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Instagram bate recorde e se torna segundo app mais popular no Brasil

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Instagram atinge quase meta das telas iniciais de smartphones brasileiros
Unsplash/Kate Torline

Instagram atinge quase meta das telas iniciais de smartphones brasileiros

O Instagram bateu seu recorde histórico e alcançou a tela inicial de quase metade dos smartphones brasileiros, de acordo com a pesquisa “Panorama Mobile Time/Opinion Box: Uso de Apps no Brasil”, lançada nesta semana.

Agora, a rede social aparece na página inicial de 46% dos celulares brasileiros, contra 41% no mesmo período do ano passado. Com isso, o Instagram perde apenas para o WhatsApp, que se manteve na liderança marcando presença na página princiapal de 55% dos celulares brasileiros – o único a ultrapassar a metade.

De acordo com a pesquisa, a força do Instagram está sobretudo no público jovem e feminino. Entre pessoas de 16 a 29 anos, 60% mantêm o app na página inicial do celular; 44% dos que têm entre 30 e 49 anos mantêm o Instagram em destaque, contra 31% dos que tem mais de 50 anos. Nos celulares de mulheres, a rede social aparece na página inicial de 49%, contra 42% dos homens.

Além de popular, o Instagram também tem ganhado em engajamento no Brasil. Entre 2021 e 2022, subiu de 25% para 30% a proporção de brasileiros que têm o aplicativo como o escolhido para passar a maior parte de seu tempo online. Nesse quesito, a rede social está tecnicamente empatada com o WhatsApp, que atingiu 33% neste ano.

Já no quesito aplicativo mais vezes aberto ao longo do dia, o mensageiro continua na liderança isolada. Para 55% dos brasileiros, o WhatsApp é o app mais aberto, contra 16% do Instagram, 7% do Facebook e 3% do YouTube.

Além do Instagram, outro aplicativo que tem crescido em popularidade e marcado presença na página inicial dos celulares brasileiros é o Telegram. Atualmente, ele está em 13% das telas principais, contra 9% no ano passado. No período, ele ultrapassou Uber, YouTube, Nubank e outros.

Confira a seguir os 10 aplicativos que mais aparecem na tela inicial dos smartphones brasileiros:

  1. WhatsApp – 55% – estável em relação a 2021
  2. Instagram – 46% – alta em relação a 2021
  3. Facebook – 36% – queda em relação a 2021
  4. Telegram – 13% – alta em relação a 2021
  5. Nubank – 12% – estável em relação a 2021
  6. YouTube – 12% – estável em relação a 2021
  7. Uber – 11% – estável em relação a 2021
  8. Google Chrome – 9% – estável em relação a 2021
  9. Caixa – 9% – estável em relação a 2021
  10. Banco do Brasil – 9% – estável em relação a 2021

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Mark Zuckerberg posta selfie no metaverso e vira piada na internet

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Mark Zuckerberg posta foto no metaverso
Reprodução/Facebook

Mark Zuckerberg posta foto no metaverso

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, virou motivo de piada nas redes sociais nesta semana depois de publicar uma selfie no metaverso. O ambiente digital foi criticado por ter design muito simples e nada imersivo.

A imagem foi postada por Zuckerberg na terça-feira (16) para anunciar a chegara da plataforma de metaverso da empresa, a Horizon Worlds, na França e na Espanha.

Na foto, Zuckerberg aparece na frente da Torre Eiffel, em Paris, e do Templo da Sagrada Família, em Barcelona. Nas redes sociais, a falta de recursos da imagem foi criticada.

“Não parece um produto real. Não há nada de ‘imersivo’ nisso. Quando seu produto principal se parece com as paredes pintadas de uma creche abandonada, você deve se perguntar”, escreveu um internauta. “Parece ótimo”, brincou outro.

“O que eles estão fazendo com todo esse dinheiro?”, questionou outro usuário, em referência aos US$ 10 bilhões que a Meta está investindo na criação de seu metaverso.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Após denúncia de ONG, Meta proíbe anúncios que questionem as eleições

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Meta atualiza regras eleitorais no Brasil
Unsplash/Dima Solomin

Meta atualiza regras eleitorais no Brasil

A Meta afirmou nesta semana que vai proibir anúncios questionando a legitimidade das eleições deste ano em suas plataformas. A atualização apareceu em uma publicação da empresa a respeito das medidas que está tomando durante o período eleitoral brasileiro.

A decisão veio a público depois que a  ONG internacional Global Witness acusou a empresa de permitir a circulação de anúncios deste tipo no Brasil. Na segunda-feira (15), a organização divulgou um relatório mostrando 10 peças publicitárias que passaram pelos critérios da dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Enquanto alguns anúncios tinham datas e locais de votação errados, o que poderia impedir cidadãos brasileiros de votarem, outros criticavam as urnas eletrônicas, questionando a legitimidade do pleito.

Na terça-feira (16), a Meta atualizou sua publicação confirmando a novidade. “Como parte do nosso trabalho para proteger a eleição no Brasil em 2022, vamos proibir anúncios questionando a legitimidade desta eleição”, afirmou a companhia.

A atualização aconteceu em um texto publicado na última semana que relata os esforços da Meta em relação às eleições deste ano. Entre as medidas, estão a parceria com checadores de fatos e a “remoção de conteúdos que violam as políticas voltadas para supressão de votos, ou seja, para conteúdos que desestimulam o voto ou interferem na votação”.

Esses conteúdos, que já são proibidos, também foram aprovados nos anúncios que a Global Witness publicou, o que mostra um baixo cumprimento das próprias regras da Meta. “O Facebook sabe muito bem que sua plataforma é usada para espalhar desinformação eleitoral e minar a democracia em todo o mundo”, disse Jon Lloyd, consultor sênior da ONG.

“Apesar dos autoproclamados esforços do Facebook para combater a desinformação, particularmente em eleições de alto risco, ficamos chocados ao ver que eles aceitaram todos os anúncios de desinformação eleitoral que enviamos no Brasil”, completou.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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