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Turismo

Inverno na praia: 10 atrações para curtir o Litoral Norte de São Paulo

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Praia do Cedro, Ubatuba
Guilherme Andrade/Viagem e Turismo

Praia do Cedro, Ubatuba


Há quem associe o Litoral Norte de São Paulo apenas ao verão, afinal o que não faltam são opções de praias e cenários paradisíacos para aproveitar a estação mais quente do ano. Com a chegada do inverno, que coincide com a temporada de férias, as cidades da região apostam no ecoturismo e cultura para atrair turistas que buscam por diversão em contato com a natureza. 

O presidente interino do Circuito Litoral Norte de São Paulo, Gustavo Monteiro, afirma que o inverno é a estação perfeita para curtir o Litoral Norte. “São atrações diferenciadas, que conectam o entretenimento à natureza de uma forma segura e sem multidões”, explica. 

Por isso, o iG Turismo indica 10 atrações para curtir o inverno no Litoral Norte de São Paulo, sempre seguindo as tendências de turismo sustentável.

Bertioga

Trilha d’Água em Bertioga
Divulgação/Tudo em Bertioga

Trilha d’Água em Bertioga


Rica em diversidade, Bertioga tem rios e cachoeiras que encantam os amantes da natureza e é o destino ideal para trilhas ecológicas. Destacam-se principalmente as trilhas do Parque Estadual da Restinga de Bertioga (PERB), uma unidade de conservação do Estado de São Paulo criada em 2010.

A Trilha d’Água, localizada no bairro Mangue Seco, permite conhecer o processo de mudança da vegetação de Mata Atlântica preservada, passando pelo manguezal, restinga, mata paludosa, de encostas e ombrófila densa e ainda possui atrativos culturais, como a passagem pela linha do bondinho da Usina Itatinga e a ponte de ferro do Rio Guaxanduva.

Já a Trilha do Vale Verde, de fácil acesso, é perfeita para crianças e pessoas idosas, atravessando áreas de restinga e de proteção ambiental do rio Itapanhaú, até chegar a um grande poço com uma pequena praia. A trilha do Guaratuba, por sua vez, é a mais visitada do parque e é cercada por riachos, poços, cachoeiras e pequenas praias naturais.

Nesse roteiro, é possível encontrar grande diversidade de vegetação, como florestas paludosa, de restinga e submontana, além de animais nativos, cores e formas. É ótima também para estudos do meio, atividades de educação ambiental, passeio, ciclismo, corridas e muito mais.

Caraguatatuba

Pedra da Freira
Reprodução/Nova Imprensa

Pedra da Freira


Nessa temporada de inverno, vale a pena fazer um roteiro pelos principais atrativos histórico-culturais de Caraguatatuba. O passeio, feito à pé pelo centro da cidade, visita lugares como o museu e o Santuário de Santo Antônio e, além disso, percorre os principais mirantes locais como o Morro Santo Antônio, com seus 325 metros de altitude (a subida pode ser feita à pé ou de carro dependendo das normas e decretos atuais). 

Mirantes da Orla, onde também está a Pedra da Freira. Os moradores contam que, de acordo com a lenda, a tal freira era apaixonada por um pescador e todos os dias esperava ele voltar do mar com seus peixes. Um dia, ele não retornou da pescaria e ela teria virado pedra de tanto esperar pelo seu amado. Pela manhã, com maré baixa, é possível acessar pedras que formam pequenas piscinas naturais. 

Ilhabela

Ilhabela
Reprodução/Ilhabela.com.br

Ilhabela


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Em geral, o inverno é o período de montanhismo pela menor incidência de chuvas. Dessa forma, a Trilha do Pico do Baepi é um atrativo bastante recomendado nessa época do ano. Com nível de dificuldade difícil e percurso de 7,4 km (contando ida e volta), a trilha está no interior do Parque Estadual de Ilhabela, sendo uma das mais procuradas pelos ecoturistas que apreciam caminhadas mais desafiadoras.

Antes do primeiro quilômetro, há um belo mirante com vista panorâmica do Canal de São Sebastião, de onde se avista o Parque Estadual da Serra do Mar, os municípios de Ilhabela, São Sebastião e Caraguatatuba, além de ilhas como as do Arquipélago dos Alcatrazes, protegidas pela Estação Ecológica de Tupinambás. 

A caminhada se inicia em área aberta e logo adentra a Mata Atlântica. A flora e a fauna vão mudando conforme a altitude e o clima do ambiente, até chegar ao pico, com 1048 metros de altitude e uma vista 360° da ilha. A trilha atravessa uma área de grande importância para a conservação, pois ali vivem espécies raras e frágeis. É necessário o acompanhamento de monitor ambiental credenciado e não é possível realizar a visita em dias de chuva ou chuva de véspera. 

Outra opção é a observação de baleias e golfinhos. Com um litoral formado por ilhas, ilhotes e parcéis, o Arquipélago de Ilhabela abriga 11 espécies de cetáceos que frequentam a região ao longo do ano. A espécie que mais se destaca é a baleia-jubarte, famosa por seus saltos e cantos. Na cidade, elas estão de passagem e costumam ser mais vistas entre os meses de maio e agosto. Historicamente, Ilhabela tem grande ligação com as jubartes, uma vez que entre os séculos 18 e 19, a caça das baleias foi muito praticada localmente, sendo a Praia da Armação um lugar de referência desta atividade. 

Outros locais como o bairro do Borrifos (referência aos borrifos das jubartes) e o Saco do Gibalte (como antigos caiçaras se referiam a estas baleias), próximo ao Bonete, evidenciam a frequente presença desta espécie ao longo de centenas de anos na região. Outra que marca presença em Ilhabela é a baleia-tropical (Byde), podendo ser considerada uma residente. Além das baleias, os golfinhos dão um show no mar. O arquipélago é privilegiado pela presença de sete espécies diferentes. Os que mais encantam com suas acrobacias e simpatia são o golfinho-pintado-do-atlântico e o golfinho-nariz-de-garrafa.

São Sebastião 

Centro histórico de São Sebastião
Reprodução/Viagens e Caminhos

Centro histórico de São Sebastião


Em São Sebastião, graças à rica biodiversidade, também é possível desfrutar de cachoeiras, trilhas e atividades de aventura. Bairros como Maresias e Boiçucanga oferecem roteiros que interagem e conectam à natureza. 

Exemplos disso são as trilhas dos Mirantes e de Calhetas. A primeira, ligando as praias de Maresias e Paúba, é curta, tem fácil acesso e leva até o Costão da Paúba, local ideal para a prática de rapel com dez metros de altura. Enquanto a segunda percorre um trajeto de cerca de 25 minutos até a deserta praia de Calhetas, que conta com um visual de areias brancas e águas cristalinas, além de mirantes e uma cachoeira (onde também é possível fazer rapel). 

Outro destaque do local é o Circuito de cachoeiras Ribeirão de Itu. Formado por três cachoeiras, o completo situa-se em Boiçucanga, no Núcleo de São Sebastião do Parque Estadual da Serra do Mar. Com nível moderado de dificuldade, o percurso segue entre rio e mata, levando até as quedas: da Hidromassagem (900 metros), da Pedra Lisa (1 km) e Samambaiaçu (1,2 km). 

Ubatuba

Ilha Anchieta, em Ubatuba
Reprodução

Ilha Anchieta, em Ubatuba


O Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Picinguaba) é responsável pela conservação de 80% da área territorial do município e é composto por aproximadamente 47 mil km² de fascinante beleza. O trecho de Ubatuba abriga e protege o mais completo ecossistema e um dos únicos Núcleos que preserva desde o topo da serra até a orla marítima. Com o grande objetivo de conservação, o Núcleo Picinguaba desenvolve inúmeras pesquisas e principalmente programas de conscientização. 

Assim, dentro do parque, é possível encontrar vasto roteiro ecológico monitorado por profissionais formados pelo próprio programa. Existem passeios para todos os gostos, idades e objetivos, podendo ser cultural, ecológico ou turístico, com a opção de praias, serra, cachoeiras, mangue e mar. Existem também comunidades tradicionais, gastronomia e artesanato dentro do atrativo. 

Já na Ilha Anchieta se encontra um ambiente insular, o famoso e reconhecido internacionalmente PEIA (Parque Estadual da Ilha Anchieta). Segunda maior ilha do Litoral Norte de São Paulo, com 828 hectares, ela traz em seu passado marcas da história que contribuiu para a formação do país. Além disso, a bela paisagem não só conta com uma porção da Mata Atlântica, mas também com sete praias e grande extensão de costões rochosos em meio às águas cristalinas, muito utilizadas para mergulho.

Além das belezas naturais, o visitante também encontra trilhas interpretativas guiadas e autoguiadas, as ruínas do antigo presídio e sua história. É possível visitar essa riqueza por meio de um passeio de lancha ou escuna.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Destino dos famosos: as águas cristalinas de Cancún

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Mirella, Simone e Nadine Gonçalves estiveram em Cancún
Reprodução/Instagram

Mirella, Simone e Nadine Gonçalves estiveram em Cancún



Localizada na costa mexicana do Mar do Caribe, Cancún tem uma extensa faixa litorânea repleta de resorts, hotéis e bares. Por ter praias deslumbrantes e diversas atrações para relaxar e aproveitar, famosos como MC Mirella, a mãe de Neymar, Nadine Gonçalves, e Simone Mendes, da dupla com Simaria, se encantaram pelo local. 

Como o país está na zona tropical, Cancún é sempre quente, mas o viajante deve tomar cuidado com o clima de chuvas, que ocorre entre agosto e novembro. Por isso, as melhores épocas são no clima mais seco, entre fevereiro e abril. Outro ponto a prestar atenção é na época de sargaço, quando as águas ficam infestadas de algas, que aparecem entre junho e agosto. 

Para brasileiros, o México é o melhor país para visitar durante a pandemia, já que não é necessário teste PCR ou documentos que comprovem a vacinação. O necessário é preencher um questionário eletrônico de saúde e outros documentos básicos para viagens internacionais. A maioria dos resorts têm planos de contingência para a Covid-19 e caso tenha seguro-viagem, o turista pode ficar tranquilo quanto a possíveis infecções. 

Como chegar em Cancún?

Cancún é repleto de praias
Unsplash

Cancún é repleto de praias

Mesmo sendo um destino repleto de praias, o acesso a Cancún não é complicado. Há um aeroporto internacional e é possível chegar ao local sem escalas. Saindo de São Paulo, com parada em Miami, a passagem tem preço médio de R$ 3435. Agora, se prefere sem escalas, há passagens com preço médio de R$ 5135.

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Onde se hospedar em Cancún?

Cancún tem diversos tipos de hospedagem
Unsplash

Cancún tem diversos tipos de hospedagem

A maioria dos resorts fica pelo Boulevard Kukulcán, na Zona Hotelera. Ao escolher uma hospedagem, é preciso entender que os primeiros 9 km têm praia mais calma e vida noturna agitada. Do 14º km para frente, o mar é mais agitado e há mais comércio. 

Como boa parte dos hotéis é all-inclusive, com refeições e bebidas inclusas no pacote, o preço é mais caro que o comum, mas vale a pena por conta do conforto. Se quiser ficar em locais de três estrelas, o preço médio é de R$ 280, já os de cinco estrelas têm preço médio de R$ 1,5 mil.

O que fazer em Cancún?

Resort & Spa Nuzic, em Cancún - MEX
Reprodução/ Site oficial

Resort & Spa Nuzic, em Cancún – MEX

Se a preferência é ficar em um resort, não faltam opções de atrações na hospedagem. Praias privativas, vida noturna e spas são grandes procuras dos viajantes no destino. Se quer aproveitar o local, procure explorar praias e tours por regiões diferentes de Cancún. 

A 10 km ao norte de Cancún, Isla Mujeres é um dos locais mais procurados para quem quer águas calmas, parques com esportes, atividades de barco e mergulho e claro, restaurantes. Outra ilha agradável é a Isla Contoy, com águas claras, areia branca e perfeito para os que querem aproveitar a natureza, já que a ilha é a casa de pelicanos e outros pássaros. 

O viajante que quer mergulhar pode visitar Cozumel, que é a grande atração, com corais de encher os olhos. Playa del Carmen e Tulum são locais menores, mas superconvidativos. Playa tem diversos beach clubs divertidos e Tulum tem os famosos cenotes. Cancún também reúne os sítios arqueológicos de Chichén Itzá, a 200 km do centro. 

Fonte: IG Turismo

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Durma pendurado em uma cabine de vidro nas montanhas do Peru por R$ 2,6 mil

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Conheça o Skylodge Adventure Suites, hotel que reúne cápsulas de vidro nas montanhas do Vale Sagrado, no Peru
Divulgação/Natura Vive

Conheça o Skylodge Adventure Suites, hotel que reúne cápsulas de vidro nas montanhas do Vale Sagrado, no Peru

Você dormiria pendurado em uma cabine de vidro de luxo no Peru por R$ 2,6 mil? Essa experiência um tanto inusitada é proporcionada pelas cabines do luxuoso e ousado hotel Skylodge Adventure Suites, construído nas paredes de uma das montanhas que cercam o histórico Vale Sagrado.

Criado em 2019 pelo grupo de empresários Natura Vive, o espaço é voltado para turistas que adoram montanhismo e priorizam o contato extremo com a natureza em suas viagens. As cápsulas foram desenvolvidas seguindo o conceito de Módulos de Vivenda Vertical, criado pelos profissionais.

O hotel consiste em três cabines de luxo penduradas a 300 metros de altura na Via Ferrata do Valle Sagrado, cuja suspensão faz com que os hóspedes se sintam como verdadeiros pássaros em ninhos transparentes. A Via Ferrata está localizada entre os povoados de Pisaq e Ollantaytambo, sendo possível chegar até a região de Cusco. As acomodações estão disponíveis para locação pelo Airbnb e a diária custa R$ 2.621.

As três cabines são feitas de alumínio aeroespacial e policarbonato resistente, sendo próprias para acomodar os turistas. Elas possuem 1,8 metros de diâmetro e são penduradas por cabos fixos de aço. A capacidade máxima das instalações é de 12 pessoas. No Vale Sagrado, também está localizado o complexo do Skylodge da Natura Vive para auxiliar quem está suspenso.

Cada uma das cúpulas possui quatro camas, mesa de jantar e banheiro privativo e, caso queira privacidade, o turista pode usar as cortinas que ocupam o espaço inteiro. As cápsulas dispõem de seis janelas e quatro dutos de ventilação para manter a circulação do ar de maneira adequada.

A iluminação das cabines de luxo é outro detalhe, já que cada uma possui painéis ecológicos que armazenam energia em baterias que alimentam as luminárias no interior do módulo. As cápsulas também acendem do lado de fora no período noturno.

Além da paisagem do Vale, as ruínas das montanhas fazem companhia aos turistas, que podem aproveitar a vista tanto do conforto da cama como sentados de frente para o “abismo” das cadeiras da sala de jantar.

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Além do serviço e da construção em si, o Skylodge Adventure Suites é destacado pela refinada e deliciosa culinária peruana. O hotel oferece um vasto cardápio típico para cafés da manhã reforçados e jantares divinos com direito a cartela de vinhos para acompanhar a vista.

Para chegar até as acomodações, os hóspedes precisam escalar a montanha ou descer até elas por uma tirolesa. O hotel ainda dispõe de uma escada e ponte suspensa construídas especificamente para se chegar nos quartos.


Regras de segurança

Não é preciso ter experiência em montanhismo para ficar hospedado e guias estão sempre à disposição e são preparados para acompanhar os hóspedes nessa pequena empreitada. No entanto, existem algumas recomendações para manter todos os turistas em segurança.

Antes de descer às cúpulas, todos os hóspedes recebem treinamento para lidar com o equipamento de transporte. Para fazer o transporte, os hóspedes dispõem de uma cadeirinha de escalada. O acesso aos quartos se dá por uma escotilha localizada na parte de cima da cabine. O peso máximo para fazer a travessia de cada hóspede de maneira segura é de 120 kg.

É preciso que os hóspedes tenham mais de 18 anos. Além de crianças, as instalações também não são próprias para pets. Para fazer a escalada, é recomendado o uso de roupas confortáveis e usar tênis de caminhada ou de corrida.

Nos meses de junho a agosto faz frio. Se a visita for feita nesse período, é importante levar roupas mais quentinhas. O hotel recomenda o uso de jaquetas térmicas para não passar frio de madrugada.

Leve apenas uma mochila pequena para facilitar o transporte da bagagem e fazê-lo de forma segura. Carregue apenas o essencial e não se esqueça de ter ao menos um litro de água — os funcionários podem encher as garrafas vazias dos turistas.

Não esqueça itens de higiene pessoal, como escova e pasta de dentes, já que eles não são fornecidos pelo hotel. Por falar nisso, os quartos não possuem chuveiro; portanto, tenha em mente que a noite passada por lá será sem banho.

Fonte: IG Turismo

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