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IPPA/CEPEA: Cepea lança novos Índices de Preços ao Produtor

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Clique aqui e baixe o release completo em word. 

 

Os Índices, que terão divulgação mensal, irão contribuir para uma visão, ao mesmo tempo, compacta e global do setor – em termos dos impactos de mudanças dos lados da oferta (produtividade, clima, pragas e doenças, custos de insumos, mão de obra e capital) e demanda (rendas interna e externa, câmbio, preços internacionais). Com isso, analistas e formuladores de política poderão ter um diagnóstico mais fundamentado das interações da agropecuária com o restante dos setores da economia e com o consumidor brasileiro. 

 

Pesquisadores da Equipe de Macroeconomia do Cepea indicam que os IPPAs acompanham bem de perto a evolução de preços ao produtor de grupos de produtos agropecuários. Eles são calculados por meio de metodologias rigorosas de construção de índices de preços aplicadas para combinar séries que representam produtos individuais coletadas pelo Cepea em um índice único que represente o grupo. 

 

No IPPA-Grãos/Cepea, estão incluídos o algodão, o arroz, o milho, a soja e o trigo. No IPPA-Pecuária/Cepea, estão o boi gordo, frango e suíno vivos, leite e ovos. No IPPA-hortifrutícolas/Cepea, consideram-se a batata, o tomate, a banana, a laranja e a uva, que, juntos, representaram 60% do valor bruto de produção com hortifrutícolas em 2017. 

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As análises utilizando os IPPAs do Cepea podem ter como foco o produtor e o comportamento dos preços recebidos, identificando as tendências, elementos sazonais e choques não esperados e, então, os impactos desses movimentos sobre a renda no campo; ou, a análise pode ter perspectiva do consumidor, sendo avaliadas as transmissões das variações de preços agropecuários para a inflação e poder de compra do brasileiro. Tendo como base os IPPAs, o Cepea passará a divulgar, periodicamente, análises sobre esses temas.

 

O banco de dados, desde 2001, já está disponível no site do Cepea!

 

PRIMEIROS RESULTADOS – Pesquisadores do Cepea mostram que, entre janeiro e julho de 2019, o IPPA/Cepea seguiu o comportamento geral esperado para os preços agrícolas ao produtor, mas se manteve próximo ao limite superior desse valor esperado (confira mais detalhes no relatório, disponível aqui). Essa pressão altista refletiu principalmente a dinâmica do IPPA-Pecuária/Cepea no período. A ocorrência da Peste Suína Africana (PSA) nos países asiáticos e uma restrição mais intensa que a sazonal esperada na oferta de leite no campo (refletindo o baixo incentivo à atividade) levaram a aumentos não esperados nos preços das carnes e do leite, respectivamente. O IPPA-Hortifrutícolas/Cepea, embora tenha peso menor na determinação do IPPA/Cepea, também influenciou na pressão altista do índice geral, já que apresentou desvio relevante em relação ao comportamento normal. Elevações dos preços da banana e da batata pesaram nesse cenário. Já o preço dos grãos, representado pelo IPPA-Grãos/Cepea, teve comportamento bastante alinhado com o esperado pelo modelo, com modesto desvio para cima apenas em junho e julho – influenciado sobretudo por um aumento no preço do milho decorrente dos problemas climáticos nos Estados Unidos. 

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SOBRE OS NOVOS ÍNDICES DO CEPEA:

 

Índice Segmentos considerados
IPPA-Grãos/Cepea Algodão, arroz, milho, soja e trigo
IPPA-Pecuária/Cepea Boi gordo, frango e suíno vivos, leite e ovos
IPPA-Hortifrutícolas/Cepea Batata, tomate, banana, laranja e uva (que, juntos, representaram 60%)
IPPA/Cepea Grãos, Pecuária e Hortifrutícolas

Clique aqui e confira página com os Índices. 

Clique aqui e assista ao vídeo sobre o IPPA.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o Mercado de trabalho do agronegócio aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e a pesquisadora Nicole Rennó: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

Fonte: CEPEA
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Mapa negocia R$ 1,5 bilhão para apoiar contratação do seguro rural em 2021

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Desde o dia 2 de janeiro, os produtores podem procurar os corretores, instituições financeiras, cooperativas e revendas para contratar as apólices de seguro no âmbito do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). São 14 companhias seguradoras credenciadas no programa operando em todas as regiões do país e ofertando seguros rurais para mais de 60 culturas e atividades. Para 2020, está previsto R$ 1 bilhão para o programa, maior valor para subvenção desde sua criação. 

Com o objetivo de dar continuidade à promoção do seguro rural como principal instrumento mitigador de riscos climáticos, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) irá debater com a área econômica do governo federal a meta de ampliar o orçamento do programa para R$ 1,5 bilhão no exercício de 2021.

Regras em 2020

Novas regras de subvenção entram em vigor este ano, o que irá permitir que mais produtores tenham acesso à subvenção (veja tabela). A estimativa é apoiar a contratação de aproximadamente 250 mil apólices, possibilitando a cobertura de 18 milhões de hectares e um valor segurado de R$ 50 bilhões.  A projeção considera o comportamento de contratações em anos anteriores e pode variar dependendo do perfil de contratação de seguro rural por atividade e tamanho de produtor.

A partir dos ajustes feitos nas regras, a expectativa é que 17% a mais de produtores sejam contemplados com seguro rural no PSR, quando comparado com a regra anterior. Para as culturas de frutas, olerícolas, cana-de-açúcar, pecuária, aquícola e florestas, a subvenção ao prêmio do seguro aumentou de 35% para 40%. Além disso, produtores de culturas de inverno, como trigo e milho de segunda safra, terão subvenção de 40% no tipo de cobertura de multirrisco, que antes estava em 35%.

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Para grãos de verão, como soja e milho, e para o café, a subvenção pode variar entre 20% e 30%, a depender do tipo de cobertura e de produto contratado. As mudanças também foram realizadas no limite financeiro anual por beneficiário na modalidade agrícola, que passou de R$ 72 mil para R$ 48 mil, considerando que um pequeno número de apólices era beneficiada com os limites maiores e a redistribuição desses valores possibilitará que mais agricultores tenham acesso à subvenção.

O diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, ressaltou que a simplificação nas regras foi aprovada pelo Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural no ano passado. “Essas mudanças atendem demandas do setor para tornar o seguro mais acessível”, disse.

Além disso, o Mapa está com projetos para melhorar os produtos e serviços entregues pelas seguradoras habilitadas. “Estamos criando um monitor do seguro rural em que as entidades poderão, com auxílio do Mapa, formalizar para o mercado segurador demandas fundamentadas visando aperfeiçoar ou desenvolver novos produtos de seguro rural”.  

Outro objetivo do Mapa é elevar o patamar de qualidade dos serviços entregues pelas seguradoras aos produtores. “Vamos cobrar melhorias nas coberturas e produtividades estipuladas, bem como dos serviços dos corretores e de peritos agrícolas. Esses últimos terão que fazer parte de um cadastro nacional e serão submetidos a cursos de capacitação e de certificação até 2022. Todas essas ações fazem parte do Programa AGIR – Agro Gestão Integrada de Riscos no âmbito do projeto de Promoção do Seguro Rural”, finalizou.

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Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) – 2020

Modalidades
de  Seguro

Grupos de Atividades

Tipo de
Cobertura

Tipo de Produto

Percentual
Subvenção

Limite Anual (R$) 

Agrícola

Grãos de Verão e café*

Riscos Nomeados

Custeio/Produtividade

20%

48.000

Multirrisco

Custeio/Produtividade

25%

Receita

30%

Grãos de Inverno**

Riscos Nomeados

Custeio/Produtividade

 

35%

Multirrisco

Custeio/Produtividade/Receita

 

40%

Frutas, Olerícolas e Cana-de-Açúcar

 

40%

Florestas

Silvicultura (florestas plantadas)

 

 

 


40%

24.000

Pecuário

Aves, bovino, bubalinos, caprinos, equinos, ovinos e suínos

24.000

Aquícola

Carcinicultura, maricultura e piscicultura

24.000

Valor Máximo Subvencionável (CPF/ano)

120.000 

Fonte: Resolução nº 68, de 08 de agosto de 2019

*Grãos de Verão: algodão, amendoim, arroz,, café, fava, feijão, girassol, milho 1ª safra e soja.

**Grãos de Inverno: aveia, canola, cevada, centeio, milho 2ª safra, sorgo, trigo e triticale.

 

O que é o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural?

O produtor rural adquire uma apólice de seguro para a lavoura/atividade com o auxílio financeiro do governo federal. Em caso de quebra da safra por causa de evento climático adverso (seca ou excesso de chuvas, por exemplo) ou variação de preços, as obrigações financeiras do produtor serão pagas pela seguradora.

Com esse mecanismo, o produtor consegue taxas de juros mais baixas, já que o risco de ficar inadimplente cai. O seguro minimiza ainda as chances de um possível socorro financeiro governamental e renegociação de dívidas após a safra.

Informações à imprensa:
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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OVOS/CEPEA: Exportações são as menores desde julho de 2006

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Cepea, 20/01/2020 – Em dezembro do ano passado, as exportações brasileiras de ovos in natura registraram o menor volume desde julho de 2006. Segundo dados da Secex, no último mês de 2019 foram embarcadas 97,2 toneladas de ovos, recuos de 16,4% frente a novembro e de fortes 92,5% na comparação com dezembro/18. A queda é atípica para o período. Quanto à receita, os embarques de ovos in natura geraram R$ 449,37 mil em dezembro, baixas de 13,5% frente ao mês anterior e 90,4% na comparação com o último mês de 2018. No mercado interno, o aumento na procura por ovos elevou as cotações na semana passada. Colaboradores do Cepea indicam que as vendas aquecidas já começam a afetar a disponibilidade dos ovos, com falta de produto em algumas regiões. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: Diárias de Mercado
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