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iPhone molhado perde fotos de viagem e Apple terá que indenizar cliente

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iPhone 11
Divulgação/Apple

iPhone 11

A Apple terá que indenizar um consumidor que teve seu iPhone danificado por contato com a água e perdeu fotos de viagem em “ilha paradisíaca”. A decisão foi tomada pelo juiz Álvaro Luiz Chan Jorge, do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga (DF), que entendeu que a empresa não pode fazer propaganda dizendo que o smartphone é resistente à água e, na prática, não dar garantia para problemas causados após o produto ser molhado.

A empresa terá que pagar ao consumidor R$ 4,9 mil para restituir o valor do iPhone, além de R$ 2 mil em indenização por danos morais. O smartphone foi vendido como resistente à água em até 4 metros de profundidade por 30 minutos. O modelo, porém, não resistiu ao ser molhado.

“Não há qualquer prova nos autos, ou sequer indícios, de que o defeito decorreu de mau uso do aparelho por parte do autor, que afirma que o telefone teve contado mínimo com a água, através de algumas gotas apenas, quando era utilizado para fotografar perto da piscina”, escreveu o juiz em sua decisão.

Depois que o iPhone parou de funcionar com os respingos de água, o consumidor ficou sem poder usar o celular em sua viagem de férias “em ilha paradisíaca”. Assim, ele não conseguiu tirar fotos, perdeu todas as que tinha feito e não conseguiu se comunicar com a família. Diante do “desgaste, desconforto e frustração que extrapolaram a esfera do mero aborrecimento”, os danos morais também foram incluídos pelo juiz.

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Google negocia com TikTok e Instagram para mostrar vídeos curtos na busca

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Google negocia com redes sociais
Unsplash/Kai Wenzel

Google negocia com redes sociais

O Google está em negociações com a empresa chinesa ByteDance, dona do TikTok, e com o Facebook, dono do Instagram, para trazer vídeos curtos das redes sociais para o seu buscador, de acordo com informações relatadas pelo The Information.

A ideia da gigante de tecnologia é fazer um acordo com as plataformas de mídias sociais para que os vídeos curtos possam ser indexados como resultados a pesquisas na busca.

Atualmente, as respostas para as buscas no Google mostram apenas vídeos presentes em outras plataformas, como o YouTube.

“Ajudamos os sites a tornar seu conteúdo detectável e se beneficiar de sua localização no Google, e eles podem escolher como ou se seu conteúdo aparecerá na pesquisa”, disse um porta-voz da empresa ao The Information.

Desde dezembro passado, o  Google vem testando mostrar vídeos do TikTok  e do Instagram nos resultados da busca. Se a negociação der certo, é possível que esse recurso chegue a todos os usuários.

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Xiaomi contrata consultoria independente após acusação da Lituânia

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Xiaomi Civi
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Civi

A Xiaomi afirmou nesta segunda-feira (27) que contratou um especialista independente para avaliar seus sistemas. O anúncio veio após o  governo da Lituânia divulgar um relatório acusando a empresa chinesa de usar um recurso de censura em seus smartphones.

“Contestamos a caracterização de certas conclusões [presentes no relatório], mas estamos contratando um especialista independente para avaliar os pontos levantados”, disse um porta-voz da Xiaomi à Reuters.

Em seu relatório, o Centro Nacional de Cibersegurança da Lituânia, publicado na última terça-feira (21), afirma que os celulares da Xiaomi possuem um software que pode identificar e censurar alguns termos, como “Tibete Livre”, “Viva a independência de Taiwan” ou “movimento pela democracia”. Ao todo, cerca de 450 termos foram encontrados.

O recurso está desativado na versão global dos celulares da Xiaomi, estando presentes apenas nas versões chinesas. De acordo com o relatório, porém, a ferramenta poderia ser “ativada a qualquer momento”.

A Xiaomi não especificou qual organização independente fará a inspeção em seus sistemas. À Reuters, a companhia chinesa afirmou que essa instituição tem sede na Europa.

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