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Economia

JBS abre mais de 5 mil vagas de emprego em 16 estados e no Distrito Federal

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JBS
Divulgação/JBS

Vagas são para diferentes áreas e em 16 estados além do Distrito Federal

A empresa brasileira JBS , voltada para o mercado alimentício, anunciou a abertura de 5,2 mil vagas de emprego para atividades de corte, abate e desossa de carnes de bovinos, aves e suínos.

Também há vagas em centros de distribuição, lojas, incubadoras e nas fábricas de ração que também são administradas pelas empresas do grupo: Seara, Friboi, JBS Couros, JBS Novos Negócios e Swift.

Há vagas em 16 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Os interessados devem se inscrever no  site da empresa em entrar em contato com a unidade local para participar dos processos seletivos.

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Economia

Mesmo com crise causada pela pandemia, 76% dos empresários cuiabanos não demitiram na quarentena

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A situação de pandemia gerou uma grande preocupação com relação a manutenção das equipes de funcionários

Mesmo com a crise econômica ocasionada pela pandemia de coronavírus no país, 76,7% dos empresários cuiabanos não tiveram que fazer demissões durante esse período. É o que revela uma pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), através do seu núcleo de inteligência de mercado. O objetivo do levantamento de dados é entender os impactos da covid-19 no atual cenário de Cuiabá, após o retorno das atividades econômicas.

No total, foram realizadas no mês de agosto 140 entrevistas com empresários da região central e bairros da capital, sendo 54,3% dos entrevistados comerciantes de bairros e 45,7% do Centro, dos quais 44,3% sã do segmento de serviço e 55,7% do segmento comercial.

A situação de pandemia gerou uma grande preocupação com relação a manutenção das equipes de funcionários. A pesquisa aponta que 51,4% dos empresários entrevistados aderiu aos programas de ajuda do governo federal. Os que aderiram foram sobretudo para suspensão de contrato (48,7%), redução da carga horaria (22,2%), redução de salários (22,2%) e outros (6,9%).

Uma grande maioria (76,7%) no período da pesquisa, discordou da afirmativa de ainda considerarem demissão de colaboradores. Um dado relevante foi que 37,9% dos empresários entrevistados demonstraram ter interesse em adotar o sistema de home office para algum setor de colaboradores da sua empresa. No setor de serviços esse indicador alcançou 55,7% de interesse e no setor comercial ficou em 24,1%. A questão do home office pode ser entendida também quando se pensa na adoção de estratégias de virtual seller, e algumas atividade administrativas.

Os entrevistados apontaram sua preocupação com a equipe ao destacarem a importância do incentivo às capacitações, treinamentos on-line, palestras e lives. O percentual de 77,1% dos entrevistados concordaram com essa discussão propositiva de fortalecer o conhecimento durante o período de pandemia.

Um olhar para o futuro pode se observar um contexto otimista. As expectativas para o segundo semestre são positivas para 90% dos entrevistados. A retomada gradual do fluxo de clientes, e as vendas reprimidas provocam uma esperança crescente de recuperação econômica, mesmo com a dificuldade ocorrida com a perda real no rendimento médio de muitas classes trabalhadoras.

Esse contexto positivo foi corroborado também pela possibilidade de renegociação de dívidas, visto que 49,3% dos empresários declaram ter conseguido estabelecer esse feito com fornecedores e credores. Isso permite dar um fôlego e esperança na continuidade do seu negócio. Os dados coletados apontam que 28,6% deles não conseguiriam manter ativo o seu negócio caso essa imposição de quarentena fosse mantida por mais tempo.

A pesquisa reforçou a importância do cuidado com a saúde pública em geral, pois foi um foco de preocupação com o futuro. Nesse sentido também 81,4% dos empresários entrevistados disseram não ter contraído (suspeita ou confirmação) a covid-19. Todavia, aumentaram os casos doença nos seus colaboradores, comparando-se com a primeira pesquisa realizada em abril, passou de 3,9% para 50%.

 

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Economia

Projeção de crescimento do crédito em 2020 sobe para 11,5%

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O Banco Central (BC) aumentou a projeção para a expansão do crédito este ano de 7,6% para 11,5%. A estimativa consta do Relatório de Inflação, divulgado hoje (24), em Brasília.

“O aumento decorre, principalmente, da demanda acentuada de crédito das empresas, que vem sendo atendida tanto pela expansão do crédito livre como pelo crédito direcionado, no último caso voltado principalmente para as empresas de menor porte”, disse o BC.

As modalidades de empréstimos são divididas em dois tipos: o crédito livre e o direcionado. No caso do crédito livre, os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado tem regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito.

Empresas

A projeção para o crescimento do crédito livre para as empresas passou de 15,6%, previstos em junho, para os atuais 20%. “No segmento de recursos livres para pessoas jurídicas, o ajuste na projeção para 2020 se fundamenta pelas condições mais acessíveis de financiamento, com destaque para a taxa de juros na mínima histórica, e pela melhora nas expectativas de recuperação da atividade econômica”, afirma o BC.

No caso dos empréstimos com recursos direcionados para as pessoas jurídicas, a projeção de crescimento subiu ainda mais: de 1% para 11%. Segundo o banco, a nova estimativa reflete o efeito dos programas emergenciais de crédito para as empresas.

Pessoas físicas

Para o Banco Central, os empréstimos a pessoas físicas livres devem apresentar desaceleração em 2020, influenciada, entre outros fatores, pela modalidade cartão de crédito à vista, “fortemente afetada pela queda nos gastos dos consumidores de alta renda”.

A projeção para o ritmo de expansão do crédito livre para as famílias em 2020 foi mantida em 6,5%.

O crescimento esperado dos financiamentos às famílias com recursos direcionados foi revisado de 5% para 9,5%. “As concessões de financiamentos imobiliários, principal modalidade do grupo, surpreenderam positivamente, apresentando evolução positiva após abril, impulsionadas pela queda nas taxas de juros. As renegociações e as postergações nos pagamentos de parcelas também contribuíram para o crescimento do saldo de crédito no primeiro semestre”, afirmou o relatório.

Crédito em 2021

A projeção do BC para o crescimento do crédito em 2021 é de 7,3%, “desempenho liderado pela retomada do crédito às pessoas físicas (9%), e que incorpora desaceleração do crédito às empresas (5,1%)”.

“Para as famílias, levando-se em conta perspectiva de melhora no mercado de trabalho, espera-se crescimento de 10% do saldo de crédito com recursos livres, enquanto as operações com recursos direcionados devem registrar crescimento de 7,7%, influenciadas pela redução das renegociações e postergações de parcelas no segmento imobiliário”, destacou o BC.

Acrescentou que o desempenho do crédito às pessoas jurídicas com recursos livres “deve apresentar forte desaceleração em 2021 (8%), motivada pela normalização da atividade econômica e pela necessidade de desalavancagem [redução do endividamento] das empresas”.

Segundo o Banco Central, a retomada de emissões de dívidas corporativas fora do Sistema Financeiro Nacional “deve propiciar fonte alternativa de financiamento para as grandes empresas, favorecendo o movimento de desaceleração do crédito bancário”.

O saldo de crédito para empresas com recursos direcionados “deve registrar desaceleração e manter-se estável em 2021, o que sinaliza retorno ao perfil de expansão do crédito anterior à pandemia, mais concentrado nas operações com recursos livres”. 

“Importante observar que ambas as desacelerações devem ser avaliadas considerando forte efeito da base de comparação, de modo que a expansão do crédito seguirá sendo relevante na fase de recuperação da economia”, disse o BC.

Contas externas

No relatório, o Banco Central também traz projeção para transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países. A projeção de déficit em transações correntes foi reduzida de US$ 13,9 bilhões para US$ 10,2 bilhões (0,7% do Produto Interno Bruto – PIB) ao final deste ano. “O principal fator para a revisão é a melhora nos valores esperados para as exportações, que apresentaram nos últimos meses resultado acima do anteriormente projetado”, especificou o relatório.

A projeção para os investimentos diretos no país (IDP) passou de US$ 55 bilhões para US$ 50 bilhões. A previsão de saída de investimentos estrangeiros em fundos de investimento e ações negociadas em bolsas brasileiras e no exterior passou de US$ 16 bilhões para US$ 16,5 bilhões. E a estimativa de saída de investimentos em títulos no país foi alterada de US$ 13 bilhões para US$ 16,5 bilhões.

Projeções para 2021

Para 2021, o déficit em transações correntes deve chegar a US$ 16,7 bilhões (1,1% do PIB). “Essa projeção reflete aumento das despesas líquidas em serviços e renda primária [lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários], parcialmente compensado por melhora no saldo comercial”, diz o BC.

O BC espera recuperação nas entradas líquidas de IDP, em linha com crescimento do PIB no ano, atingindo US$ 65,2 bilhões (4,3% PIB).

Edição: Kleber Sampaio

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