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Economia

INSS: quem ganha acima do salário mínimo recebe na semana que vem

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Pagamento de aposentados e pensionistas do INSS que recebem acima do mínimo começa na próxima segunda
Alessandra Nogueira

Pagamento de aposentados e pensionistas do INSS que recebem acima do mínimo começa na próxima segunda

Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começará a pagar as aposentadorias e pensões de julho na próxima segunda-feira (1º) para cerca de 12,1 milhões de aposentados, pensionistas que recebem acima de um salário mínimo. Os créditos serão feitos do dia 1º ao dia 5 de agosto. O depósito é feito sempre para dois grupos por dia, começando com os que têm cartão de inscrição com finais 1 e 6, que recebem na segunda.

O benefício de julho para quem recebe até um salário mínimo, hoje em R$ 1.212, será pago até 5 de agosto. Ainda vão receber os segurados com finais de benefício 6, 7, 8, 9 e zero.

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Para saber o dia exato do pagamento basta olhar o número final do cartão do benefício sem considerar o dígito verificador (ou seja, sem contar o número após o traço).

O INSS paga, atualmente, 36,6 milhões de benefícios em todo país. Desse total, 31,8 milhões são previdenciários — como aposentadorias e pensões — e 4,8 milhões são assistenciais, como Benefícios de Prestação Continuada (BPC/Loas), que é pago a idosos e pessoas com deficiência desde que comprovem baixa renda, e Renda Mensal Vitalícia, por exemplo.

O instituto informa ainda que 19,6 milhões desses beneficiários do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), quase 60%, recebem até um salário mínimo e cerca de 12,1 milhões acima do piso previdenciário.

Confira o calendário

Final do NIS Data do pagamento

  • 1 e 6 01/08
  • 2 e 7 02/08
  • 3 e 8 03/08
  • 4 e 9 04/08
  • 5 e 0 05/08

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Anac concede 15 aeroportos em leilão nesta quinta-feira, na B3

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O leilão da 7ª rodada do programa de concessões aeroportuárias começa daqui a pouco na bolsa de valores B3, na cidade de São Paulo. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), serão ofertados 15 aeroportos, reunidos em três blocos.

O Aeroporto de Congonhas é a atração principal dessa rodada de concessões. O terminal, localizado na capital paulista, é um dos mais movimentados do país. A previsão é de o leilão começar às 14h.

Os aeroportos serão concedidos à iniciativa privada por um período de 30 anos. Em conjunto, os aeroportos processam, aproximadamente, 15,8% do total do tráfego de passageiros do país, o equivalente a mais de 30 milhões de pessoas por ano (dados de 2019, período pré-pandemia).

“Entre 2011 e 2021, o programa de concessão aeroportuária no Brasil concedeu o equivalente a 75,82% do tráfego nacional à iniciativa privada. Somado à 7ª rodada, esse percentual atingirá 91,6% de passageiros atendidos em aeroportos concedidos”, informa a Anac.

A Agência disse ainda, por meio da sua assessoria de imprensa, que, na noite de ontem (17), a Justiça indeferiu um pedido de suspensão do leilão, garantindo a sua realização.

Composição dos blocos

Os 15 aeroportos que estarão em leilão hoje estão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pará, Mato Grosso do Sul e Amapá. Eles estão agrupados em três blocos:

Bloco SP-MS-PA-MG: liderado pelo Aeroporto de Congonhas (SP), é composto ainda pelos aeroportos de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul; Santarém, Marabá, Parauapebas e Altamira, no Pará; e Uberlândia, Uberaba e Montes Claros, em Minas Gerais. A contribuição inicial mínima é de R$ 740,1 milhões.

Bloco Aviação Geral: é formado pelos aeroportos de Campo de Marte, na cidade de São Paulo, e Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. O bloco tem lance mínimo inicial fixado em R$ 141,4 milhões.

Bloco Norte II: é composto pelos aeroportos de Belém e Macapá (AP), com lance inicial mínimo de R$ 56,9 milhões.

*Com informações da Anac

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Economia

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Economia

Campos Neto diz não querer permanecer à frente do BC em 2024

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Roberto Campos Neto
José Cruz/Agência Brasil

Roberto Campos Neto

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto , disse nesta quinta-feira (18) que não quer ser reconduzido ao cargo quando terminar o seu mandato, em 2024.

Quando o Congresso aprovou a autonomia do BC, incluiu a possibilidade de reeleição a cada quatro anos, o que Campos Neto diz ter sido contrário. Segundo ele, a possibilidade de recondução não seria saudável porque expõe o órgão à vontade política do Executivo.

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“Eu acho que a recondução não é saudável mesmo porque cria uma fragilidade no meio do mandato porque vai ter um presidente do banco central que vai estar interessado em estar reconduzido e fica exposto naquele momento à vontade do Executivo”, disse.

“Eu não gosto, não acho que é bom. Se tivesse dependido só de mim não teria nem recondução na lei de autonomia”, completou.

Quando aprovada a autonomia do BC, em 2021, o banqueiro já estava à frente da instituição a dois anos. Segundo ele, seu trabalho já foi feito. 

“O Brasil fez o trabalho mais cedo, mais rápido e as pessoas entendem que o trabalho do Banco Central está em grande parte feito”, afirmou.

A lei visa proteger a diretoria e o presidente do órgão de influências políticas. Para isso, entre outras medidas, criou um mandato fixo de quatro anos tanto para o presidente como para os diretores. Antes, o presidente da República indicava o nome que regeria a política monetária. 


Fonte: IG ECONOMIA

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