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Janot revela: ia matar Gilmar Mendes e depois cometer suicídio

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IstoÉ

Janot e Gilmar arrow-options
Montagem/STF

Ex-PGR fez revelações durante entrevista

O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot disse ao jornal “Estado de S. Paulo” que chegou a ir armado para uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) com a intenção de matar a tiros o ministro Gilmar Mendes. “Não ia ser ameaça não. Ia ser assassinato mesmo. Ia matar ele (Gilmar) e depois me suicidar”, afirmou Janot.

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O motivo, segundo o ex-procurador-geral, foi que Mendes teria difundido “uma história mentirosa” sobre sua filha. “E isso me tirou do sério.”

Em maio de 2017, Janot pediu o impedimento de Gilmar na análise de um habeas corpus de Eike Batista, com o argumento de que a mulher do ministro, Guiomar Mendes, atuava no escritório Sérgio Bermudes, que advogava para o empresário.

Ao se defender em ofício à então presidente do STF , Gilmar afirmou que a filha de Janot – Letícia Ladeira Monteiro de Barros – advogava para a empreiteira OAS em processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Segundo o ministro, a filha do ex-PGR poderia na época “ser credora por honorários advocatícios de pessoas jurídicas envolvidas na Lava Jato”.

“Cheguei a entrar no Supremo (com essa intenção)”, relatou ao “Estado”. “Ele estava na sala, na entrada da sala de sessão. Eu vi, olhei, e aí veio uma ‘mão’ mesmo”. Foi a mão de Deus.”

Procurado, Gilmar Mendes não havia se pronunciado até a publicação da reportagem pelo “Estado”.

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Soldado de 18 anos morre com tiro de fuzil em quartel no Amazonas

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Caso ocorreu enquanto Jonathan Correia Pantoja fazia a segurança do quartel
Reprodução/Jornal do Amazonas 1 edição

Caso ocorreu enquanto Jonathan Correia Pantoja fazia a segurança do quartel.

Na madrugada desta segunda-feira (3), Jonathan Correia Pantoja, um militar de 18 anos, morreu após ser atingido por um tiro de fuzil dentro do 7º Batalhão de Polícia do Exército (7ºBPE), em Manaus .

O caso ocorreu enquanto o soldado fazia a segurança do quartel . Por volta das 3 horas da madrugada, militares ouviram um barulho de tiro e encontraram o rapaz ao chão, com um ferimento no peito. A vítima foi levada para o hospital, mas não resistiu.

Os militares não conseguiram identificar de onde veio o tiro, segundo informações do G1 . Um Inquérito Policial Militar (IPM) será instaurado para investigar o caso.

Em nota, o Centro Integrado de Operações e Segurança (Ciops) declarou que “o 7º Batalhão de Polícia do Exército está prestando todo o apoio necessário aos familiares. O Comando Militar da Amazônia lamenta o fato ocorrido e se solidariza com a família neste momento de luto”.

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Homem que fingia ser policial civil até para a esposa é preso

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Policial falso
Reprodução/Google Street View

Caso aconteceu na região nordeste de Belo Horizonte.

Um homem que fingia ser um policial civil para militares e para sua própria mulher foi preso em Belo Horizonte, em Minas Gerais . Ele foi descoberto depois de uma briga de trânsito na qual ameaçou outro motorista.

Ao ser abordado por policiais militares, o homem disse ser um servidor da corporação e teria apresentado uma carteira de couro com o brasão da Polícia Civil. Os policiais pediram a carteira funcional e o suspeito mostrou um papel que imitava o documento. A mulher dele, que estava no passageiro do veículo, confirmou a versão do marido.

Depois de um tempo, ele disse que trabalha em um jornal e que agia como informante para a Polícia, atuando com delegados da corporação. O veículo foi revistado e os policiais encontraram adesivos da corporação e uma réplica de arma de fogo.

A mulher disse que não sabia que o esposo fingia ser agente da polícia e permitiu que os policiais entrassem em sua residência. Lá, foram encontrados um bloco de auto infração de trânsito e adesivos da corporação.

O homem foi preso por falsidade ideológica e foi conduzi para a Central de Flagrantes (Ceflan).

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