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Saúde

Instituto Butantã alerta sobre importância das vacinas

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O Instituto Butantã está promovendo neste domingo (9), em São Paulo, uma série de atividades para marcar o Dia Mundial de Imunização. São atividades interativas, além de palestras, para apresentar a importância e o funcionamento das vacinas.

Também estão sendo oferecidas doses de vacina contra gripe, febre amarela, caxumba, sarampo e rubéola para as pessos que ainda não estão protegidas contra essas doenças.

Um painel luminoso explica o funcionamento das vacinas, mostrando a eficácia da imunização no combate a doenças infecciosas. São apresentados ainda números sobre como as vacinas conseguiram reduzir os casos de diversas doenças ao longo do tempo.

Atividades lúdicas

A Estação Microscópio apresenta o funcionamento do sistema imunológico e a ação dos vírus e bactérias dentro do organismo em uma estrutura lúdica. Outra instalação mostra como é o funcionamento, por dentro, das células que formam o corpo. Com jogos de tabuleiro, são abordados os microrganismos que causam as doenças e os riscos de contágio.

A produção das vacinas no Instituto Butatã é demonstrada aos visitantes, desde o desenvolvimento até a parte fabril, para atender a larga escala necessária para as campanhas de imunização.

As palestras mostram o papel das vacinas para conter as doenças e procuram combater informações falsas compartilhadas atualmente em redes sociais, como a de que a imunização seria causa de autismo.

O Instituto Butantã é o principal produtor de vacinas do Brasil Foi fundado em 1899 a para combater um surto de peste bubônica que chegava ao país pelo Porto de Santos, no litoral paulista. Dois anos mais tarde, em fevereiro de 1901, o laboratório que produzia o soro contra a peste foi instalado na Fazenda Butantan, na zona oeste da cidade de São Paulo. O primeiro diretor da instituição foi o médico Vital Brazil Mineiro da Campanha, que dá nome a avenida onde está hoje a instituição.

Edição: Nádia Franco

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Saúde

Covid-19: Brasil registra mais 561 mortes; total chega a 94.665

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O balanço do Ministério da Saúde divulgado hoje (3) trouxe 561 novas mortes registradas nas últimas 24 horas em razão da covid-19. Com isso, o total de óbitos chega a 94.665. Ainda há 3.578 óbitos em investigação.

A atualização do ministério trouxe também 16.641 novos casos de covid-19 notificados pelas secretarias de saúde nas últimas 24 horas. Com este acréscimo, a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia atingiu 2.750.318.

Ainda de acordo com o boletim diária do Ministério da Saúde, há 725.959 pacientes em acompanhamento. Até o momento, 1.844.051 pessoas já se recuperaram da doença.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 45. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.308,8.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes causadas pelo novo coronavírus são: São Paulo (23.365), Rio de Janeiro (13.604), Ceará (7.668), Pernambuco (6.669) e Pará (5.784). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (376), Tocantins (421), Roraima (513), Acre (539) e Amapá (576).

Boletim epidemiológico covid-19Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Ministério da Saúde faz balanço de ações contra covid-19

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O secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco; o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos, Hélio Angotti; o secretário de Atenção Especial à Saúde, Luiz Otávio Franco; e o diretor do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (SUS), Jacson Venâncio de Barros; participaram, nesta segunda (3), de entrevista para anunciar balanço de ações de combate à covid-19 no Brasil. 

Veja entrevista na íntegra

De acordo com o boletim do Ministério da Saúde divulgado ontem (2), o novo coronavírus já infectou 2,73 milhões de brasileiros; 68,9% dos pacientes se recuperaram da doença; 94.104 pessoas faleceram; e 755.896 pacientes estão em acompanhamento. 

Pesquisa quer voluntários para saber relação entre genética e covid-19

Pesquisadores de um projeto envolvendo diversas universidades do Brasil e de outros países abriram um chamado para a participação de voluntários em um estudo que visa entender o impacto da condição genética dos indivíduos sobre a evolução da infecção pelo novo coronavírus.

A iniciativa, denominada “Determinantes Genéticos e Biomarcadores Genômicos de Riscos em Pacientes com Infecções por Coronavírus”, abrange a Universidade de Brasília (Unb), as universidades federais do Pará e do Rio Grande do Norte, além de instituições na Espanha, em Portugal e em outros países da América Latina. O intuito é analisar até 2 mil amostras nos próximos meses.

Hospital Universitário de Brasília tem consulta virtual para índigenas

O Hospital Universitário de Brasília (HUB) criou um programa para atender as comunidades indígenas do Distrito Federal, incluindo os alunos da Universidade de Brasília (UnB). O serviço conta com consultas em saúde mental e diversas especialidades, orientações sobre covid-19, espaços para troca de conhecimento entre as comunidades e discussões virtuais em grupo, com equipe multiprofissional.

A teleconsulta é realizada por chamada de vídeo, de segunda a sexta-feira, de 14h às 18h. O indígena que precisar de qualquer orientação ou atendimento de saúde deve agendar pelo telefone (61) 2028-5422, que também funciona como WhatsApp. Segundo as informações do HUB, primeiro, ele passa por um acolhimento virtual com a equipe formada por estudantes, professores e profissionais de diversas áreas e, depois, é encaminhado para o cuidado que precisa.

 

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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