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Economia

IR 2020: Receita paga novo lote de restituição nesta quarta; veja quem recebe

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dinheiro
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

IR 2020: Receita paga novo lote de restituição nesta quarta; veja quem recebe

A Receita Federal  vai pagar, nesta quarta-feira (30), o quinto e último lote de restituição do Imposto de Renda 2020. Segundo a Receita, o dinheiro será depositado para 3.199.567 contribuintes e o valor chega em R$ 4,3 bilhões nesta última etapa.

Para conferir se você tem direito à quinta e última etapa da restituição do Imposto de Renda 2020,  clique aqui.

Estão inclusos neste último lote, os contribuintes que têm prioridade legal, sendo 7.761 idosos acima de 80 anos, 44.982 entre 60 e 79 anos, 4.685 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 21.303 pessoas cuja maior fonte de renda seja o magistério. E, também, 3.120.836 contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até o dia 16/09/2020.

A restituição fica disponível para o contribuente pelo prazo de um ano no banco. Se o mesmo não realizar o resgate nesse prazo, o dinheiro poderá ser requerido apenas pela internet.

Neste ano, houve uma antecipação do começo da restituição. Também foi reduzido o número de lotes de restituição, de 7 para 5. Anteriormente, os pagamentos da restituição iam de junho a dezembro. Neste ano, vão de maio a setembro.

Caso o contribuinte tenha algum problema para receber o dinheiro, poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento: 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

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Economia

Advogado criminalista fala sobre fake news e eleições em live do iG nesta quinta

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Brasil Econômico

homem de barba
Divulgação

Augusto Arruda Botelho é entrevistado do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta


Nesta quinta-feira (29), o Brasil Econômico ao Vivo recebe o advogado criminalista, Augusto Arruda Botelho , para falar sobre fake news e eleições às 17 horas. O programa faz parte de projeto de lives que acontecem sempre às  quintas.


Augusto é mestrando em Direito Penal Econômico pela Faculdade de Direito da Fundação Getulio Vargas, especialista em Direito Penal Econômico pela Universidade de Coimbra e especialista em Direito Penal pela Universidade de Salamanca.

O advogado também é membro do Grupo Prerrogativas. Outras atuações se destacam ao longo da sua carreira, como ex-presidente e conselheiro no Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD) e conselheiro da Human Rights Watch.

Lives do Brasil Econômico

As entrevistas sempre contam com participação de jornalistas convidados e são transmitidas simultaneamente no perfil do Facebook do iG e no canal do YouTube. Internautas poderão interagir e mandar perguntas durante a entrevista.

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Economia

Apenas 8% das mulheres negras no Brasil ocupam cargos de liderança

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Brasil Econômico

Mulher negra em escritório
Unsplash/Christina @ wocintechchat.com

Apenas 8% das mulheres negras ocupam cargos de liderança


Segundo pesquisa realizada pela consultoria Indique Uma Preta e pela empresa Box1824, apenas 8% das mulheres negras brasileiras que trabalham no mercado formal ocupam cargos de gerente, diretora ou sócia proprietária de empresas e menos da metade das mulheres negras exerce trabalho remunerado.


As responsáveis pelo levantamento disseram à Folha de S. Paulo que os dados mostram a importância das empresas estarem atentas à evolução da carreira desses profissionais dentro das corporações não só ao processo seletivo.

A pesquisa está prevista para ser lançada nesta quarta-feira (28), e ouviu 1 mil mulheres negras, com idades entre 18 e 65 anos, entre março e setembro deste ano. Das entrevistadas, 54% não exerciam trabalho remunerado e, destas, 39% estavam em busca por emprego.

Das 46% que estava trabalhando, 20% eram autônomas, e das empregadas no mercado de trabalho formal, apenas 2% eram diretora, 3% sócia proprietária e 3% gerente. Enquanto que presidentes e vice-presidentes somam um número tão pequeno, que se arredondar, o percentual fica em 0%. Mas existem casos isolados, principalmente no Nordeste.

Das mulheres empregadas no mercado de trabalho formal, 23% eram assistentes ou auxiliares, 18% profissionais administrativos ou operacional, 8% analistas e 5% eram estagiárias ou trainees.

Das entrevistadas, 72% relataram que também não foram lideradas por uma mulher negra nos últimos cinco anos.

51% das mulheres negras ouvidas afirmaram que receber promoção foi difícil ou muito difícil nos últimos anos e 35% disseram insatisfeitas ou muito insatisfeitas com a falta de oportunidades.

O mito da falta de qualificação

A pesquisa também identificou quatro principais barreiras que impedem o avanço das mulheres negras no mercado de trabalho , sendo a primeira delas o mito de que essas profissionais não teriam a qualificação necessária.

As mulheres ouvidas observam que os negros são maioria nas universiades públicas hoje em dia (50,3%, segundo dados do IBGE de 2019) e que as profissionais negras estão sempre em busca de melhorar a formação.

Ainda segunda pesquisa, 43% delas pretendem voltar ou continuar a estudar e 31% desejam de capacitação na área em que atuam.

A segunda barreira identificada é o fato de que boa parte das contratações no Brasil são feitas por indicação. E segundo a pesquisa, 46% das mulheres negras conseguiram o trabalho atual por meio de processo seletivo, contra 26% que entraram por indicação.

Segundo as representantes da pesquisa , isso acontece porque os brancos hoje são a maioria do mercado de trabalho formal e pessoas brancas tendem a ter mais outras pessoas brancas em seu círculo de conhecidos. Acaba que a indicação perpetua desigualdade.

As outras duas barreiras identificadas são políticas de diversidade genéricas adotadas pelas empresas e o medo das corporações de errar ao adotar ações de inclusão que possam levar a uma paralisia.

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