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JBL Pulse 5, com bateria grande, é aprovada pela Anatel

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JBL Pulse 5, com bateria grande e certificação IP67, é aprovada pela Anatel
Bruno Gall De Blasi

JBL Pulse 5, com bateria grande e certificação IP67, é aprovada pela Anatel

A Anatel deu o sinal verde para a venda de mais uma caixa de som Bluetooth da Harman no Brasil. É o caso da JBL Pulse 5, homologada pela Agência Nacional de Telecomunicações nesta sexta-feira (24). Entre os destaques do acessório, estão a bateria com promessa de longa duração e a proteção contra poeira e água.

O certificado solicitado pela Harman do Brasil é destinado ao produto de modelo “PULSE5”. Segundo o manual, que está anexado nos arquivos da Anatel acessados pelo Tecnoblog, trata-se da JBL Pulse 5. A caixa de som, vale lembrar, foi revelada durante a CES 2022, no começo de janeiro.

A documentação ainda dá outras pistas do gadget, como as unidades fabris na China e Vietnã. As fotos ainda revelam o formato de pílula, uma característica icônica da linha. Além disso, a Pulse 5 possui luzes coloridas, uma alça para segurá-la e certificação IP67, que atesta a proteção contra água e poeira.

Certificado de homologação JBL Pulse 5 (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)
Certificado de homologação JBL Pulse 5 (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

JBL Pulse 5: bateria promete 12 horas de duração

A ficha técnica oferece uma bateria grande, que garante 12 horas de reprodução de música, segundo um comunicado à imprensa da Harman divulgado em janeiro. Além disso, o dispositivo possui Bluetooth 5.3 e JBL PartyBoost. A caixa de som também conta com um novo design com um radiador passivo maior para graves mais profundos e um woofer melhor para médios.

Não há previsão de lançamento da JBL Pulse 5 no Brasil. No exterior, por outro lado, a caixa de som chegou às lojas por US$ 250 (cerca de R$ 1.315 em conversão direta).

No Brasil, a JBL Pulse 4 está à venda por R$ 1.599. 

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Mark Zuckerberg posta selfie no metaverso e vira piada na internet

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Mark Zuckerberg posta foto no metaverso
Reprodução/Facebook

Mark Zuckerberg posta foto no metaverso

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, virou motivo de piada nas redes sociais nesta semana depois de publicar uma selfie no metaverso. O ambiente digital foi criticado por ter design muito simples e nada imersivo.

A imagem foi postada por Zuckerberg na terça-feira (16) para anunciar a chegara da plataforma de metaverso da empresa, a Horizon Worlds, na França e na Espanha.

Na foto, Zuckerberg aparece na frente da Torre Eiffel, em Paris, e do Templo da Sagrada Família, em Barcelona. Nas redes sociais, a falta de recursos da imagem foi criticada.

“Não parece um produto real. Não há nada de ‘imersivo’ nisso. Quando seu produto principal se parece com as paredes pintadas de uma creche abandonada, você deve se perguntar”, escreveu um internauta. “Parece ótimo”, brincou outro.

“O que eles estão fazendo com todo esse dinheiro?”, questionou outro usuário, em referência aos US$ 10 bilhões que a Meta está investindo na criação de seu metaverso.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Após denúncia de ONG, Meta proíbe anúncios que questionem as eleições

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Meta atualiza regras eleitorais no Brasil
Unsplash/Dima Solomin

Meta atualiza regras eleitorais no Brasil

A Meta afirmou nesta semana que vai proibir anúncios questionando a legitimidade das eleições deste ano em suas plataformas. A atualização apareceu em uma publicação da empresa a respeito das medidas que está tomando durante o período eleitoral brasileiro.

A decisão veio a público depois que a  ONG internacional Global Witness acusou a empresa de permitir a circulação de anúncios deste tipo no Brasil. Na segunda-feira (15), a organização divulgou um relatório mostrando 10 peças publicitárias que passaram pelos critérios da dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Enquanto alguns anúncios tinham datas e locais de votação errados, o que poderia impedir cidadãos brasileiros de votarem, outros criticavam as urnas eletrônicas, questionando a legitimidade do pleito.

Na terça-feira (16), a Meta atualizou sua publicação confirmando a novidade. “Como parte do nosso trabalho para proteger a eleição no Brasil em 2022, vamos proibir anúncios questionando a legitimidade desta eleição”, afirmou a companhia.

A atualização aconteceu em um texto publicado na última semana que relata os esforços da Meta em relação às eleições deste ano. Entre as medidas, estão a parceria com checadores de fatos e a “remoção de conteúdos que violam as políticas voltadas para supressão de votos, ou seja, para conteúdos que desestimulam o voto ou interferem na votação”.

Esses conteúdos, que já são proibidos, também foram aprovados nos anúncios que a Global Witness publicou, o que mostra um baixo cumprimento das próprias regras da Meta. “O Facebook sabe muito bem que sua plataforma é usada para espalhar desinformação eleitoral e minar a democracia em todo o mundo”, disse Jon Lloyd, consultor sênior da ONG.

“Apesar dos autoproclamados esforços do Facebook para combater a desinformação, particularmente em eleições de alto risco, ficamos chocados ao ver que eles aceitaram todos os anúncios de desinformação eleitoral que enviamos no Brasil”, completou.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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