conecte-se conosco


Turismo

Já está na hora de cancelar a viagem de réveillon?

Publicado


source

Depois que entramos no segundo semestre do ano, muitos brasileiros passaram a se preocupar com os planos de Ano Novo. Alguns já haviam até comprado as passagens, outros estão esperando a situação melhorar para ir atrás da próxima viagem. Porém, as informações seguem muito incertas, especialmente no setor turístico, então fica aquela dúvida: devo desistir dos meus planos para o réveillon? 


réveillon
Pixabay/Reprodução

“Acreditamos que será possível viajar no Ano Novo com segurança, mas o contexto está mudando constantemente e podemos facilmente errar a previsão”, diz Luísa


Para Luísa Dalcin, diretora de comunicação do buscador Viajalá, ainda é difícil dizer com certeza, uma vez que as previsões estão muito instáveis. Além da volta à normalidade das companhias e empresas de hospedagem, que está acontecendo aos poucos, o turista precisa se sentir verdadeiramente seguro. 

“É natural que haja hesitação por semanas e até meses depois da retomada e será preciso um movimento consistente que envolva os órgão de saúde, as autoridades e as empresas de turismo para que a insegurança de viajar se dissipe e o mercado encontre também o seu ponto de ‘nova normalidade'”, afirma.

Segundo uma pesquisa feita pelo Viajalá com 3 mil usuários da plataforma em 6 país da América Latina, cerca de 66% dos usuários brasileiros declararam não saber  quando voltariam a viajar para fora do país. Quando perguntados sobre quando acham que poderão voltar a viajar, 11% dos entrevistados gerais disseram acreditar que, para fora do país, só a partir de 2021 e 20% acredita que as viagens nacionais serão possíveis a partir de outubro de 2020.

Além das passagens e das reservas de estadia, também existe a preocupação com as atividades turísticas do local de destino, mas Luísa acredita que quando as viagens forem liberadas, já estaremos em um patamar que será possível fazer os passeios turísticos.

“Existe a tendência de que pontos turísticos que costumam lotar, gerar filas, como museus e monumentos, diminuam sua capacidade e mantenham esse número mais baixo por um bom tempo. Isso requer ainda mais organização do viajante: se antes ele deixava para comprar um ingresso na última hora, talvez seja necessário comprá-lo com dias e até semanas de antecedência”, alerta diretora. 

Além da saúde

“Há também o problema financeiro. A pandemia impactou a vida, o salário, o emprego de muita gente, que precisará pensar também nas próprias contas antes de organizar uma viagem no Ano Novo. São muitos fatores envolvidos”, ressalta Luísa.

Segundo entrevistados pelo Viajala, na hora de voltar a viajar para o exterior, o principal medo dos brasileiros é a própria situação financeira: 34% dos participantes declararam que temem pela sua situação financeira quando o forte da crise passar, enquanto 17% se mostraram preocupados com a cotação de moedas estrangeiras, como o dólar e o euro, que deverão seguir altas mesmo no fim da quarentena. 

Já comprei a minha viagem de final de ano, e agora?

Para aqueles que já estão com as passagens compradas, Luísa acredita que valha a pena esperar para cancelar. “Temos mais de cinco meses ainda. Existem até rumores de vacina para o fim do ano, então vale considerar esperar um pouco mais para ter mais segurança na decisão”, reflete.

Fonte: IG Turismo

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Turismo

“Tem gente que é contratada só para descascar batata”, conta ex-tripulante

Publicado


source

O trabalho em cruzeiro é cheio de mistérios e particularidades, um dos maiores deles é sobre como é a alimentação dos tripulantes. Se você já esteve a bordo, já deve ter se questionado do que aquelas pessoas que estão sempre prontas para te servir se alimentam. O iG Turismo conversou com a ex-tripulante Bruna Ortunes para falar sobre as curiosidades da alimentação de quem vive em alto mar.


tripulantes
Freepik/reprodução

Os tripulantes como pilotos e copilotos tem um buffet próprio para fazerem as refeições


“No navio somos divididos entre staff e crew members, os crew members são os funcionários que não têm acesso aos passageiros, como as equipes de limpeza, da cozinha e da segurança e os staffs são os que lidam com os passageiros”, conta Bruna. “Só os staffs podem comer no buffet, onde os hóspedes comem, mas sempre horários que eles não estão, por exemplo antes do show, quando estão se arrumando nas cabines”.

Já os crew members, segundo ela, são limitados a uma cozinha específica para tripulantes que existe dentro do navio, onde outros crew members cozinham. “Nessa cozinha, cada um tem uma função muito específica, como lavar arroz ou descascar batata. Um amigo meu ficou só descascando batatas por meses, depois ele me disse que tinha até pesadelo”, relata.

tripulantes
Freepik/reprodução

A comida pode variar muito dependendo da nacionalidade do funcionário que está cozinhando

Também existe uma hierarquia dentro da cozinha para funcionários, pois ela é dividida entre a parte para pessoas da segurança, pilotos, copilotos e todos os tripulantes identificados com as faixinhas no ombro e outro pros staffs. Quem cozinha para os staffs e crew members são outros staffs e crew members, portanto, não são cozinheiros profissionais, o que quer dizer que não é uma comida especialmente saborosa.

“As opções não variam muito, tem muito macarrão, muita pizza… Então para quem trabalha sete meses acaba ficando cansativo. Eu praticamente só comia macarrão, pizza e filé de frango, também tem muita salada, o que eu aproveitada, acabei perdendo 15 kg durante a temporada”, relata Bruna.

Fonte: IG Turismo

Continue lendo

Turismo

Meu perrengue de viagem: Perdi meu RG e fiquei preso no destino sem meus amigos

Publicado


source

Perder um documento durante uma viagem pode causar diversos problemas para o viajante e o estudante universitário Gustavo Motax sentiu isso na pele. Ele foi viajar com um grupo de amigos de carro, mas o automóvel quebrou e a única opção era voltar de ônibus. O problema é que ele não conseguia embarcar porque não encontrava seu RG. Gustavo conta que foi deixado no destino pelos amigos, que precisavam voltar para trabalhar, e precisou resolver o problema sozinho.

Gustavo com os amigos
Arquivo pessoal

Gustavo com os amigos


A história de Gustavo faz parte da série especial do iG Turismo “Me Perregue de Viagem”, que já contou a história de Camila, que  planejou uma viagem para o Caribe e acabou hospedada em uma oca com os índios, e de Thaís, que acabou  casando com um “cafetão” holandês que conheceu durante uma viagem para a Europa. Agora, confira os perrengues do estudante que perdeu seu documento:

“Um belo dia fui viajar de São Paulo para São José do Rio Preto de carro com meus amigos. No caminho, o carro quebrou e passamos algumas horas torrando no sol, sem água e nem comida, até que conseguimos chegar na tal chácara. Ficaríamos três dias por lá, mas no segundo dia o carro quebrou de vez. Chegou o dia de virmos embora, tivemos que acionar o seguro, ou seja, teríamos que voltar de ônibus para casa, mas cadê meu RG?

Lascou tudo mesmo! Fiz um Boletim de Ocorrência, porém não era permitido embarcar só com a versão digital do BO. Meus amigos tinham que ir embora, pois iriam trabalhar no dia seguinte e eu tive que ficar lá sozinho para resolver isso.

Anoiteceu e, depois de muita, mais muita insistência, consegui embarcar em um ônibus. Estava vestindo uma bermuda e uma regata e esfriou muito. Voltei passando frio a viagem toda, meu joelho virou pedra, juro que me senti o Jack congelando no ‘Titanic’, saía até fumacinha da minha boca. Tinha uma mulher sentada do meu lado com dois cobertores e, claro, ela não ofereceu um.

Chegando em São Paulo, eu fui tentar levantar da poltrona do ônibus e cai de bunda no chão, estava sem forças nas pernas por causa do frio. Fui até o metrô mancando, cheio de dores e roxos pelo corpo. O detalhe que eu descobri depois é que o RG sempre esteve dentro de uma jaqueta. Eu não o perdi, só que coloquei o documento dentro da roupa e dentro da minha mala e ele acabou voltando com o carro quebrado no guincho”.

Fonte: IG Turismo

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana