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iPhone 13 tem demora de até mais de um mês na entrega por falta de componentes

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Início das vendas do iPhone 13 em Pequim
Divulgação/Apple

Início das vendas do iPhone 13 em Pequim

A linha iPhone 13 está gerando uma das filas mais longas no setor de smartphones, fazendo clientes da Apple terem que esperar mais algumas semanas para receberem os novos modelos. De acordo com analistas, o problema é ocasionado pela soma da forte demanda com falhas na cadeia de suprimentos. As informações são da Reuters.

Segundo analistas do JPMorgan e Credit Suisse, quem fez a pré-encomenda de um novo modelo da linha iPhone 13 – que ainda não está disponível no Brasil -, terá de esperar mais de quatro semanas pelos iPhone 13 Pro e 13 Pro Max e cerca de duas semanas pelos iPhone 13 e 13 Mini.

Nos Estados Unidos, mercado que representa cerca de um terço de todas as vendas de iPhones no mundo, os intervalos de entrega estão sendo bem maiores na linha atual do que para os modelos de iPhone 12.

Quem comprou um iPhone 13 na primeira semana de lançamento teve prazo entre 7 e 20 dias. Já quem fez a compra na segunda semana vai ter que esperar de 19 a 34 dias para receber o smartphone.

“Apesar de parte do aumento nos tempos de entrega se deverem a problemas de oferta na cadeia de suprimentos, ainda achamos o aumento material na segunda semana em relação à primeira um indicador de forte demanda por atualização”, escreveu Samik Chatterjee, analista do JPMorgan, segundo a Reuters.

No último domingo (26), várias empresas fornecedoras de Apple e Tesla suspenderam a produção na China por alguns dias, após órgãos locais determinarem a diminuição do consumo de energia.

Relembre como foi o início das vendas físicas da nova linha iPhone 13:


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App falso de Round 6 rouba dinheiro das vítimas; saiba se proteger

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Série Round 6 é usada como isca para golpe digital
Reprodução/Netflix

Série Round 6 é usada como isca para golpe digital

Um aplicativo falso para Android que prometia entregar papéis de parede da famosa série Round 6, da Netflix, invadiu mais de cinco mil celulares. Ao invés das imagens, o app instalava um vírus nos smartphones, capaz de cadastrar as vítimas em serviços pagos via SMS, roubando dinheiro.

O golpe foi descoberta por um especialista e posteriormente analisado pela empresa de cibersegurança ESET. A companhia avisou o Google, que acabou removendo o app da Play Store.

Apesar do aplicativo ser novo e se aproveitar de um assunto que faz sucesso no momento, a série Round 6, o malware que ele distribui é bastante conhecido, chamado de “vírus do Coringa”. Bastante presente em aplicativos falsos, ele foca em descobrir informações pessoais digitadas pelos usuários nos celulares, procurando roubar dados bancários, além de cadastrar as vítimas em serviços pagos.

Para não cair nesse tipo de golpe, a dica é estar atento aos desenvolvedores dos aplicativos baixados, priorizando versões oficiais e reconhecidas. Além disso, é importante baixar aplicações apenas nas lojas oficiais e manter um bom antivírus instalado e atualizado no smartphone –  confira opções gratuitas aqui.

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Twitter compra app de mensagens para melhorar DMs e comunidades

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Twitter compra app de mensagens
Unsplash

Twitter compra app de mensagens

O Twitter adquiriu o aplicativo de chat Sphere a fim de fortalecer as recém-lançadas comunidades  e as mensagens diretas.

“A experiência da equipe Sphere e a paixão da liderança por encontrar maneiras de ajudar as pessoas a se conectar ajudarão a acelerar nossos roteiros de Comunidades, DM e Criadores”, escreveu Nick Caldwell, vice-presidente de engenharia do Twitter.

Os termos do acordo ainda não foram divulgados oficialmente. A Sphere foi fundada em 2016 e era, inicialmente, um aplicativo de perguntas e respostas em tempo real. Depois, se tornou um hub para conversas em grupos.

Agora, a equipe de 20 funcionários da Sphere vai se juntar aos funcionários do Twitter.

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