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Turismo

Já é seguro passar o Dia dos Namorados e o feriado em um hotel?

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Com as regras de flexibilização do isolamento social, os hotéis e pousadas estão começando a ter brechas para abrir. O Dia dos Namorados é uma data o que gera muito lucro e, neste ano, apesar das adversidades, o mercado hoteleiro está fazendo o possível para se virar.

suíte de hotel
Robson Curvello

Suíte do hotel H Niterói, que está oferecendo pacotes especiais para o Dia dos Namorados.


Não é difícil achar pacotes especiais com preços mais acessíveis para essa data. O Hotel Fazenda Brotas, na cidade de Brotas, SP, é um exemplo, está oferecendo pacotes a partir de R$ 876 para quem se hospedar do dia 12 a 14 de junho, no valor está incluso jantar e decoração do quarto com pétalas de rosas e bombom.

É necessário, porém, lembrar que mesmo nesse dia, nem tudo são flores. Ainda são necessários diversos cuidados de higiene específicos para que o risco de contaminação seja mínimo, tanto por parte dos hóspedes quanto das hospedagens. 

A rede de hotéis cariocas Othon, que também está com programação para o Dia dos Namorados vem se preocupando com isso desde o início da pandemia. Compraram vaporizadores e substituíram produtos de limpeza normais da hotelaria por produtos específicos da área hospitalar, garantindo assim a assepsia.

O H Niterói Hotel está com altas expectativas para o Dia dos Namorados, mas funcionará com 25% de redução no quadro de funcionários e com capacidade máxima de 45% em áreas comuns como restaurante e piscinas. Os pacotes para o fim de semana no H Niterói variam entre R$ 699 e R$1099.

Para os cuidados individuais, vale a máxima de se manter extremamente atento à higienização das mãos, diz o infectologista Jorge Luis Ferreira. “Geralmente o problema não está em encostar em um banco ou algo do tipo com o corpo e, sim, nas mãos.”, alerta.

“Além, claro, da importância do uso de máscaras sempre que tiver em um ambiente fechado por um tempo na companhia de outros”, completa o infectologista. Lembrando que o tempo de uso recomendado pela OMS de uma máscara é de duas horas, então tenha sempre mais de uma você.

Outra recomendação da OMS válida nesse caso é a de manter as janelas abertas sempre que possível, para que os quartos fiquem ventilados e o risco de contaminação seja menor.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

“Tem gente que é contratada só para descascar batata”, conta ex-tripulante

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O trabalho em cruzeiro é cheio de mistérios e particularidades, um dos maiores deles é sobre como é a alimentação dos tripulantes. Se você já esteve a bordo, já deve ter se questionado do que aquelas pessoas que estão sempre prontas para te servir se alimentam. O iG Turismo conversou com a ex-tripulante Bruna Ortunes para falar sobre as curiosidades da alimentação de quem vive em alto mar.


tripulantes
Freepik/reprodução

Os tripulantes como pilotos e copilotos tem um buffet próprio para fazerem as refeições


“No navio somos divididos entre staff e crew members, os crew members são os funcionários que não têm acesso aos passageiros, como as equipes de limpeza, da cozinha e da segurança e os staffs são os que lidam com os passageiros”, conta Bruna. “Só os staffs podem comer no buffet, onde os hóspedes comem, mas sempre horários que eles não estão, por exemplo antes do show, quando estão se arrumando nas cabines”.

Já os crew members, segundo ela, são limitados a uma cozinha específica para tripulantes que existe dentro do navio, onde outros crew members cozinham. “Nessa cozinha, cada um tem uma função muito específica, como lavar arroz ou descascar batata. Um amigo meu ficou só descascando batatas por meses, depois ele me disse que tinha até pesadelo”, relata.

tripulantes
Freepik/reprodução

A comida pode variar muito dependendo da nacionalidade do funcionário que está cozinhando

Também existe uma hierarquia dentro da cozinha para funcionários, pois ela é dividida entre a parte para pessoas da segurança, pilotos, copilotos e todos os tripulantes identificados com as faixinhas no ombro e outro pros staffs. Quem cozinha para os staffs e crew members são outros staffs e crew members, portanto, não são cozinheiros profissionais, o que quer dizer que não é uma comida especialmente saborosa.

“As opções não variam muito, tem muito macarrão, muita pizza… Então para quem trabalha sete meses acaba ficando cansativo. Eu praticamente só comia macarrão, pizza e filé de frango, também tem muita salada, o que eu aproveitada, acabei perdendo 15 kg durante a temporada”, relata Bruna.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Meu perrengue de viagem: Perdi meu RG e fiquei preso no destino sem meus amigos

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Perder um documento durante uma viagem pode causar diversos problemas para o viajante e o estudante universitário Gustavo Motax sentiu isso na pele. Ele foi viajar com um grupo de amigos de carro, mas o automóvel quebrou e a única opção era voltar de ônibus. O problema é que ele não conseguia embarcar porque não encontrava seu RG. Gustavo conta que foi deixado no destino pelos amigos, que precisavam voltar para trabalhar, e precisou resolver o problema sozinho.

Gustavo com os amigos
Arquivo pessoal

Gustavo com os amigos


A história de Gustavo faz parte da série especial do iG Turismo “Me Perregue de Viagem”, que já contou a história de Camila, que  planejou uma viagem para o Caribe e acabou hospedada em uma oca com os índios, e de Thaís, que acabou  casando com um “cafetão” holandês que conheceu durante uma viagem para a Europa. Agora, confira os perrengues do estudante que perdeu seu documento:

“Um belo dia fui viajar de São Paulo para São José do Rio Preto de carro com meus amigos. No caminho, o carro quebrou e passamos algumas horas torrando no sol, sem água e nem comida, até que conseguimos chegar na tal chácara. Ficaríamos três dias por lá, mas no segundo dia o carro quebrou de vez. Chegou o dia de virmos embora, tivemos que acionar o seguro, ou seja, teríamos que voltar de ônibus para casa, mas cadê meu RG?

Lascou tudo mesmo! Fiz um Boletim de Ocorrência, porém não era permitido embarcar só com a versão digital do BO. Meus amigos tinham que ir embora, pois iriam trabalhar no dia seguinte e eu tive que ficar lá sozinho para resolver isso.

Anoiteceu e, depois de muita, mais muita insistência, consegui embarcar em um ônibus. Estava vestindo uma bermuda e uma regata e esfriou muito. Voltei passando frio a viagem toda, meu joelho virou pedra, juro que me senti o Jack congelando no ‘Titanic’, saía até fumacinha da minha boca. Tinha uma mulher sentada do meu lado com dois cobertores e, claro, ela não ofereceu um.

Chegando em São Paulo, eu fui tentar levantar da poltrona do ônibus e cai de bunda no chão, estava sem forças nas pernas por causa do frio. Fui até o metrô mancando, cheio de dores e roxos pelo corpo. O detalhe que eu descobri depois é que o RG sempre esteve dentro de uma jaqueta. Eu não o perdi, só que coloquei o documento dentro da roupa e dentro da minha mala e ele acabou voltando com o carro quebrado no guincho”.

Fonte: IG Turismo

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