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Política MT

Jaime lembra desistência da reeleição à prefeitura, mas diz que “sensação” é que Mauro disputará novo mandato

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Senador afirma que o governador deve decidir sobre reeleição somente em abril

O senador Jaime Campos (DEM), em conversa com jornalistas nesta segunda-feira (21), depois de audiência com o governador Mauro Mendes (DEM), no Palácio Paiaguás, para tratar de emendas, questionado sobre a disputa sucessória de 2022, apesar da recusa de Mendes em tratar do assunto neste momento, disse que tem a ‘sensação’ de que o democrata correligionário vai disputar a reeleição.

“Só quem pode afirmar se há o risco de não disputar a reeleição é o próprio Mauro. Política tudo é possível. Política é como nuvem, muda toda hora, daqui para ali, questão de segundos. Agora, tudo indica, a sensação que eu tenho, é de que possivelmente, ele será candidato à reeleição”, disse Campos.

Conforme o senador, “a questão política tem que ser tratada de forma institucional. O governador me disse, de ele vai, de fato e de direito, tratar dessa possibilidade de reeleição a partir do dia 5 de abril do ano que vem. Ele disse que não falou para ninguém que é candidato, e que o seu trabalho está focado em cima da gestão”, adiantou.

“Não posso afirmar se ele vai ser candidato, isso quem pode falar é só o próprio Mendes. Mas ele já provou, lá na eleição de prefeito, num determinado momento, em que o seu coração não queria, não foi candidato. Ele não vive de política, e cidadão que não vive de política, não é profissional de política, ele não tem nenhuma dificuldade”, recordou.

Para ilustrar, o senador também lembrou que já desistiu de disputar uma eleição. “Eu era candidato a senador, aprovado em convenção, quando senti que não era isso que eu queria, meu coração, fui lá e agradeci, deixei de ser candidato, fizemos muito bem. Voltei candidato quatro anos depois e fui eleito. Se eu fosse profissional, vivesse de política, não abriria mão dessa chance, até porque no dia em que deixei de ser candidato eu tinha 43% das intenções de voto, contra 21% do segundo colocado”.

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Política MT

Com máscaras, manifestantes pedem impeachmet de Bolsonaro e avanço da vacinação em Cuiabá

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De forma pacífica, manifestantes pediram o afastamento do presidente Bolsonaro neste sábado (24), em Cuiabá Foto: Assessoria Adufmat

(*) Os protestos contra o presidente Jair Bolsonaro e em defesa no avanço da vacinação contra a Covid-19 ocorrem na tarde deste sábado (24), na Praça Alencastro, em Cuiabá. Da mesma forma como os atos mais recentes, as manifestações de hoje se deram de maneira pacífica, com a maioria usando máscaras como mediadas de proteção ao vírus causado pela pandemia.

Os manifestantes se concentraram na Praça Alencastro e saíram em passeata pelas avenidas Getúlio Vargas, Joaquim Murtinho, Isaac Póvoas, Prainha e retornaram à avenida Getúlio Vargas.

Na maior parte do trajeto, os manifestantes pediam o afastamento do presidente, Jair Bolsonaro (sem partido). Durante a carreata, populares acenavam positivamente, endossando a revolta contra o comandante do Palácio do Planalto.

“Só as ruas podem derrubar Bolsonaro. Não tirem as máscaras, tirem o Bolsonaro”, bradou Milton Dantas (PSTU), ex-candidato a prefeito de Várzea Grande e ferrenho crítico do atual mandatário do Governo Federal.

A mestra em matemática e física, graduada pela Universidade Pública de Campinas (Unicamp), Aline Vilela Leite de Oliveira, participou ativamente das manifestações deste sábado, em Cuiabá.

“A pauta principal foi o fora Bolsonaro, mas também apresentaram umas pautas secundárias contra a privatização dos Correios, contra a Reforma Trabalhista e a favor do aumento do auxílio emergencial para R$ 600, voltado aos mais vulneráveis”, asseverou Aline.

Além da participação do público em geral, entidades como Adufmat (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso), Sintep, UP (Unidade Popular) e partido históricos como o PC do B, PCB, PCO, PSTU e PT (Juventude Revolução) engrossaram os protestos contra Jair Bolsonaro.

A vereadora de Cuiabá, Edna Sampaio (PT), participou do ato e fez uso da palavra. Ele cobrou celeridade da vacinação contra Covid-19 na Capital.

(*) Com a colaboração de Aline Vilela Leite de Oliveira.

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Política MT

Lei Federal obriga mudanças no regime de previdência e Estado acusa deputado de promover fake news

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Conforme o Governo de MT, José Medeiros distorce lei aprovada por ele mesmo

O deputado federal José Medeiros, apontado como um dos maiores propagadores de fake News, mais uma vez demonstra seu total desconhecimento de leis federais, inclusive de lei que ele próprio votou a favor.

No caso da emenda constitucional 103/2019, que trata da reforma previdenciária, o deputado fala, em suas redes sociais, que o governador teria a “opção” de estabelecer alíquota de previdência para aposentados e pensionistas. Uma fake News.

No entanto, Emenda 103 determinou que Estados e municípios, que possuíssem déficit financeiro com a previdência, adotassem as medidas necessárias para reestabelecer o equilíbrio financeiro e atuarial. As medidas são condições obrigatórias para que Estados e municípios não fiquem irregulares e inadimplentes com a União, o que impede de receber transferências de recursos, por exemplo.

A alíquota de 14% para os servidores ativos e a tributação de aposentados e pensionistas foram estabelecidas na própria emenda constitucional 103, como uma das medidas a serem adotadas. A legislação também possibilitou a isenção dos inativos até o teto do regime geral de previdência, sendo estabelecida alíquota progressiva dos ativos, em até 22%, porém essa medida foi descartada pelos Poderes e entidades que fazem parte do Conselho de Previdência do Estado.

Do contrário, outra medida seria criar um novo imposto estadual para cobrir o déficit, o que foi rechaçado de imediato pelo governo, uma vez que toda a sociedade teria de arcar com os custos.

Dessa forma, o deputado federal distorce as informações contidas na própria legislação federal para atacar o Governo de Mato Grosso, que busca regularizar e reequilibrar as contas do Estado e da previdência de seus servidores.

 

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