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Irmão e sobrinho são acusados de serem mandantes da morte de tio de ex-deputado

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Polícia Civil decretou as prisões dos acusados, que estão foragidos

A Polícia Civil está à procura de Geraldo Riva e José Henrique Riva, pai e filho, acusados de serem os mandantes do assassinato Joaquim Riva, tio do ex-deputado estadual José Riva. O crime foi cometido no último mês de março no município de Dores do Rio Preto, no Espírito Santo.

De acordo com o delegado de Juara, Carlos Henrique Engelmann, que atuou em parceria com a Polícia Civil do Espírito, um dos suspeitos contratados para executar o crime teria relatado em depoimento à polícia que foi contratado por Geraldo e José Henrique para encomendar a morte do irmão e tio dos suspeitos. A vítima teria feito ameaças de morte ao sobrinho, e por isso foi executado.

“A vítima teria ameaçado o sobrinho de morte, dizendo que o odiava e o mataria, e que iria fazê-lo não importava quanto tempo demorasse. E então eles agiram assassinando ele no intuito de neutralizar esta ameaça”, explicou o delegado.

Valdeir Soares dos Santos foi preso em Juara e teria contratado os autores do assassinato. Quando o mandado de prisão foi expedido, pai e filho já haviam fugido de Juara. O delegado acredita que a história possa ter vazado e que, por isso, eles conseguiram fugir a tempo.

“Tio Quincas”, como era conhecido, foi morto com três tiros na cabeça no dia 9 de março deste ano. Ele foi rendido por dois homens armados e colocado no bagageiro de um carro, juntamente com o irmão mais velho, Jorge Riva, que foi liberado pelos bandidos. A polícia apurou pai e filho teriam dado uma entrada de R$ 15 mil para que o executor do crime matasse a vítima. Outros R$ 15 mil seriam dados após a confirmação da morte.

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Operação da Polícia Civil fiscaliza farmácia em Várzea Grande para coibir práticas abusivas contra o consumidor

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Em continuidade aos trabalhos da operação de combate a crimes contra o consumidor, relacionados a produtos mais vendidos durante a pandemia, equipes da Polícia Civil realizaram nesta quarta-feira (08.07), a fiscalização em uma farmácia em Várzea Grande.

Participaram da operação, policiais da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e da Equipe Especial criada para coibir e investigar crimes desta natureza durante o período.

As equipes fizeram a vistoria nos preços de produtos mais procurados durante a pandemia, como álcool em gel, álcool 70%, máscaras, e medicamentos, não sendo encontrada nenhuma irregularidade no estabelecimento.

Durante os trabalhos também foi realizada a orientação aos responsáveis pela farmácia acerca das condutas proibidas e ilegais, relativas às relações de consumo. Segundo o delegado, Ramiro Mathias Queiroz, que coordenou os trabalhos, após a fiscalização, a operação foi encerrada, sendo a documentação produzida encaminhada a Decon.

 

Fonte: PJC MT

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PRF apreende madeira e agrotóxicos em Alto Garças/MT

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Agrotóxicos e notas fiscais eram falsificados, já a carga de madeira estava com documento de origem florestal vencido

Nesta quarta-feira (08), o Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) da Polícia Rodoviária Federal, sob coordenação do SOPE (Setor de Operação Especializadas) fez duas apreensões em poucos minutos, durante fiscalização na BR-364, em Alto Garças.

A primeira ocorrência, foi por volta das 10h23, quando as equipes abordaram o veículo VW 23.220, com placas de Franca/SP, conduzido por um homem de 35 anos e com um passageiro de 37. Ao ser abordado, o condutor disse que o caminhão estava vazio e prestou informações contraditórias, aumentando o nível de suspeição dos policiais.

Em busca veicular, foram encontrados diversos galões de agrotóxicos, totalizando aproximadamente 3.320kg. O passageiro apresentou um documento de nota fiscal e após consultas, foi constatado que tanto o documento de nota fiscal, quanto os agrotóxicos eram falsificados. O passageiro confirmou ser ele mesmo quem praticou a falsificação do agrotóxico e comprou as notas fiscais. Informou que o produto seria comercializado em troca de um veículo, no município de Rondonópolis/MT, sem entrar em mais detalhes. Destaca-se ainda que o valor apresentado nas notas seria de 450 mil reais.

Na segunda ocorrência, por volta das 10h30, as equipes abordaram o caminhão Iveco/Tector com placas de Contagem/MG e conduzido por um homem de 32 anos. O veículo estava carregado com madeira serrada sendo transportada de Rondônia até Brumadinho/MG.

Ao fazer a verificação da documentação da carga, os policiais constataram que havia documentos de origem florestal vencidos, o que torna as respectivas cargas ilegais. Foram apreendidos 17, 43 m³ de madeira serrada.

As duas ocorrências foram encaminhadas para Polícia Civil de Alto Garças.

Salienta-se que a PRF realiza, diuturnamente, fiscalizações reprimindo o transporte irregular de madeira e agrotóxicos, contribuindo com a preservação do meio ambiente e garantindo a exploração sustentável dos recursos naturais, tão importantes para a fauna e flora brasileiras.

SECOM PRF MT

 

 

Fonte: PRF MT

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