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iPhone é encontrado funcionando após ficar 10 meses submerso em rio

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iPhone foi encontrado em lago 10 meses após ser perdido
Reprodução/Owain Davies/Miguel Pachaco

iPhone foi encontrado em lago 10 meses após ser perdido

Um homem reencontrou seu iPhone depois de ele ficar 10 meses no fundo de um rio. O caso aconteceu em Cinderford, na Inglaterra, e o celular foi achado por outro homem, que o recuperou e devolveu ao dono. As informações são da BBC.

Em agosto do ano passado, Owain Davies acidentalmente deixou seu iPhone cair no rio Wye enquanto fazia canoagem. No início de junho deste ano, Miguel Pacheco encontrou o smartphone enquanto passeava pelo rio com sua família.

“Eu não achei que fosse funcionar. Estava cheio de água”, disse Pacheco à BBC. Mesmo sem esperanças, o homem conta que tentou recuperar o celular porque imaginou que o dono poderia guardar coisas “sentimentais” nele. “Eu sei que se eu perder meu telefone, tenho muitas fotos dos meus filhos, sei que gostaria de ter isso de volta”, afirmou.

Chegando em casa, Pacheco drenou a água do iPhone com um compressor de ar e deixou o celular descansando na madrugada. No dia seguinte, o conectou ao carregador e, para sua surpresa, o smartphone estava funcionando. “Eu simplesmente não conseguia acreditar”, relatou.

Pacheco então publicou uma foto do celular em um grupo local no Facebook, mostrando o casal que aparecia na proteção de tela. A imagem foi compartilhada mais de quatro mil vezes, chegando até amigos de Owain Davis, já que o próprio dono do celular estava fora das redes sociais.

O iPhone, então, foi devolvido funcionando normalmente. À BBC, Davis disse que ficou surpreso com a atitude de Pacheco. “Minha reação natural seria entregá-lo ao pub mais próximo. Não iria usar meu compressor de ar para secá-lo e desmontá-lo”, afirmou.

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Mark Zuckerberg posta selfie no metaverso e vira piada na internet

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Mark Zuckerberg posta foto no metaverso
Reprodução/Facebook

Mark Zuckerberg posta foto no metaverso

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, virou motivo de piada nas redes sociais nesta semana depois de publicar uma selfie no metaverso. O ambiente digital foi criticado por ter design muito simples e nada imersivo.

A imagem foi postada por Zuckerberg na terça-feira (16) para anunciar a chegara da plataforma de metaverso da empresa, a Horizon Worlds, na França e na Espanha.

Na foto, Zuckerberg aparece na frente da Torre Eiffel, em Paris, e do Templo da Sagrada Família, em Barcelona. Nas redes sociais, a falta de recursos da imagem foi criticada.

“Não parece um produto real. Não há nada de ‘imersivo’ nisso. Quando seu produto principal se parece com as paredes pintadas de uma creche abandonada, você deve se perguntar”, escreveu um internauta. “Parece ótimo”, brincou outro.

“O que eles estão fazendo com todo esse dinheiro?”, questionou outro usuário, em referência aos US$ 10 bilhões que a Meta está investindo na criação de seu metaverso.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Após denúncia de ONG, Meta proíbe anúncios que questionem as eleições

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Meta atualiza regras eleitorais no Brasil
Unsplash/Dima Solomin

Meta atualiza regras eleitorais no Brasil

A Meta afirmou nesta semana que vai proibir anúncios questionando a legitimidade das eleições deste ano em suas plataformas. A atualização apareceu em uma publicação da empresa a respeito das medidas que está tomando durante o período eleitoral brasileiro.

A decisão veio a público depois que a  ONG internacional Global Witness acusou a empresa de permitir a circulação de anúncios deste tipo no Brasil. Na segunda-feira (15), a organização divulgou um relatório mostrando 10 peças publicitárias que passaram pelos critérios da dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Enquanto alguns anúncios tinham datas e locais de votação errados, o que poderia impedir cidadãos brasileiros de votarem, outros criticavam as urnas eletrônicas, questionando a legitimidade do pleito.

Na terça-feira (16), a Meta atualizou sua publicação confirmando a novidade. “Como parte do nosso trabalho para proteger a eleição no Brasil em 2022, vamos proibir anúncios questionando a legitimidade desta eleição”, afirmou a companhia.

A atualização aconteceu em um texto publicado na última semana que relata os esforços da Meta em relação às eleições deste ano. Entre as medidas, estão a parceria com checadores de fatos e a “remoção de conteúdos que violam as políticas voltadas para supressão de votos, ou seja, para conteúdos que desestimulam o voto ou interferem na votação”.

Esses conteúdos, que já são proibidos, também foram aprovados nos anúncios que a Global Witness publicou, o que mostra um baixo cumprimento das próprias regras da Meta. “O Facebook sabe muito bem que sua plataforma é usada para espalhar desinformação eleitoral e minar a democracia em todo o mundo”, disse Jon Lloyd, consultor sênior da ONG.

“Apesar dos autoproclamados esforços do Facebook para combater a desinformação, particularmente em eleições de alto risco, ficamos chocados ao ver que eles aceitaram todos os anúncios de desinformação eleitoral que enviamos no Brasil”, completou.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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