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Investigado de “cabo a rabo”, Justiça Federal arquiva ação e Mauro Carvalho prova inocência em denúncia da Ararath

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Secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho (DEM): apesar da exposição desnecessária, ele reagiu e deu a volta por cima, comprovando que era inocente e viu a ação penal que respondia, arquivada pela Justiça Federal

Após minuciosa apuração, a Justiça Federal trancou denúncia contra o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, que era investigado por ter tomado empréstimo com o Bic Banco. O arquivamento foi realizado por absoluta falta de provas. A banca jurídica de Carvalho impetrou com um habeas corpus, sob o argumento de que não existiam provas para o andamento da denúncia investigada pela Operação Ararath. “Os indícios não são suficientes para evidenciar o indispensável liame entre as referidas fraudes e a empresa São Tadeu Energética, de propriedade de Mauro Carvalho Junior, ao ponto de caracterizar minimamente, para efeito de recebimento de uma denúncia, o crime de lavagem de dinheiro imputado ao paciente”, disse o desembargador federal Cândido Ribeiro em sua decisão. A investigação começou com a suspeita no pagamento de R$ 288 milhões do Governo do Estado como precatório à Andrade Gutierrez, desrespeitando a fila de pagamentos estabelecida pela legislação.

“A acusação era de que a empresa do secretário teria feito um empréstimo junto à Piran Factoring e quem teria feito esse pagamento foi a Andrade Gutierrez através do precatório que, segundo o Ministério Público Federal, é irregular”, explicou o advogado Ulisses Rabaneda, que defende Carvalho.

“Mas a defesa conseguiu comprovar documentalmente que o empréstimo feito pela São Tadeu foi pago por uma das empresas do próprio Mauro. Os empréstimos tomados tanto com o Bic Banco como com a Piran Participações foram legais, contabilizados e declarados”, finalizou Ulisses.

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Três nomes da Assembleia já despontam como postulantes à vaga de Selma Arruda

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Eduardo Botelho revelou que AL pode fechar um torno de um só candidato

A cobiçada vaga da senadora Selma Arruda (Podemos), cassada na última terça-feira (10) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder econômico, tem movimentado os bastidores políticos, com vários segmentos, buscando um nome para a disputa. Depois do agronegócio, que já ventilou os nomes do ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), Adilton Sachetti (PRB), Blairo Maggi (PP) e Nilson Leitão (PSDB), entre outros, a Assembleia Legislativa também sinaliza que pretende postular a vaga.

O presidente Eduardo Botelho (DEM) disse que se a Casa, decidir lançar um candidato, irá apoiá-lo, independentemente de partido. E citou nominalmente quem, de acordo com ele, tem chances reais de ser eleito na eleição suplementar que deve ocorrer entre março e junho de 2020.

“Na Assembleia tem vários nomes com condições de ganhar. Deputado Dilmar Dal Bosco vem de uma região muito grande. Lúdio Cabral poderia agregar essa ala da esquerda, que tem o voto aqui em Cuiabá e com votação muito grande. E é um grande parlamentar. Ainda temos Max Russi que é o 1º secretário”, disse.

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Na opinião do democrata, o Legislativo deve fechar apoio ao nome do deputado que vier a ser escolhido.

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Ministério Público pede bloqueio de R$ 13,2 milhões de ex-secretários de Taques

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Mutirão “Caravana da Transformação” tinha como meta zerar as filas de cirurgias oftalmológicas em todo o estado

Sete ex-secretários de Estado, sendo três de Saúde, três adjuntos de Administração Sistêmica e um da Casa Civil, e a empresa 20/20 Serviços Médicos foram acionados pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso por ato de improbidade administrativa cometido durante o mutirão Caravana da Transformação, realizada durante a gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB).

Segundo o promotor de Justiça Mauro Zaque, foram constatadas “irregularidades na definição da demanda contratada, onde os 14 mil procedimentos não possuíam base de origem da demanda no primeiro contrato e também houve superestimação de consultas e procedimentos no segundo contrato, o que ocasionou uma restrição na competição, pois exigiu uma alta capacidade econômico-financeira da empresa a ser contratada”.

São alvos da ação os ex-secretários estaduais de Saúde Eduardo Bermudez, Luiz Soares e João Batista Pereira da Silva, os ex-adjuntos de Saúde, Wanderson de Jesus Nogueira, Maura Lopes de Souza e Florinda Lafaete da Silva Ferreira Lopes, e ainda o ex-secretário da Casa Civil, José Adolpho de Lima Avelino Vieira, além da empresa 20/20 Serviços Médicos.

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