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Internacional

Interpol: armas enviadas à Ucrânia vão parar nas mãos de criminosos

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Soldados russos em ação na Ucrânia
Reprodução / Twitter – 29.04.2022

Soldados russos em ação na Ucrânia

A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) demonstrou, nesta quinta-feira, preocupação com o destino dos armamentos enviados para a Ucrânia desde o início da guerra contra a Rússia. A entidade teme que as armas acabem no mercado paralelo e nas mãos de criminosos.

“Assim que as armas silenciarem [na Ucrânia], as armas ilegais virão. Sabemos disso de muitos outros conflitos. Os criminosos estão até agora, enquanto falamos, focando nelas”, afirmou Jürgen Stock, diretor da Interpol.

De acordo com Stock, assim que o conflito terminar uma série de armas pesadas e canhões inundará o mercado internacional. Ele afirmou, em entrevista à Associação de Imprensa Anglo-Americana, em Paris, que procurou os estados membros da Interpol, especialmente aqueles que fornecem armas, a cooperar no rastreamento dos equipamentos.

“Grupos criminosos tentam explorar essas situações caóticas e a disponibilidade de armas, mesmo aquelas usadas pelos militares e incluindo armas pesadas. Estas estarão disponíveis no mercado criminal e criarão um desafio. Nenhum país ou região pode lidar com isso isoladamente porque esses grupos operam em nível global”, disse Stock.

Desde a invasão russa na Ucrânia, os aliados ocidentais do país enviaram carregamentos de armas militares de ponta. Nesta terça-feira, o presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou o fornecimento de sistemas avançados de mísseis e munições.

Os EUA também forneceram armas e equipamentos militares ao Afeganistão. Após a retirada das tropas americanas do país, em 2021, os armamentos caíram nas mãos do Talibã.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Queda de geleira: Itália encontra novos corpos em Marmolada

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Vista do maciço da Marmolada, extremo-norte da Itália
Reprodução/Ansa – 04.07.2022

Vista do maciço da Marmolada, extremo-norte da Itália

Socorristas encontraram e recuperaram nesta quarta-feira (6) novos restos mortais na área do glaciar da Marmolada, onde o desabamento de um bloco de gelo fez pelo menos sete vítimas no último domingo (3).

A hipótese é de que os corpos sejam de alguns dos cinco alpinistas que ainda estão desaparecidos. “Mais detalhes serão fornecidos em uma coletiva de imprensa”, afirmou o governo da província de Trento, onde fica a geleira.

Também não se sabe ainda a quantas pessoas pertencem os restos mortais tirados da montanha. “Temos a obrigação moral de restituir os corpos às famílias, é o empenho que eu o presidente da província de Trento, Maurizio Fugatti, assumimos”, comentou nesta quarta o governador do Vêneto, Luca Zaia.

As buscas são feitas com o auxílio de drones equipados com câmeras térmicas, mas o calor na região nesta época do ano torna as operações mais perigosas devido ao risco de novos desmoronamentos.

O desabamento ocorreu no glaciar da Marmolada, montanha de maior altitude das Dolomitas, com 3.343 metros, em meio a uma das piores secas das últimas décadas na Itália, com drásticas reduções na cobertura nevosa das geleiras.

Um estudo científico divulgado em meados de junho aponta que a camada de neve no glaciar no fim de maio era de 714 milímetros, número 50% menor que a média do período. Além disso, a geleira já perdeu mais de 80% de seu volume nos últimos 80 anos, e previsões apontam que ela pode desaparecer antes de 2050.

Tanto o premiê Mario Draghi quanto o presidente Sergio Mattarella atribuíram o desmoronamento do último domingo à crise climática.

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Internacional

Canadá é primeiro país a ratificar adesão de Finlândia e Suécia à Otan

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Líderes da Otan se reunidos em Bruxelas
Reprodução/Ansa – 24.03.2022

Líderes da Otan se reunidos em Bruxelas

O Canadá se tornou o primeiro país da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) a ratificar a adesão de Finlândia e Suécia, que decidiram se juntar à aliança militar para se proteger de eventuais agressões da Rússia.

“O Canadá tem plena confiança na capacidade de Finlândia e Suécia de se integrar efetiva e rapidamente à Otan e contribuir para a defesa coletiva da aliança”, disse o premiê Justin Trudeau em um comunicado divulgado na última terça-feira (5).

O Parlamento canadense já havia aprovado a entrada dos dois países escandinavos no início de junho, de forma que bastou um ato administrativo da ministra das Relações Exteriores, Mélanie Joly, para ratificar a adesão.

“Queríamos ser o primeiro país a ratificar”, disse um porta-voz da chanceler.

O protocolo de adesão de Finlândia e Suécia foi assinado pelos países-membros da Otan na manhã da última terça, mas o ingresso ainda precisa ser ratificado pelos parlamentos dos outros 29 integrantes da aliança, em um processo que pode levar até um ano.

Helsinque e Estocolmo mantinham uma histórica política de neutralidade militar entre o Ocidente e a Rússia, porém abandonaram essa estratégia depois da invasão à Ucrânia.

Moscou, por sua vez, já disse que o ingresso das nações escandinavas na Otan não representa por si só uma ameaça, mas deixou claro que sua reação vai depender da presença militar da organização, especialmente na Finlândia, que compartilha 1,3 mil quilômetros de fronteira com a Rússia.

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Fonte: IG Mundo

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