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Saúde

Japão registra primeira morte pelo novo coronavírus

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O Japão registrou, nesta quinta-feira (13), a sua primeira morte coronavírus. A confirmação foi feita pelo ministro da Saúde do país, Katsunobu Kato. Trata-se de uma mulher japonesa de 80 anos. Segundo Kato, a mulher não estava a bordo do navio de cruzeiro Diamond Princess que está em quarentena no porto de Yokohama.

“A relação entre o novo coronavírus e a morte dessa pessoa está estabelecida”, disse Katsunobu Kato durante uma coletiva de imprensa, adiantando que o resultado positivo do teste foi confirmado depois da morte.

No Japão, “este é o primeiro caso de morte de uma pessoa que o teste deu positivo” para o novo coronavírus, afirmou o ministro japonês.

A mulher morava em Kanagawa, perto de Tóquio, e esteve no hopital, pela primeira vez, em 22 de janeiro com sintomas de cansaço e fadiga. As condições de saúde dela foram monitoradas até que ela recebeu o diagnóstico de pneumonia e hospitalizada no dia 1° de fevereiro.

As condições respiratórias da paciente piorara e, no dia 6 de fevereiro, ela foi encaminhada a outro hospital. Ontem (12), seu quadro se agravou e ela foi submetida ao teste para o novo coronavírus. O resultado positivo saiu na tarde de hoje, horas depois de sua morte. A idosa não tinha registros recentes de viagem ao exterior.

Filipinas

O óbito registrado no Japão é o segundo caso de morte por Covid-19 fora da China continental. O primeiro foi um cidadão filipino que tinha estado na província de Hubei, o epicentro do foco do novo coronavírus.

O número total de mortes pelo surto, inicialmente detectado em dezembro do ano passado, está em 1.370 hoje, enquanto o número de casos confirmados subiu para 59.826 na China continental.

*Com informações da emissora de radiodifusão pública do Japão, NHK, e da empresa pública de rádio e TV de Portugal, RTP

Edição: Denise Griesinger

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Saúde

Covid-19: Butantan entrega mais 1,5 milhão de doses de CoronaVac

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O Instituto Butantan entregou hoje (28) mais 1,5 milhão de doses de CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Os imunizantes serão disponibilizados para todo o país pelo Programa Nacional de Imunizações.

Até o momento, o Butantan já entregou 61,6 milhões de doses da vacina encomendada por dois contratos assinados com o Ministério da Saúde. A previsão é que até o final de agosto o instituto forneça as 100 milhões de doses contratadas.

A entrega de hoje faz parte das 8,5 milhões de doses que estão sendo processadas a partir dos 6 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) recebidos da China no último dia 26 de junho. A matéria-prima é suficiente para a produção de 10 milhões de doses.

No último dia 13 de julho foram recebidos mais 12 mil litros de IFa que vão permitir o envase de 20 milhões de doses de vacina.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: 2ª dose da AstraZeneca não aumenta risco de trombose, mostra estudo

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Covid-19: 2ª dose da AstraZeneca não aumenta risco de trombose, mostra estudo
Reprodução/AstraZeneca

Covid-19: 2ª dose da AstraZeneca não aumenta risco de trombose, mostra estudo

A vacina contra a Covid-19 de Oxford/AstraZeneca não aumenta o risco de um distúrbio raro de coagulação sanguínea após a segunda dose, mostra um estudo publicado na revista científica Lancet nesta quarta-feira.

A taxa estimada do distúrbio, chamado de trombose com síndrome de trombocitopenia (TTS), foi de 2,3 por milhão em pessoas que receberam uma segunda dose, segundo a pesquisa, liderada e financiada pela AstraZeneca. O número é comparável ao que é encontrado em uma população não vacinada. Mas a taxa após uma única dose foi maior, de 8,1 por milhão.

Foram analisados casos que ocorreram até 14 dias após a administração da primeira ou segunda dose, relatados até 30 de abril, usando o banco de dados de segurança global da farmacêutica anglo-sueca.

A vacina “desempenha um papel crítico no combate à pandemia”, disse Mene Pangalos, vice-presidente executivo de pesquisa e desenvolvimento de biofármacos da AstraZeneca, em comunicado. “Esses resultados apoiam a administração do esquema de duas doses”, a menos que o TTS seja identificado após a primeira dose, afirmou.

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A vacina da AstraZeneca foi prejudicado por questões como atrasos na produção e possíveis ligações com alguns efeitos colaterais raros, mas graves, incluindo TTS, que estão sendo investigados pelos reguladores. O imunizante foi a principal aposta do governo Bolsonaro e é um dos utilizados no programa de vacinação contra a doença no Brasil.

As preocupações com a segurança levaram alguns reguladores na Europa a reservar o imunizante para adultos mais velhos e, em alguns casos, optaram por oferecer outra vacina como segunda dose.

O regulador de medicamentos da União Europeia encontrou uma possível ligação de casos de TTS com a vacina da AstraZeneca e com a de dose única da Johnson & Johnson. No entanto, afirma que os benefícios gerais de ambas superam quaisquer riscos possíveis.

Cientistas de Oxford e da AstraZeneca estão realizando pesquisas em estágio inicial para descobrir se a vacina pode ser modificada para prevenir os raros efeitos colaterais. A dupla, assim como a maioria dos outros fabricantes de vacinas contra Covid-19, também está pesquisando como os imunizantes podem ser alterados para combater as variantes do coronavírus.

Fonte: IG SAÚDE

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