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Instagram caiu! Rede social tem instabilidade nesta quinta-feira

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Instagram
Unsplash/NeONBRAND

Instagram registrou instabilidade nesta quinta-feira

O Instagram registrou instabilidade na tarde desta quinta-feira (17). De acordo com o site Downdetector, que contabiliza as falhas registradas pelos usuários, o pico de reclamações aconteceu por volta das 15h. 

No site, os principais motivos de reclamações são a respeito de falha geral (65%) e erro no acesso à conta (30%). Há reclamações em diversos lugares do mundo, como é possível ver no mapa abaixo. 

instagram
Reprodução/OpenStreetMap

Mapa de registros de reclamações no Downdetecto. Captura de tela feita às 15h20

Aqui no Brasil, as principais reclamações estão registradas em grandes cidades e regiões metropolitanas. 

A reportagem entrou em contato com o Instagram , que informou que está investigando a situação. A matéria será atualizada quando novas informações foram divulgadas.

No Twitter , os usuários reclamam da queda nos serviços do Instagram . Confira algumas das publicações:






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Tecnologia

Xiaomi descontinua 11 modelos de celular no Brasil; veja a lista

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Olhar Digital

Xiaomi
Divulgação/Xiaomi

Loja da Xiaomi no Shopping Ibirapuera

A Xiaomi está enxugando a oferta de smartphones no mercado brasileiro. A fabricante chinesa vem retirando alguns modelos de sua linha de vendas – e não se trata de uma troca de mostruário. Se, antes, a Xiaomi contava com 23 aparelhos distintos , o varejo nacional a partir desta terça-feira (20) passará a contar com “apenas” 12.

Não há um prazo definitivo para que a descontinuidade seja efetivada, já que a Xiaomi informou que a medida vem sendo implementada aos poucos. Alguns modelos, porém, já constam como esgotados nas lojas online oficiais – isso, quando são listados na busca.

Os modelos a serem retirados do mercado são:

  • Mi 9 SE
  • Mi 9T
  • Mi 8 Lite
  • Mi A3
  • Pocophone F1
  • Redmi 7
  • Redmi 7A
  • Redmi Go
  • Redmi Note 6 Pro
  • Redmi Note 7
  • Redmi Note 8

Paralelo a isso, a Xiaomi , por meio de sua distribuidora DL Eletrônicos , também confirmou os modelos que ficarão disponíveis:

  • Poco X3 NFC
  • Mi Note 10
  • Mi 9
  • Redmi 8A
  • Redmi 8
  • Redmi Note 8 Pro
  • Redmi 9A
  • Redmi 9C
  • Redmi 9
  • Redmi Note 9
  • Redmi Note 9S
  • Redmi Note 9 Pro

Do velho ao novo

A Xiaomi informou que a descontinuidade é um processo natural, e deve abrir espaço para a entrada de novos produtos, com tecnologia mais avançada. Atualmente, a fabricante chinesa conta com suas operações de venda online, além de cerca de 5 mil pontos de venda por todo o Brasil e duas lojas de grande porte oficiais – estas, nos shoppings Center Norte e Ibirapuera, em São Paulo.

Vale citar que alguns dos pontos de venda também trabalham com modelos importados – ou seja, os aparelhos que deixam o Brasil ainda poderão ser adquiridos por este método. Porém, tais smartphones não contarão com suporte oficial e assistência técnica assegurada por garantia, além de ter uma flutuação de preço maior considerando a variação do dólar frente ao real.

Desde fevereiro, a Xiaomi vem flertando com a ideia de instalar uma operação de fábrica no Brasil – o que deve, em tese, baratear o preço dos produtos nas lojas. Entretanto, esse plano ainda não foi concretizado.

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Tecnologia

Google sofre maior processo antitruste dos últimos 20 anos nos EUA; entenda

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google
Unsplash/Kai Wenzel

Google sofre processo nos EUA

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos processou o Google nesta terça-feira (20) por práticas antitruste. A empresa é acusada de ter um monopólio injusto sobre publicidade relacionadas a pesquisas.

A acusação é de que o Google viola a lei antitruste dos Estados Unidos ao usar seu poder de mercado para reduzir a presença de rivais. A norma prevê, por outro lado, concorrências leais.

Esse é o maior processo antitruste dos EUA nos últimos 20 anos. A ação é comparável com a movida contra a Microsoft , em 1998, e contra a AT&T , em 1974, como afirma o procurador-geral Jeffrey A. Rosen.

Além dessa acusação, o Departamento de Justiça discorda dos termos em torno do Android , que força os fabricantes de smartphones a pré-carregar aplicativos e definir o Google como mecanismo padrão de busca, impedindo de empresas rivais ganhem espaço e aumentando a quantia que recebe por publicidade em pesquisas.

“O Google paga bilhões de dólares a cada ano a distribuidores para garantir o status do seu mecanismo de busca e, em muitos casos, para proibir especificamente as contrapartes do Google de negociar com concorrentes”, afirma o processo.

Entre os distribuidores, o Departamento de Justiça destaca fabricantes de smartphones (Apple, LG, Motorola e Samsung), operadoras sem fio dos EUA (AT&T, T-Mobile e Verizon) e desenvolvedores de navegadores (Mozilla, Opera e UCWeb).

As possíveis punições ainda serão discutidas e não foram sugeridas pelo departamento. Muitas opções devem ser analisadas, como multas, restrições aos negócios movidos a publicidade ou dividir serviços e produtos em negócios separados. As duas últimas possibilidades ainda poderiam ajudar concorrentes a buscar clientes. No entanto, é possível que se leve anos até que cheguem a um veredito.

Outras investigações

Esta investigação está longe de ser a primeira sobre práticas antitruste que o Google esteve envolvido. Em 2011, a Federal Trade Commission lançou uma análise semelhante, mas desistiu anos depois após acordo com a empresa. A União Europeia já iniciou várias investigações sobre monopólio ilegal contra a gigante de busca, e as multas emitidas totalizam mais de US$ 9,6 bilhões. O Google contestou todas elas.

Além disso, no início do ano, o CEO da empresa, Sundar Pichai , participou da audiência antitruste organizada pelo Subcomitê Antitruste da Câmara Judiciária. Além dele, representantes da Amazon , Apple e Facebook foram convidados. Na ocasião, foi recomendado que as quatro empresas fossem divididas em negócios menores, o que foi prontamente negado pelas mesmas.

Repercussão

Após a abertura do processo, a empresa e concorrentes se manifestaram. Um porta-voz do próprio Google afirmou que o processo é falho, e que “as pessoas usam o Google porque querem”. Além disso, destacou que uma declaração mais completa deve ser divulgada na quarta-feira (21).

Já Gabriel Weinberg, CEO do DuckDuckGo , postou no Twitter que está satisfeito com “este passo fundamental para responsabilizar o Google pelas formas como bloqueou a concorrência”.

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