conecte-se conosco


Política MT

Jaime defende voto auditável e fim do fundo eleitoral: “tem que fazer campanha com seu dinheiro e sola do sapato”

Publicado

Senador sugeriu ao presidente Bolsonaro para vete fundo eleitoral

O senador Jaime Campos (DEM), em entrevista na rádio Vila Real nesta quinta-feira (29), disse que é favorável ao voto auditável nas próximas eleições e posicionou-se contrário ao fundo eleitoral da forma como foi aprovado. Jaime disse que sugeriu ao presidente para vetar a matéria.

“Voto auditável é um assunto que surgiu e merece uma ampla discussão, através da Câmara e do Senado. Feito isso aí, tudo que for transparente, ético e republicano, eu sou favorável. Não tenho dificuldade nenhuma de afiançar que sou favorável, isso é ter um recibo, é transparência. Mas há um debate, o próprio Tribunal Superior Eleitoral está defendendo a tese de que isso é desconsiderar todas as eleições que foram feitas e causa uma desconfiança infinita em relação ao cidadão que votou”, esclareceu, acrescentando que “da minha parte, não sou eu quem decide, mas sou favorável ao voto auditável. Eu não posso falar sobre a urna eletrônica, defendo a tese de que tudo que for para deixar mais transparente tem o apoio do senador Jaime Campos”, destacou.

“Defendi em audiência com o presidente para ele vetar o fundo eleitoral. Hoje é R$ 2.7 bilhões, com a LDO foi para R$ 5.7 bilhões. Temos que acabar com o fundo eleitoral, temos que acabar com essa abundância de partidos políticos, temos 37 partidos, e muitos são partidos familiares para fazer balcão de negócio”, disse.

Segundo o senador democrata, “é inadmissível que o cidadão brasileiro trabalha 138 dias por ano só para pagar imposto e depois para financiar caixa de campanhas políticas. Não! O cidadão tem que fazer campanha com seu dinheiro ou com a sua proposta, com a saliva, com a sola do sapato. Eu sou contra. Pode pegar minha declaração eleitoral da campanha de senador que eu fiz, não recebi um centavo de real de fundo partidário. Sou contra porque esse dinheiro é fruto do suor do brasileiro. Disse ao presidente que ele tem que vetar urgentemente porque nós temos que acabar com esse escândalo no Brasil. Tudo leva a crer que o fundo deverá ficar na casa de R$ 3 a 4 bilhões”.

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política MT

Movimento Pró-Logística de MT destaca benefícios à população e aos setores produtivos com a 1ª Ferrovia Estadual

Publicado

Para Edeon Vaz Ferreira, o impacto da ferrovia será benéfico também para o setor de transportes rodoviários

“A 1ª Ferrovia Estadual trará benefícios à indústria, ao comércio e à população”. A afirmação é do diretor-executivo do Movimento Pró-Logística de Mato Grosso, Edeon Vaz Ferreira, que defende a redução do custo do frete como principal benefício para todos os setores e, principalmente, para a população do Estado.

“Benefício à indústria, benefício ao comércio, benefício à população em geral. Porque no caso de Cuiabá e também no interior, tanto Campo Verde, Santa Rita do Trivelato, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, haverá uma redução do custo do frete de produtos, que a gente chama de carga geral. De higiene, limpeza, todos os produtos industrializados, inclusive máquinas, geladeiras, produtos eletrônicos… Tudo isso reduz o custo, porque ao invés de vir São Paulo para Cuiabá e para o interior de caminhão, carga virá por via ferroviária”, destacou o diretor.

Ele acredita que o transporte rodoviário sofrerá impacto positivo com a implantação da ferrovia, uma vez que caminhoneiros e donos de caminhões terão a possibilidade de aumentar o número de viagens de curta distância, o que tornará o frete mais rentável para a categoria.

“De forma alguma, vai ser mais lucrativo. Porque o frete de longa distância acaba sendo ruim para os donos do caminhão e ruim para nós que acabamos pagando mais caro e eles acabam ganhando o mesmo. No frete a curta à distância, você tem que aprimorar algumas coisas, como a agilidade no carregamento, no descarregamento, mas é muito mais vantajoso, porque o valor do frete é mais alto”, pontuou Edeon.

A construção da 1ª Ferrovia Estadual prevê 730 quilômetros de linha férrea que vão interligar os municípios de Rondonópolis a Cuiabá, além de Rondonópolis com Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, e que vão se conectar à malha nacional, em direção ao Porto de Santos (SP).

Continue lendo

Política MT

Senador de Mato Grosso integra lista dos mais influentes do Congresso

Publicado

No ano passado, Wellington Fagundes já havia sido listado pelo terceiro ano na lista dos ‘Cabeças do Congresso Nacional’

A consultoria Arko Advice divulgou a relação de deputados e senadores que integram a Elite Parlamentar de 2021. O senador Wellington Fagundes (PL-MT) segue na categoria “líderes informais” – parlamentares que possuem qualificação específica para debater temas tais como: assuntos jurídicos, infraestrutura, economia, entre outros. Fagundes é presidente da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), e lidera o Bloco Parlamentar Vanguarda, formado por senadores do DEM, PL e PSC.

Em 2020, Wellington Fagundes já havia sido listado pelo terceiro ano na lista dos ‘Cabeças do Congresso Nacional’. A relação dos 100 mais influentes parlamentares federais é elaborada há quase três décadas pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentares (DIAP), entidade que congrega 900 entidades sindicais de trabalhadores, centrais, confederações, federações, sindicatos e associações distribuídas em todos os estados do País.

“Esse reconhecimento é fruto de muito trabalho, dias e noites de muitas reuniões e diálogos com nossos interlocutores, em busca de soluções, sobretudo, para a população do meu querido estado de Mato Grosso, com quem dividido esse prêmio” – declarou Fagundes.

A Elite Política é formada por parlamentares que atuam decisivamente sobre o andamento dos trabalhos, a elaboração da agenda legislativa e/ou que representam interesses organizados da sociedade brasileira ou facções políticas relevantes.  As lideranças informais na qual o senador Wellington Fagundes está incluindo são aquelas que não estão previstas na estrutura de poder formal do Congresso Nacional. Ou seja, aqueles parlamentares que possuem qualificações pessoais ou decorrentes da representação de interesses de outros líderes políticos, grupos de pressão, bancadas de interesse ou, ainda, de outras expressões de poder da sociedade.

“O reconhecimento de um líder informal ou não constituído se dá por meio da aceitação, por um grupo de parlamentares, de sua capacidade em influir, ainda que localizada e especificamente, na agenda legislativa e no processo deliberativo” – explicou Murilo Aragão, cientista político, organizador da pesquisa.

Ao todo, a lista da Elite Parlamentar é composta por 79 parlamentares classificados como “lideranças formais” e 45 como “lideranças informais”. Destes,  52 deputados e 27 senadores são lideranças formais e  37 deputados e 8 senadores são lideranças informais. O PT é o partido com o maior número de lideranças, tendo 14 parlamentares, seguido pelo PSD e MDB com 13 cada e pelo DEM com 11 congressistas. O estado que possui o maior número de lideranças é São Paulo, com 23 parlamentares, seguido por Minas Gerais, que possui 12 e Pernambuco com 10 congressistas.

Além da liderança do Bloco Parlamentar do Senado e da presidência da Frenlogi, que é omposta por 196 deputados federais e 28 senadores, Wellington é vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Municípios Brasileiros, a segunda maior do Congresso Nacional, e é membro da Comissão Mista de Orçamento (CMO), na qual, este ano, deverá relatar o Orçamento do Ministério da Educação.

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana