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Política MT

João Batista defende a cautela permanente de arma de fogo para os policiais penais

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Deputado João Batista comentou em sessão plenária veto ao seu projeto de lei

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Após a publicação do veto ao Projeto de Lei nº 226/2019, que dispõe sobre a concessão de cautela permanente de arma de fogo aos agentes penitenciários, o deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros) usou a tribuna, nesta terça-feira (29), para chamar a atenção sobre o tema. O veto do governador Mauro Mendes foi publicado no Diário Oficial da última segunda-feira.

Batista abriu a defesa falando sobre o parecer contrário da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária ao Projeto de Lei nº 201/2019, de autoria do deputado Delegado Claudinei (PSL), no qual concede a isenção de ICMS na aquisição de armas de fogo, munição e colete balísticos pelos integrantes dos órgãos da Segurança Pública (Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiro Militar e Polícia Penal).

“Sou integrante da Segurança Pública de Mato Grosso, por isso digo que irei votar contra este parecer. O assunto ‘isenção fiscal’ é um tema muito complexo para ser debatido dentro do Parlamento. Por exemplo, podemos conceder incentivos fiscais para grandes empresas, mas não podemos ajudar o agente de segurança a estar devidamente paramentado?”, indagou o deputado.

Na oportunidade, João Batista comentou sobre o veto ao seu Projeto de Lei nº 226/2019, no qual foi apontado como “vício de iniciativa”, quando não cabe aos deputados estaduais legislar sobre determinado tema.

“O que é vício de iniciativa e o que não é? Acredito que devemos criar uma frente no Parlamento para podermos debater temas como este com o governador. Tenho alguns projetos que consegui emplacar junto ao Poder Executivo, evitando assim o vício de iniciava. Acredito que em projetos como os de autoria do Delegado Claudinei, assim como o meu projeto de cautela permanente, pode ser encaminhado para a Assembleia por meio do governo do estado. Só não podemos deixar nossos irmãos e irmãs de farda desprotegidos e à mercê da criminalidade”, finalizou João Batista.

Fonte: ALMT

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Filho denuncia uso ilegal de música do cantor Gonzaguinha em campanha de candidato a prefeito de Cuiabá

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O candidato a prefeito de Cuiabá Abílio Junior e seu vice Felipe Welatton: música é usada como jingle em campanha

Revista Forum – Daniel Gonzaga foi às redes sociais nesta quarta-feira (28) denunciar o uso ilegal da música “Eu acredito é na rapaziada”, que foi composta pelo pai, Gonzaguinha, na campanha do candidato bolsonarista a prefeitura de Cuiabá, Abílio Brunini, do Podemos.

“Alo @oficial_tremt Já mandei email, sem resposta. Tem candidato utilizando a música de minha editora, sem autorização. “Eu acredito e na rapaziada” é a música, em Cuiabá. Podem me retornar, por favor? @podemos19 pode fazer a gentileza de passar o telefone correto?”, tuitou Daniel.

Vereador na capital mato-grossense, Abílio coleciona polêmicas na cidade e se lançou candidato a prefeito se gabando pelo fato de ser de direita e ter sempre apoiado Bolsonaro.

No jingle, o candidato do Podemos comete plágio do samba de Gonzaguinha, que lutou contra a ditadura, colocando o nome e o do vice, Felipe Wellaton, na letra.

Machismo

Durante debate no dia 15 de outubro, o candidato bolsonarista fez um ataque machista à sua oponente, Gisela Simona (Pros), dizendo que ela é “uma excelente participante da disputa eleitoral, mesmo sendo mulher”.

Gisela pediu direito de resposta por se sentir atacada, o que foi negado pela direção da emissora. Ao saber do pedido, Abilio deu uma declaração ainda mais preconceituosa: “Parabéns ao marketing da candidata que se apoiou numa falha da minha comunicação. Parabéns, continue usando esse tipo de recurso de marketing para justificar a falta de propostas […] Gisela, não precisa ficar nervosa e gritar, se não tiver resposta. Quem é chamado de louco, sou eu”, ironizou.

 

 

 

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Lucimar autoriza obras de R$ 23 milhões da nova estação de tratamento de água que atenderá 120 mil moradores

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A prefeita Lucimar Campos durante assinatura para construção da nova ETA que atenderá 72 bairros da região do Grande Cristo Rei

Com recursos próprios do Tesouro Municipal, Várzea Grande lançou oficialmente as obras da Estação de Tratamento e Distribuição de Água – ETA Grande Cristo Rei, a um custo de R$ 23,6 milhões e que reforçará com
26 milhões de litros por dia ou 780 milhões de litros de água por mês para 120 mil moradores de 72 bairros do Grande Cristo Rei envolvendo ainda o Parque do Lago, Jardim Maringá, Alameda, Ponte Nova entre
outros.
As obras que serão executadas pelo Consórcio Cristo Rei – CTW SPE LTDA, formado pelas empresas Cápua e Tecwater que venceram a Concorrência Nacional realizada e que optou pelo menor preço e mais qualidade dos
serviços a serem prestados.
Com a entrada em funcionamento da quarta ETA de Várzea Grande, as outras três, da Avenida Júlio Campos; Ulisses Pompeo e do Distrito de Passagem da Conceição, utilizarão suas captações e tratamento para reforçar a
distribuição de todas as demais regiões e distritos da cidade.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada pessoa necessita até 110 litros de água por dia para consumo e higiene.
“Com todas as unidades em pleno funcionamento teremos entre 83 milhões até 87 milhões de litros de água disponível, por dia, para atender a demanda da população e das empresas e indústrias. Levando-se em
consideração a média de 100 litros por dia para cada um dos 287 mil habitantes de Várzea Grande, estaríamos falando em 28,7 milhões de litros dia, portanto, teremos para cada morador daqui, três vezes o volume considerado ideal pelas autoridades de saúde, portanto, um salta de qualidade”, ponderou a prefeita Lucimar Sacre de Campos ao assinar a ordem de serviços para inicio das obras da ETA Grande Cristo Rei que estarão prontas no primeiro trimestre de 2021 e permitirão que em 2021 haja regularidade no atendimento com água e sem racionamento, mesmo com dificuldades como o período de estiagem.

A prefeita Lucimar Campos disse que o problema de água de Várzea Grande é antigo, e na sua gestão não tem medido esforços para solucionar de vez o mesmo. “Somente esta obra que autorizei o início das obras vai garantir o
atendimento a toda a região do Grande Cristo Rei e adjacências, além da melhora no abastecimento de outras regiões”, disse a prefeita. Os 120 mil moradores da região do Grande Cristo Rei que serão beneficiados com a nova ETA, atualmente são abastecidos com água captada, tratada e distribuída pelas outras duas ETAs das Avenidas Júlio
Campos e Ulisses Pompeo, que a partir do funcionamento desta nova unidade terão seus volumes que são de 300 litros/por segundo ou 26 milhões de litros por dia destinados para atender as demais regiões bairros e consumidores de Várzea Grande, um ganho estimado em 35% de melhora.
“Nosso compromisso é deixar encaminhada a solução para este problema de forma definitiva e planejar o futuro, pois a cidade cresce, sua população aumenta e temos problemas que precisam ser resolvidos como os devidos e a inadimplência”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos.
A prefeita fez questão de afirmar que estas obras estão sendo possíveis pelo prestígio resgatado junto as instituições financeiras que acreditam na nossa Gestão “Estão em conta corrente, para início das obras R$ 14 milhões e conforme o andamento da obra novos recursos próprios serão aportados para atender a demanda. Tudo que fazemos é na mais absoluta transparência dos nossos atos administrativos e o bom trato dos recursos públicos”, salientou Lucimar Sacre de Campos.
Segundo o responsável pela empresa, uma das consorciadas, Tecwater, Alessandro Carrara Teixeira, o Consórcio Cristo Rei venceu a Concorrência Pública de nº11/2020, para executar a obra  em um prazo de 150 dias (5 meses),  e compreenderá a  instalação da ETA, aquisição, comissionamento e operação assistida, visando o abastecimento público como parte integrante do Sistema do Grande Cristo Rei, incluindo elevatórias, (captação), de água bruta e estação de tratamento utilizando membranas da ultrafiltração, com capacidade de produção de 300 litros por segundo em regime de ‘Turn key’ (Entrega de Chaves ou Chaves na Mão que é a obrigatoriedade de se entregar o que foi contratado pela concorrência pública) e oferecendo um trabalho de qualidade e rapidez, para uso imediato após termino da obra.
O senador Jayme Campos, apontou que a tecnologia a ser aplicada na ETA a ser construída está entre as mais modernas e permitirá que futuramente essa mesma estação possa ser ampliada de forma eficiente e com resultados.
Ele lembrou o histórico administrativo do DAE/VG criado na década de 70 quando surgiram as primeiras unidades de captação e abastecimento e os avanços que foram executados ao longo dos anos, nas gestões do seu grupo
político, tanto dele enquanto prefeito e governador, como de Júlio Campos também como prefeito e governador de Mato Grosso.
A prefeita Lucimar Campos buscou meios de viabilizar o DAE e acompanhar o crescimento da população, modernizando, implantando ETAs, perfurando poços artesianos, mudando e modernizando a canalização da Rede de Captação e Distribuição de Água.
Ele pontuou que o estrangulamento do sistema é decorrente da falta de investimentos aliados ao crescimento populacional, ponderando que se faz necessário investir recursos e obras para fazer frente a necessidade.
“É com muito orgulho que participo deste momento histórico da cidade, a instalação de mais uma Estação de Tratamento de Água no município, obras esta que quando ficar pronta vai permitir, levar mais água as pessoas de
forma regular, sem interrupção de dias e sem estiagem. A Rede que abastece esta região, irá ser desligada quando a obra ficar pronta e também resolvendo problemas de dezenas de bairros”, explicou ele.
Jayme Campos pontuou que assim como o Mundo e o Brasil, a pandemia deixou as pessoas mais tempo em casa, aumentando o consumo de água, luz, alimentos entre outros gêneros e somados a isto, tivemos a maior estiagem com mais de 135 dias sem chuvas o que reduziu a capacidade de atendimento dos consumidores.
“Se aliarmos estes problemas com os desvios e com a inadimplência temos milhares de pessoas prejudicadas, mas isto vai mudar”, assegurou o senador que disse trabalhar para que recursos federais sejam alocados para atender novas incursões e obras no setor.
O diretor-presidente do DAE/VG, Ricardo Azevedo Araújo, pontuou que muito se avançou desde que a prefeita Lucimar Campos assumiu a gestão em Várzea Grande, mas todo este avanço foi pouco diante da necessidade que
existia represada pela falta de investimentos do passado.
“Nesta atual gestão houve esforços no sentido de modernizar o órgão, com as reformas que ocorreram nas Estações de Tratamento de Água, reformas no sistema de abastecimento, troca de equipamentos necessários como
bombeadores, floculação, além da padronização e extensão na rede domiciliar de água de toda a cidade, reforma e modernização na ETA da Júlio Campos, instalação de bomba de recalque (Booster) na Mario Andreazza, instalação de novas ETAs e perfuração de poços artesianos.
São inúmeros trabalhos que somados, transformaram o DAE em novo órgão, mais ainda insuficientes para fazer frente as necessidades”, disse.

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