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iOS 13: quais recursos são diferentes em relação ao iOS 12?

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O novo sistema operacional da Apple, o iOS 13, foi apresentado WWDC 2019, que aconteceu na segunda-feira (3), nos Estados Unidos. Na conferência, os desenvolvedores também  mostraram todas as atualizações para iPhone, iPad, Apple TV, Mac Pro e Apple Watch que estão previstas para chegar à esses dispositivos em setembro.


apresentação do iOS 13
Reprodução/Apple

O iOS 13, novo sistema operacional da Apple, foi apresentado na segunda-feira (3) em uma conferência de desenvolvedores



Segundo os desenvolvedores, o iOS 12 foi o que teve a maior aceitação dos usuários, com uma média de 85% de aparelhos atualizados. Mesmo assim, a nova versão está prometendo uma série de novos rescursos e funcionalidades mais práticas. Quer saber o que mudou no iOS 13 , em relação ao anterior? Então confira abaixo: 

1. Tela


iOS 13
Divulgação/Apple

A novidade do iOS 13 é a tela em Modo Escuro, com promessa de economizar bateria e prejudicar menos a visão do usuário

A maior novidade do novo iOS é o Modo Escuro. A ideia é que a alternativa de mudar o tom da tela e adotar cores como cinza e preto na interface ajude a economizar bateria — que é uma das maiores reclamações dos usuários —, além de prejudicar menos a visão. 

No iOS 12 as cores são claras e, apesar do modo noturno já existir para alguns aplicativos, como o Twitter, é preciso configurar de forma manual e diretamente no app. Já no 13, a função pode ser configurada direto no aparelho, deixando no automático ou habilitanto apenas à noite ou em um horário programado pelo usuário.

2. Privacidade

Depois dos golpes no WhatsApp e vazamento de dados, uma das preocupações da Apple é a privacidade e proteção do usuário. Um dos vários recursos divulgados é um maior controle do acesso à localização através dos aplicativos. O novo sistema vai permitir que essa informação seja compartilhada apenas uma vez  e o “Find My” seja acessado offline. 

Ao acessar um aplicativo no iOS 12 você recebe duas opções: criar uma conta com seu email ou fazer login diretamente com uma rede social. Isso faz com que esse app acesse algumas informações pessoais que talvez você não queira divulgar. 

Por isso, a outra novidade é a criação do “Sign in with Apple”, um botão para criar contas únicas usando o Face ID do iPhone . Com esse recurso, a Apple criará um email aleatório e privado para acessar sites e aplicativos e mostrará quando o app solicita outros dados. A ideia é evitar spam no seu email pessoal e o vazamento de dados em caso de ataques. 

3. Fotos


iOS 13
Divulgação/Apple

No iOS 13, será mais fácil tirar e editar fotos e vídeos com com controles intuitivos e abas de organização para as galerias

Tirar fotos no iPhone também vai ser uma experiência diferente no iOS 13 por causa das novas ferramentas de edição, com controles mais intuitivos para alterar brilho, contraste, saturação e outros atributos da imagem e, pela primeira vez, também é possível girar e editar vídeos. 

No iOS 12 todas as fotos ficam separadas por álbuns, mas a criação de uma aba que permite explorar a galeria em anos, meses, dias ou todas de uma vez, além de filtrar por eventos, vai facilitar na hora de manter tudo mais organizado. O app também vai remover as imagens duplicadas automaticamente. 

4. Siri e teclado

A assistente inteligente da Apple, a Siri, também ganhou atualizações e agora vai passar a seguir comandos com múltiplos passos pré-programados no aplicativo Atalhos. Além disso, ela poderá te ajudar a responder mensagens por meio dos AirPods através de sugestões automáticas de respostas para quando você não puder acessar o celular. 

Outra facilidade que não tinha no iOS 12 e entrou para o novo sistema é o teclado “swype”. A função permite deslizar entre as teclas para digitar mais rapidamente com uma mão só. 

5. Aplicativos


iOS 13
Divulgação/Apple

Aplicativos como os Lembretes e as Mensagens foram atualizados para combinar com o layout e funcionalidade do iOS 13

Alguns aplicativos, como o Apple Maps e o Lembretes foram remodelados. O primeiro app, que ficou sete anos sem atualizações, voltou com botões no rodapé para acessar de forma fácil seus locais favoritos, um organizador de viagens integrado e visualizador de imagens 3D no estilo “Street View”, do Google Maps . A novidade, porém, só chega nos EUA e ainda não tem previsão para estar disponível no Brasil. 

Já no caso dos Lembretes, o app terá compatibilidade com anexos, como fotos, e vai passar a sugerir alarmes e tarefas com informações de acordo com a sua agenda. Outra novidade é o app Mensagens, que vai passar foto e nome do contato automaticamente e com Memojis, o avatar 3D da Apple, mais personalizados.

Segundo os desenvolvedores da Apple, os tamanhos dos apps e das atualizações serão menores, diminuindo em até 50% e 60%, respectivamente. Além disso, o iPhone atualizado para o novo sistema 
poderá abrir os aplicativos até duas vezes mais rápido do que o iOS 12. 

Quais aparelhos vão ser compatíveis com o novo iOS 13?

No ano passado, todos os dispositivos que rodavam o iOS 11 seriam atualizados para a versão 12, mas neste ano alguns aparelhos serão “abandonados”. Entre eles estão os iPhone 5s, 6 e 6 Plus, o que significa que todos os modelos da Apple partir do 6S e 6S Plus poderão acessar o novo sistema iOS 13  assim que a atualização for liberada. 

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Robô bípede é o primeiro do mundo a completar corrida de 5km; assista

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Robô Cassie correndo
Reprodução/Youtube

Robô Cassie correndo

Um robô bípede construído pela Agility Robotics, da Oregon State University, fez sua primeira corrida de 5 km em 53 minutos e 3 segundos e, acredite, sem precisar de uma carga de bateria.

Chamada de Cassie, a robô foi desenvolvida sob a direção do professor de robótica Jonathan Hurst com uma bolsa de US$ 1 milhão paga pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada, do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, nos 16 meses do projeto.

“Os alunos do Dynamic Robotics Laboratory no OSU College of Engineering combinaram conhecimentos de biomecânica e abordagens de controle de robôs existentes com novas ferramentas de machine learning. Este tipo de abordagem holística permitirá a semelhança com os animais nos mesmos níveis de desempenho. É incrivelmente emocionante”, exaltou Hurst, que foi cofundador da Agility em 2017.

“Em um futuro não muito distante, todos verão e interagirão com robôs em muitos lugares em suas vidas diárias, robôs que trabalham ao nosso lado e melhoram nossa qualidade de vida”, completou ele.

Você viu?

O sucesso do projeto fez com que o professor e seus alunos apresentassem um artigo na conferência Robotics: Science and Systems neste mês.

Aprendizado de reforço profundo

Com joelhos dobrados como os de um avestruz, a robô aprendeu sozinha a correr com o que é conhecido como algoritmo de aprendizado de reforço profundo. “O aprendizado por reforço profundo é um método poderoso em inteligência artificial (IA) que desenvolve habilidades como correr, pular e subir e descer escadas”, explicou Yesh Godse, aluno de graduação do laboratório.

Cassie caiu duas vezes no percurso: uma por causa de um computador superaquecido e outra porque a robô foi solicitada a executar uma curva em uma velocidade muito alta. No total, foram 6 minutos e 30 segundos de reinicializações.

“Cassie é um robô muito eficiente por causa de como foi projetado e construído, e fomos realmente capazes de atingir os limites do hardware e mostrar o que ele pode fazer”, finalizou Jeremy Dao, aluno do Dynamic Robotics Laboratory no OSU College of Engineering.

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Facebook, YouTube e outros se unem contra milícias de extrema direita

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Redes sociais se unem contra conteúdo extremista
Unsplash/Azamat E

Redes sociais se unem contra conteúdo extremista

O Fórum Global de Internet para Combate ao Terrorismo (GIFCT), que inclui empresas como Facebook, YouTube, Twitter e Microsoft, aumentou sua base de dados de grupos extremistas monitorados na web para incluir milícias de extrema direita e organizações que espalham discursos de ódio e racismo. Até agora, o fórum era focado em combater postagens de grupos terroristas islâmicos, como o Taleban e Al-Qaeda.

Facebook e YouTube vão monitorar grupos neonazistas

Além de Facebook, Twitter e YouTube, o GIFCT conta com outras 10 empresas, como o Instagram, LinkedIn, Reddit, Snap (dono do Snapchat) e Dropbox. Recentemente, o Airbnb e o serviço de e-mail marketing MailChimp passaram a fazer parte do fórum.

Após o aumento de presença nas redes de milícias de extrema direita e o atentado ao Capitólio americano, o GIFCT vai incluir manifestos compartilhados por supremacistas brancos em sua base, além de links e documentos catalogados pela iniciativa Tech Against Terrorism, da ONU.

Alguns dos grupos que passam a se tornar alvos de Facebook, YouTube e outros são mais conhecidos – tal como o Proud Boys, uma milícia armada que apoiava o ex-presidente Trump. O GIFCT também vai adicionar PDFs e URLs — formato dos manifestos extremistas — do grupo Three Percenters e de neonazistas.

Você viu?

Cada conteúdo banido dos sites de membros do fórum terá códigos únicos, chamados de “hashes”. Se um PDF é banido no Twitter, por exemplo, o YouTube pode captar o código único e identificar se o mesmo documento circula dentro de sua própria plataforma.

O presidente executivo do GIFCT, Nicholas Rasmussen, disse à Reuters que agora é necessário prestar atenção em outras organizações, e citou ameaças de extrema direita e de grupos que disseminam ideias racistas.

Fórum foi criado para banir conteúdo viral entre terroristas

O GIFCT foi criado com foco em combater grupos como o Estado Islâmico nas redes. O fórum antiterrorista surgiu após ataques em Bruxelas e Paris, em 2017; sua base de dados compila principalmente conteúdo viral entre esses extremistas, como o vídeo do ataque em Christchurch, na Nova Zelândia, em 2019.

Mas a expansão do banco de informações para comportar terroristas de extrema direita pode aumentar o poder de monitoramento do fórum.

Redes sociais vêm sendo criticadas pela falta de atitudes firmes contra muitos grupos extremistas, mas a moeda tem dois lados: pessoas alinhadas à direita acusam as plataformas de censurarem conteúdo. O caso emblemático é o da invasão do Capitólio e o banimento de Trump por incitar o ataque.

Emma Llanso, diretora do Free Expression at the Center for Democracy & Technology, exige que o fórum se torne mais transparente em seus processos de mediação de conteúdo. “Essa expansão da base de dados de hash do GIFCT apenas aumenta o dever do fórum de melhorar a transparência e responsabilidade do métodos de bloquear conteúdo”.

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