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Irmão de Luciano Huck posa com noivo e critica Bolsonaro

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O cineasta Fernando Grostein Andrade , irmão do apresentador Luciano Huck, postou um clique junto com seu noivo, Fernando Siqueira, no final da terde desta segunda-feira (1). Ao fundo, a bandeira colorida do movimento LGBTQ+ aparecia e, como legenda, ele se manifestou contra a opressão.

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Fernando e o noivo
Reprodução/Instagram

Fernando e o noivo


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“Algumas pessoas reclamam que posto foto aqui abraçado com meu amor. Vou desenhar: passamos a vida sendo oprimidos e isso não vai mais acontecer. Estamos aqui pondo a cara no sol para dizer aos que não saíram do armário se sentirem fortes. E se você realmente acha que não é homofóbico, pense no fundo da sua alma se você não é mesmo”, desabafou o irmão de Huck .

“Afinal, por que minhas fotos te incomodam tanto? Hoje é dia de Pride. O mundo começa a viver uma revolução. Não existe mais tolerância a intolerante. Vocês todos vão acabar na cadeia. A começar pelo presidente”, terminou a legenda, fazendo uma provocação ao presidente Jair Bolsonaro .

Leia também: Primeiro gay do “De Férias com o Ex” sofre ataques homofóbicos

Vários seguidores de Fernando apoiaram o casal e a fala do cineasta. “Poste o amor de vocês e os incomodados que se mudem”, comentou Preta Gil . Hugo Bonemer, ator e primo e William Bonner, também manifestou apoio ao colega ao postar um emoji de coração.

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Algumas pessoas reclamam que posto foto aqui abraçado com meu amor. Vou desenhar: passamos a vida sendo oprimidos e isso não vai mais acontecer. Estamos aqui pondo a cara no sol para dizer aos que não saíram do armário se sentirem fortes. E se você realmente acha que não é homofóbico, pense no fundo da sua alma se você não é mesmo. Afinal, por que minhas fotos te incomodam tanto? Hoje é dia de Pride. O mundo começa a viver uma revolução. Não existe mais tolerância a intolerante. Vocês todos vão acabar na cadeia. A começar pelo presidente. Some people complains that I post pictures hugging my love here. Let me explain: even though we had a lot of privileges, we spent a long time suffering oppression for being gay. This is now in the past. We are out here to say for those who are inside the closet to feel strong and make their choices. And if you think you are not homophobic, look deep inside your soul and ask yourself honestly. So why my pictures bother you so much? Today, Pride month starts. The world is in the middle of a revolution! There is no more tolerance to those who are intolerant. The intolerants will end up in jail – starting with the president of Brasil. It’s time to stand up and fight against hate. #pride? #pride #gay #lgbtq?

Uma publicação compartilhada por Fernando Grostein Andrade (@grosteinandrade) em 1 de Jun, 2020 às 12:36 PDT


Fonte: IG GENTE

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Repórter da CNN é assaltada por homem com faca ao vivo; assista

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repórter da cnn assalto ao vivo
Reprodução/CNN

Bruna Macedo, repórter da CNN, foi assaltada por homem com faca durante entrada ao vivo em São Paulo

A repórter da CNN Brasil , Bruna Macedo, foi assaltada na manhã deste sábado (27), em São Paulo, durante aparição ao vivo em noticiário da emissora. Ela fazia cobertura sobre a chuva na cidade de São Paulo e foi surpreendida por um homem com faca justamente quando estava no ar.

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O assalto sofrido pela  repórter da CNN ocorreu na região da Ponte das Bandeiras e custou os dois celulares que tinha nas mãos. Segundo a emissora, Bruna passa bem e não teve nenhum ferimento.

Assista ao assalto ao vivo


A cobertura de Bruna tinha como foco as fortes chuvas que ocorreram na noite desta sexta (26) e seguem com menor intensidade neste sábado (27) na capital paulista. Durante o fim da noite e a madrugada, São Paulo chegou a ser colocada em estado de atenção para alagamentos .

Os alertas foram emitidos pelo Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) por volta das 23h para todas as regiões, e a capital seguiu em alerta até 4h30 deste sábado.

Fonte: IG GENTE

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“Bolsonaro é mais nocivo que a pandemia”, diz diretor sobre cinema nacional

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Em março, quando a maioria das restrições de mobilidade começaram a ser decretadas no Brasil, todos os cinemas fecharam as portas, as produtoras paralisaram as gravações e, por fim, o setor do audiovisual inteiro se viu ao alento devido à pandemia da Covid-19  

sala de cinema
Divulgação

As salas de cinema estão fechadas desde o início da pandemia no Brasil

Após três meses sob o efeito da quarentena , a indústria cinematográfica amarga caixas vazios, o adiamento de seus lançamentos e a incerteza de quando retomará suas atividades. Em meio a tudo isso, o mercado tem buscado alternativas para sobreviver, revivendo o cine drive-in, por exemplo, e estreando conteúdo em streaming.  

Mesmo assim, o setor já prevê um prejuízo de R$ 1,2 bilhão no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (Abraplex).

Para Paulo Morelli, diretor e fundador da H2O filmes, o momento é grave, mas passageiro. “É uma situação muito séria para indústria, algumas empresas podem até não sobreviver. Mas no geral, para as que não forem à falência, estamos falando de um grande adiamento das produções. Agora, se houver uma segunda ou uma terceira onda [de Covid-19 ], a coisa pode ficar mais séria e muitas empresas irão quebrar. Aí a coisa ficará bem mais grave.”

A previsão é que, com o movimento de adiamento, aconteça uma “overdose” de lançamentos de filmes e uma acirrada guerra por salas de cinema em 2021. 

“O que vamos ter aí é um acúmulo de filmes esperando lançamento, o que significa que o próximo ano será concorrido. Tivemos aí três meses sem lançamento, isso pode afetar a quantidade de tempo que os filmes ficarão em exibição. Vai ser uma ‘overdose’ de [filmes]”, afirma Elisa Tolomelli, produtora e fundadora da EH!, que é seguida por Paulo. “Atualmente, já é uma briga de foice. Sentimos isso quando colocamos um filme para estrear e nunca encontramos uma semana livre que não tenha algum blockbuster estreando junto. É muito competitivo e vai ficar mais. As perspectivas são muito dramáticas para quem está no ramo cinematográfico.”

Circuito de festivais

Além dos eventos, grande parte dos festivais foram cancelados devido ao novo coronavírus. Cannes , por exemplo, que sua história só foi derrubado perante uma revolução (1968) e a Primeira Guerra Mundial, teve sua edição suspensa em 2020. 

O Brasil, na contramão de outros países, tem um cenário diferente. Uma das principais paradas do circuito cinematográfico, o Festival de Gramado confirmou à reportagem do Portal iG que o evento será realizado: “Formato e adaptações (se necessárias) ainda [estão] em definição, mas a realização está confirmada”, comunicou a assessoria do evento. 

Ao refletirem sobre o momento de incerteza do mercado, Elisa e Paulo mantêm as declarações em sintonia. “Quando eu vou lançar um filme, eu faço uma estratégia de festivais. Hoje, a gente não tem os festivais, nem o lançamento. Se eu tivesse um filme para lançar, eu estaria perdida. Sem sabe o que fazer”, declara Elisa. 

“Festival é um momento muito prazeroso. É quando percebe-se que fazendo filme você está falando uma linguagem universal. É um sentimento de perda, mas é importante lembrar que o cinema está tendo sua estrutura abalada e não desmontada”, completa. 

A retomada

Mesmo com a retomada prevista para a primeira quinzena de julho, a indústria cinematográfica não irá se reerguer de imediato, nessa jornada, os protocolos sanitários prometem ser grandes obstáculos – mesmo com o acúmulo de lançamentos citados. 

“Como vamos fazer uma cena de sexo ou de beijo sem os atores se tocarem? Vamos testar a equipe? Vamos testar os atores? Todo mundo com máscara e luva? Essa questão a gente não sabe como vai ser, esse é o grande desafio. E a figuração? É uma questão difícil”, questiona Elisa.

“A parte da exibição, por exemplo, acho mais fácil de resolver. Você decreta que todos os espectadores têm que usar máscara, todo funcionário tem que ter máscara, que tem que ter álcool em gel nos cinemas e que têm que ter cadeiras intercaladas, isso resolve bastante”, completa ela. 

Apesar do otimismo, Elisa reconhece que com o grande número de produções em estoque, a rotatividade das obras pode acabar se tornando um empecilho para a bilheteria. Além disso, a lotação reduzida fará com que os cinemas, incluindo os de rua, tenham uma renda bem menor do que estão acostumados. 

“Os filmes automaticamente terão uma renda inferior. E os cinemas também terão uma renda aquém do que eles estão acostumados, porém, é melhor do que nenhuma renda”, analisa. 

O fator streaming

Com a quarentena mais rígida e os cinemas fechados, o streaming registrou um crescimento exponencial, ganhando musculatura nos últimos meses. De acordo com uma pesquisa do Instituto de Pesquisa & Data Analytics Croma Insights, a Netflix chegou à marca de 16 milhões de assinantes no Brasil. Somando aos concorrentes (Amazon, HBO, Globoplay, Fox) o aumento atinge 76%.

Indagado sobre a possibilidade de o streaming assumir as estreias acumuladas, levando em consideração a hipótese de que as pessoas não estarão confiantes o suficiente para frequentar cinemas quando as salas reabrirem, Paulo reflete. 

“As pessoas estão gostando de ver cinema e série em casa, a experiência é muito boa, mas elas também querem sair quando puderem. É muito gostoso ir ao cinema, tanto que estão trazendo de volta o cinema drive-in “, discursa Morelli.

Governo VS futuro do cinema

Antes mesmo de ser eleito, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já prometia cortes no setor cultural. Após 100 dias no cargo, a pasta perdeu o posto de Ministério e tornou-se Secretaria Especial . Entre altos e baixos, o mercado foi atingido pelo esgotamento de verbas. 

Sobre o cinema após pandemia , levando em relação o atual governo, Paulo Morelli não pestaneja. “Eu acho que o governo brasileiro é muito mais nocivo que pandemia. A pandemia aconteceu, pegou o mundo inteiro e agora estamos sobre este impacto. O governo brasileiro não tem medido ataques à Cultura. O presidente desse país não gosta de cultura, ele combate a cultura. Ele obscurantista contra a ciência, contra o meio ambiente. Esse cara é um insano. Somos governados por uma pessoa desequilibrada. Ele vê a cultura como inimiga. Ele não aceita a liberdade de expressão e a cultura precisa de liberdade de expressão. Ele está estrangulando [o mercado] secando as verbas que faziam o cinema existir”, deliberou. 

Por fim, questionados se a crise sanitária mudou o cinema que conhecemos, ambos negam, mas Morelli se aprofunda. “Não sei se mudou. Pode mudar os meios de produção, mas essencialmente a maneira de se contar histórias não mudou.”  

Fonte: IG GENTE

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