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Isolamento social será reforçado em regiões do Paraná após alta da Covid-19

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governador Ratinho Júnior de máscara
Repdoução

“Temos que reativar o isolamento social para que esse sistema não colapse”, disse o governador Ratinho Júnior


Foi anunciado nesta terça-feira (30) por Ratinho Júnior (PSD), governador do Pará, que o estado adotará  medidas de isolamento social mais rígidas em sete regiões, onde a incidência da Covid-19 é maior. A região metropolitana de Curitiba está inclusa no plano.


As áreas de Cascavel, Cianorte, Cornélio Procópio, Foz do Iguaçu, Londrina e Toledo correspondem a cerca de 134 municípios. Com a capital, estas localidades representam 75% dos casos do novo coronavírus no estado.

As novas medidas rígidas de controle de circulação serão iniciadas amanhã (1).

O governador afirma que sua gestão tem adotado medidas de combate à pandemia desde seu início no Brasil.

“Reforçamos a estrutura de atendimento, contratamos mais profissionais, compramos equipamentos, mas isso tudo é finito. Nesse momento de curva mais ascendente, e diante do inverno, temos que reativar o isolamento social para que esse sistema não colapse”, explicou.

Mesmo com rigidez nas medidas de isolamento, ele disse que não está decretando lockdown , mas uma “quarentena restritiva” onde a curva está mais acentuada e descontrolada.

“Nossas decisões serão pontuais e regionais, um trabalho de acupuntura. Se conseguirmos frear a velocidade da propagação, teremos tranquilidade para atender bem a população e não colapsar”, informou.

Segundo o último boletim epidemiológico, o Paraná tem 22.877 casos de Covid-19 e 649 mortes, sendo que 1.536 casos e 35 óbitos foram registrados nas últimas 24 horas, o que corresponde ao maior crescimento em um dia.

Os leitos de UTI no estado estão 66% ocupados, mas pode ultrapassar a taxa de 70% de ocupação em regiões mais afetadas.

O secretário estadual de Saúde, Beto Preto, afirma que os testes também aumentaram na região. “Nos últimos 15 dias tivemos um crescimento na velocidade de casos, o que culminou também com a diminuição do índice de isolamento social, que está baixo, menos de 40% durante a semana. Temos que buscar um índice entre 50% e 55%”, justificou.

Confira quais são as medidas adotadas pelo governo do estado do Paraná:

  • Supermercados e mercados funcionarão de segunda a sábado, das 7h às 21h, com capacidade de 30%. Entrada será com distribuição de senhas. Apenas uma pessoa por família poderá entrar. Crianças de 12 anos estão proibidas.
  • Lojas de conveniência em posto de gasolina permanecerão fechados, exceto aos que estão localizados em rodovias.
  • O acesso ao transporte público será permitido apenas a trabalhadores de serviços essenciais. Capacidade de passageiros será limitada.
  • Atividades ao ar livre, como praças, parques, passeios e equipamentos de musculação, ficarão fechadas.
  • Prefeituras vão instalar barreiras sanitárias nas fronteiras municipais. Gestores municipais estão autorizados a adotar medidas de restrição.
  • Multas para pessoas que descumprirem as medidas poderão ser de R$ 106,60 a R$ 533. No caso de empresas e comércio, o valor da multa pode ser entre R$ 2.132 e R$ 10.660. Os preços a pagar podem aumentar caso mais infrações sejam cometidas.

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Filha de Queiroz enviou ao pai R$150 mil quando atuava no gabinete de Bolsonaro

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Queiroz e a filha Nathália
Reprodução/Instagram

Queiroz e a filha Nathália

Filha do investigado por rachadinha  Fabrício Queiroz e ex-assessora parlamentar de Jair e Eduardo Bolsonaro, Nathália Queiroz transferiu ao seu pai R$ 150.539,41 enquanto trabalhou no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro. É o que mostram dados da quebra de sigilo bancário de Nathália divulgados nesta quarta-feira (12) pelo jornal Folha de S. Paulo .

O dinheiro foi repasso por Nathália Queiroz ao pai entre janeiro de 2017 a setembro de 2018. Desde dezembro de 2016, ela trabalhava no gabinete de Jair Bolsonaro, onde atuou até outubro de 2018, quando foi exonerada. 

O valor transferido representa 77% do salário que ela ganhou da Câmara dos Deputados. Além de assessora parlamentar, a filha de Fabrício Queiroz também era personal trainer de famosos, como os atores Bruno Gagliasso, Bruna Marquezine e Giovanna Lancellotti.

Nathália Queiroz também foi assessora parlamentar do então deputado estadual Flávio Bolsonaro de agosto de 2011 a dezembro de 2016 e, antes disso trabalhou desde 2007 a 2011 na vice-liderança do PP, comandada por Flávio. Promotores apontam que de 2007 a 2016, Nathalia repassou ao menos 82% dos seus ganhos ao pai. 

Nos dois casos, as transferências a Fabrício Queiroz ocorriam sempre próximo aos pagamentos da Câmara dos Deputados e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde trabalhou para Flávio.

A dinâmica dos repasses que fez ao pai enquanto trabalhava para a Câmara são as mesmas relatadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sobre a suposta “rachadinha” no antigo gabinete de Flávio. A prática da qual Flávio é investigado consiste em assessores devolverem parte de seus salários a parlamentares.

A dinâmica dos repasses é a mesma descrita pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sobre a suposta ” rachadinha ” no antigo gabinete do filho do presidente.

A defesa de Queiroz alegou, por meio de nota, que os repasses de Nathalia ocorriam para “centralização das despesas familiares na figura do pai”. 

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OAB denuncia tortura de detentos em presídio no Pará

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Presídio
Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Detentos estão sendo ouvidos e caso está sendo investigado.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) denunciou a tortura de detentos no presídio de Redenção, no sul do Pará . Até o momento, quatro presos já prestaram depoimento para a Polícia Civil e outros onze deverão ser ouvidos sobre o caso.

Segundo o G1, o presidente da OAB na cidade, Marcelo Mendanha, acionou o Ministério Público (MP) do Pará, que iniciou a apuração do caso, constatando marcas de tortura nos detentos. Isso motivou o registro de um boletim de ocorrências.

De acordo com Mendanha, os detentos que foram agredidos teriam participado de uma rebelião que aconteceu na unidade no ano passado. Os agentes teriam usado cassetetes para agredir os detentos.

Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) disse repudiar atos de tortura. O órgão disse ainda que a OAB não fez nenhuma inspeção no local, solicitando apenas a realização de exames de corpo de delito.

O órgão também afirmou que, caso sejam confirmados os casos de tortura, os responsáveis serão responsabilizados por seus atos.

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