam que a luta contra os dados e as evidências era uma batalha em vão. Em vez de buscar justificativas para explicar o mau desempenho ou recorrer à retórica populista para tentar encobrir os fatos, os governadores resolveram escorar-se nos indicadores para definir prioridades, estabelecer metas e enfrentar as brigas políticas necessárias para criar governos eficientes e políticas públicas capazes de melhorar a vida do cidadão.

O resultado do desempenho dos bons governos está estampado na série histórica do Ranking de Competitividade dos Estados. A liderança de São Paulo é fruto da sucessão de governos que balizaram políticas públicas em dados e evidências desde 1995 e foram capazes de assegurar a continuidade de programas que dão resultado. Já Alagoas deixou a última colocação do ranking e saltou para a 13.ª posição, graças à liderança do governador Renan Filho, que arregaçou as mangas para melhorar os indicadores e atacar os reais problemas do Estado. No Espírito Santo, o empenho do ex-governador Paulo Hartung para sanar as finanças públicas provocou uma verdadeira revolução: o Estado saiu da 11.ª posição para a 1.ª em solidez fiscal. O seu sucessor, governador Renato Casagrande, manteve o Espírito Santo no bom caminho e o Estado conseguiu recuperar sua capacidade de investimento e melhorar a qualidade da educação pública.

A Paraíba atacou com seriedade o problema da segurança pública e o Estado saltou da 24.ª colocação para a 3.ª nesse pilar, reduzindo dramaticamente as taxas de homicídio. No Mato Grosso, o ajuste fiscal promovido pelo governador Mauro Mendes permitiu ao Estado investir na melhoria significativa da malha rodoviária – algo fundamental para escoar safras agrícolas que são o carro-chefe da nossa exportação. No Piauí, o governador Wellington Dias promoveu um importante ajuste fiscal que permitiu ao governo recuperar sua capacidade de investir em programas sociais.

Infelizmente, este Brasil que dá certo não ganha as manchetes na imprensa. Temos o cacoete de retratar apenas as mazelas da política e dos maus governos. Mas é preciso também dar espaço no noticiário aos bons exemplos de governantes e de políticas públicas exitosas; caso contrário, desvalorizamos a política e o esforço hercúleo de líderes públicos que tiveram coragem de enfrentar o corporativismo e evitar os atalhos do populismo para se esquivar das medidas duras, porém necessárias, para edificar um Estado eficiente, capaz de melhorar a qualidade do serviço público e a vida das pessoas.

O jornalismo sério e equilibrado exerce um papel fundamental na árdua batalha pela preservação da liberdade, da democracia e da informação confiável. Portanto, o equilíbrio entre denúncias de malfeitos e realizações louváveis dos governantes é vital para ajudar o cidadão a separar o joio do trigo. Trata-se de algo essencial para aprimorar a capacidade do eleitor de diferenciar os governantes que merecem ser reconhecidos e aqueles que precisam ser removidos do poder por meio do voto. Num país dilacerado pela polarização política e pelo populismo, as pessoas precisam de discernimento e de norte para fazer escolhas criteriosas na hora de votar.

O Brasil tem de se livrar da camisa de força do patrimonialismo, do corporativismo e do clientelismo, que estrangula o crescimento sustentável, o combate às desigualdades sociais e a confiança no Estado de Direito, nas instituições democráticas e na competição de mercado. Se não formos capazes de honrar as virtudes das boas políticas e reconhecer o trabalho dos bons políticos, prestamos um desserviço à democracia e perpetuamos o cinismo e a desconfiança que colaboram para fomentar o populismo.

LUIZ FELIPE D’ÁVILA É CIENTISTA POLÍTICO, AUTOR DO LIVRO ‘10 MANDAMENTOS – DO BRASIL QUE SOMOS PARA O PAÍS DE QUEREMOS’

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